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Macaxeira Jazz é indicado para prêmio no Japão

 

O grupo musical potiguar Macaxeira Jazz é um dos indicados para concorrer no Japão na categoria "Show on Tour 2011" no Brazilian International Press Award 2012. O anúncio foi feito pelo Conselho (Board) do Prêmio na sexta-feira (11). Concorrem ainda a cantora e Grupoo musical Macaxeira Jazzviolonista Adriana Calcanhoto, a banda carioca Blitz, o cantor, pianista e compositor Ivan Lins e a cantora pernambucana Andrea Amorim, lançada no Japão pelo compositor, músico e produtor musical Roberto Menescal, através de sua gravadora Albatroz.

O Macaxeira Jazz é formado por Diogo Guanabara (bandolim e cavaquinho), Raphael (bateria), Ticiano (guitarra), Marco (piano) e Henrique (baixo).

A votação popular do Press Awards Japão 2012 teve um crescimento espetacular em relação ao ano anterior quando o evento estreou na Asia. Foram 9.837 votantes gerando 143.169 votos.A divulgação oficial dos vencedores do Brazilian International Press Awards Japão 2012 será no dia 25 de maio, quando também serão divulgados os ganhadores dos prêmios especiais do Board.

A segunda edição do Brazilian International Press Awards Japão está prevista para o dia 19 de julho no Sogetsu Hall, em Tokyo. Mais uma vez celebra os destaques brasileiros naquele país asiático, que abriga uma das maiores e mais atuantes comunidades emigrantes brasileiras no exterior.

A escolha dos vencedores em cada categoria será definida agora, até o dia 24 de maio, pelos integrantes do Colégio Eleitoral que é composto por representantes das mídias, entidades culturais e comunitárias brasileiras no Japão.

Com informações do site oficial do Press Award 2012 Japão e Diogo Guanabara
 
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Sambabook João Nogueira, com Diogo Nogueira & Convidados

 

Neste final de semana (sexta-feira e sábado, às 21h, e domingo, às 19h), o auditório Ibirapuera, em São Paulo, recebe o cantor Diogo Nogueira, que homenageia o pai lançando nacionalmente o Sambabook João Nogueira. Diogo participa da Virada Cultural em Sampa, enquanto acontece o Viradão Carioca. Grandes nomes da MPB estarão se apresentando nas duas capitais brasileiras.

Neste projeto, todo focado no resgate da importância da obra do sambista carioca morto em 2000, ele apresenta novas versões para sucessos do pai. As apresentações contam com as participações dos convidados: Mariene de Castro, na sexta-feira, em "Um Ser de Luz"; Martinho da Vila, no sábado dentro da programação da "Virada Cultural", cantando “João e José” – ambas às 21h – e Marcelo D2, às 19h do domingo interpretando “Baile no Elite”. No repertório, Diogo interpreta “Alô Madureira”, “Clube do Samba”, “Chinelo Novo”, “Do Jeito que o Rei Mandou”, “E Lá Vou Eu”, “Nó na Madeira”, “Pimenta no Vatapá”, “Espelho”, “Minha Missão”, “Sonho de Bamba”, “Um Ser de Luz” e “Poder da Criação”.

O projeto Sambabook foi criado em 2011 – ano em que João Nogueira completaria 70 anos – e envolve nomes importantes da MPB, entre eles Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Seu Jorge, Alcione, Ivan Lins, Lenine, Fundo de Quintal, Djavan, Jorge Aragão e Martinho da Vila. Gravado nos formatos CD e DVD com canções e entrevistas e, ainda, discobiografia com partituras, é a este resultado que o público do auditório Ibirapuera terá acesso em primeira mão.

A banda que acompanha Diogo é formada por Alceu Maia (cavaco e direção musical), Cláudio Jorge (violão de 6 cordas), Marinho Boffa (piano), Milton Manhães (surdo), Jorge Simas (violão de 7 cordas), Dirceu Leite (sopros), Belôba (tantã), Ivan Machado (baixo), Jorge Gomes (bateria), Marcelo Pizzott (repique, caixa, ganzá, pandeiro, agogô), Paulinho da Aba (pandeiro) e Ary Bispo, Analimar Ventapane, Didu Nogueira e Jussara Lourenço (coro).

Fique com esta "palhinha" de Diogo Nogueira, interpretando "Espelho", do "Sambabook João Nogueira".
 


Com informações de Álbum ItauCultural

Até a próxima semana!




 
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A noite da bossa nova em Natal

 

Pela "passagem do som", que acompanhei a convite dos produtores, eu já sabia o que viria acontecer à noite. "Um encontro cheio de bossa", reuniu no feriado de sábado (21) a fina flor da Bossa Nova no palco do Teatro Riachuelo: Roberto Menescal, Danilo Caymmi, Jane Duboc e Miele, além dos músicos Fernando Corona(piano/teclado), Person Tupinambá (baixo/violão) e Márcio Mazza (bateria/percussão), sob a produção de Ana Duarte, com o apoio em Natal do produtor musical João Santana e da Trupe Promoções.

Encontro da Bossa Nova no Teatro Riachuelo Sob o comando de Luis Carlos Miele, apresentador, humorista, cantor e diretor de importantes artistas da Bossa Nova, o repertório do show mostrou que a bossa nova continua firme na preferencia do público que ali esteve presente, provocando aplausos no início e no final de cada apresentação.

Conhecedor como poucos da história de nossa MPB e de seus artistas mais famosos, além das centenas de shows e espetáculos que apresentou ou dirigiu no país, Miele, entre uma música e outra, contava fatos sobre os seus quase 60 anos de vivência artística nos palcos, na televisão e no rádio. Também mostrou o seu lado cantor, participando com o grupo de algumas canções que marcaram a bossa nova, com todo o seu charme, humorismo e suingue.
Menescal, Miele, Jane Duboc e Danilo Caymmi
Na batuta musical, o mestre Roberto Menescal, compositor, músico, produtor musical e também cantor, que na sua simplicidade e profissionalismo, continua firme e forte levando a bossa nova para todos os cantos do mundo. A convivência fraterna com Miele vem dos tempos de sua parceria com Ronaldo Bôscoli, que resultou nas duplas Miele/Bôscoli e Menescal/Bôscoli.

Impressionante os improvisos que ambos fizeram no show e que deu certo e a platéia aplaudiu. Outra "fera" na MBP e na bossa nova é Danilo Caymmi, compositor, músico e cantor, mais que honra e dignifica a família do saudoso e querido Dorival Caymmi. Quando esteve há dois anos aqui no Teatro Alberto Maranhão, mostrou toda a sua versatilidade musical interpretando sucessos de autoria de seu pai, entremeando histórias e fatos pitorescos. Agora, elevou e engrandeceu o encontro no Teatro Riachuelo ao lado desses "monstros sagrados" de nossa MPB.

Para completar o quarteto, a cantora, compositora e musicista (toca violão) Jane Duboc, que com a suavidade de sua voz e a vivência e experiência artística adquiridas aqui no Brasil e no exterior, deu o toque feminino ao encontro. Duboc é paraense de Belém, já residiu aqui em Natal e tem uma carreira repleta de sucessos em gravações de discos, CD´s e em trilhas de novelas e filmes.

Pery RibeiroUm fato não passou desapercebido, pois todos fizeram questão de render sua homenagem ao cantor, compositor e produtor musical Pery Ribeiro, cujo falecimento foi recente. Aliás, o show seria também com ele, que assinou o contrato para o grande show e semanas depois veio a falecer. A idéia inicial era para um CD tributo a Simonal que seria lançado este mês, um projeto do produtor João Santana discutido quando da última vinda de Pery a Natal. Com o seu falecimento o lançamento foi adiado.

No show eles apresentaram diversos sucessos da Bossa Nova e alguns clássicos da MPB, tudo "costurado" por deliciosas histórias e personagens marcantes da época contadas por Miele. No repertório, clássicos da Bossa Nova como “Chega de Saudade”, “Rio”, “Barquinho”, “Samba do avião” e outras, se juntaram a canções da MPB resgatadas pela turma da Bossa, como "Maragangallha", de Dorival Caymmi, que levou o público a juntar suas vozes aos artistas. "Foi uma viagem musical no tempo, trazendo com ‘swing’ e alegria de um Brasil que encanta com sua música aos povos do mundo afora.", como afirmaram os produtores.

Danilo, Nicolau, Menescal, Jane e Miele















"Espaço MPB"
e o portal Nominuto.com agradecem a cortesia e a amizade que marcaram os bastidores desse histórico encontro da Bossa Nova em Natal, quando pude acompanhar de perto a construção do espetáculo, a sua apresentação e a sua avaliação pelos artistas, produtores e pelo público que o prestigiou. Artistas e produtores foram unânimes em elogiar o Teatro Riachuelo e as suas características técnicas: som, acústica, iluminação, palco, platéia e grandiosidade. Apenas, citaram um detalhe que precisa ser incluído: um piano de cauda!

Com informações da Assessoria de Imprensa do Teatro Riachuelo, Trupe Promoções e Duarte Consultoria em Marketing & Comunicação. Fotos de Diego Marcel e da produção.
 
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CHICO chega em maio ao Teatro Riachuelo

 

Depois de cinco anos longe dos palcos, Chico Buarque chega nos dias 28 e 29 de maio próximo ao Teatro Riachuelo com a turnê que tem o nome de seu último CD lançado pela Biscoito Fino em 2011: CHICO. O CD já foi comentado aqui neste "Espaço MPB" e é primoroso! Antes de completar um ano de seu lançamento (outubro 2011) já vendeu mais de 80 mil cópias.

Chico e das NevesDois convidados foram muito importantes para a gravação de CHICO: o sambista Wilson das Neves (na foto com Chico), que Chico Buarque chama carinhosamente de "das Neves" (participação especial na canção "Sou eu", de autoria de Ivan Lins e Chico Buarque); e o compositor, cantor e músico mineiro João Bosco (na foto abaixo, ao violão com Chico Buarque durante a gravação do CD), que foi fundamental na parceria com Chico Buarque na melodia que lembra os tempos de engenho na canção "Sinhá". Acesse aqui mais informações sobre os bastidores da gravação do CD CHICO.Chico e João Bosco

Chico Buarque iniciou sua turnê pelo Brasil na capital mineira, Belo Horizonte, no mes de novembro passado. Já passou pelas cidades Curitiba, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Rio de Janeiro e São Paulo. Antes de chegar a Natal, CHICO se apresenta em Salvador, Ceará e Recife, quando já terá sido visto por mais de 125 mil pessoas.

Se você quiser mais detalhes do show acesse aqui o site oficial do Teatro Riachuelo.

Atenção para este importante aviso: a venda de ingressos começa nesta terça-feira (17), a partir das 12 horas, na bilheteria do Teatro. Garanta logo o seu lugar.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Teatro Riachuelo, da gravadora Biscoito Fino e da produção de CHICO. Fotos de Tiago Lins.
 
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MPB na Academia: os Caymmi visitam Jorge Amado

 

Fico sabendo pelo compositor, cantor e músico Danilo Caymmi que a nossa música popular brasileira está chegando à Academia Brasileira de Letras. O projeto tem nome sugestivo: MPB na ABL. E Danilo informa que a Academia dá início à temporada 2012 com o espetáculo "Os Caymmi visitam Jorge Amado".

Isso mesmo, ninguém melhor para celebrar o centenário de nascimento do escritor baiano, que será comemorado em 10 de agosto próximo, do que a família do saudoso Dorival Caymmi.

Danilo Caymmi no Festival Bossa & Jazz de GuaramirangaE vejam só a dupla Caymmi: Danilo Caymmi, flautista, cantor e compositor (Foto de Chico Gadelha) e Stellinha Caymmi, cantora, acompanhados pelo violonista Flávio Mendes. O evento está programado para o dia 11 de abril, quarta-feira, às 12h30min, no Teatro R. Magalhães Jr.,  na sede da ABL (Avenida Presidente Wilson, 203, no bairro do Castelo, no Rio de Janeiro).

Para o historiador da MPB e apresentador Ricardo Cravo Albin, o show exibirá “um opulento resgate de memória musical, a partir de dois eventos: o primeiro é o encontro de Danilo, filho do patriarca Dorival Caymmi, com Stellinha, neta, biógrafa, cantora e filha de Nana Caymmi”. Segundo afirma Ricardo Cravo Albin, é a apresentação de um repertório jamais visto antes, “fruto de uma acurada pesquisa dos envolvidos no espetáculo”.

Ainda segundo Ricardo Cravo Albin, o espetáculo apresentará sete parcerias entre Caymmi e Jorge Amado, além do clássico "É doce morrer no mar", extraído a partir de versos do Acadêmico para o romance"Mar morto". Entre essas parcerias, de acordo com Albin, existem jóias desconhecidas, como "Beijos pela noite", feita por Caymmi e Amado com a rara participação de Carlos Lacerda, então comunista e companheiro de ambos. Há, ainda, "Canção para Prestes", feita por Caymmi a pedido de Jorge para a campanha de Luiz Carlos Prestes.

Serão apresentadas também, de acordo com Ricardo Cravo Albin, as canções da dupla Caymmi/Amado para a adaptação teatral (anos 40) do romance "Terror sem fim" e que foram três: "Cantiga de Cego", "Canto de Obá" e "Retirantes". O público terá a oportunidade de ouvir as modinhas feitas por Caymmi a pedido de Jorge Amado para televisão e/ou cinema sobre seus personagens clássicos como "Gabriela" e "Teresa Batista". Os cantores recordarão a música "Acontece que eu sou baiano", escrita especialmente a pedido de Jorge a Dorival para selar o romance do futuro Acadêmico com a também futura Acadêmica Zélia Gattai.

A série “MPB na ABL”, com entrada franca, terá a transmissão ao vivo pelo Portal da Academia e tem o patrocínio da Petrobrás.

Danilo Caymmi
estará em Natal, no dia 21 de abril próximo (sábado), integrando o grupo musical que vai apresentar o show "Bossa Nova ... um encontro cheio de Bossa", às 21 horas, no Teatro Riachuelo, que terá ainda o compositor, músico e produtor musical Roberto Menescal, a cantora Jane Duboc e o apresentador e produtor Luis Carlos Miele.

Aliás, em contato com Menescal, ele me disse que este show seria com o cantor Pery Ribeiro. Com o seu falecimento e para manter o show, Menescal convidou o Danilo, o Miele e a Jane para fazerem uma homenagem ao grande intérprete da MPB e da Bossa Nova, que foi Pery Ribeiro. Imperdível! Já comprou o seu ingresso na bilheteria  do Teatro?

Com informações do site oficial da Academia Brasileira de Letras e de Roberto Menescal. Foto de Chico Gadelha
 
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Roberto e Eduardo Taufic no embalo do Jazz & Blues

 

Os irmãos Roberto e Eduardo Taufic (foto de Pablo Pinheiro) se apresentam este ano no Músicos e irmãos Taufic Festival Jazz & Blues, que se realiza em pleno carnaval na aconchegante cidade serrana cearense de Guaramiranga, de sábado (18) a terça (21); em Fortaleza, de sexta (24) a domingo (26), e em Sobral (25).

Eles levam a Guaramiranga o show "Bate Rebate", que dá nome ao CD de Roberto Taufic (violão) e Eduardo Taufic (piano), gravado em 2001, com produção musical do pianista e arranjador André Mehmari. Acompanham Darlan Marley (bateria) e Airton Guimarães (contrabaixo).

Segundo os promotores do festival "os irmãos mostram perfeita sintonia e versatilidade em um agradável diálogo entre o piano e o violão. "Bate Rebate" é um trabalho carregado de brasilidade", elogiam.

E vão mais adiante quando afirmam que "a criatividade dos arranjos e o estilo marcante dos dois instrumentistas estão bem representados em suas composições e mostram toda sua excelência musical na bela e sofisticada sonoridade resultante da bagagem adquirida em mais de duas décadas, onde o fio condutor do trabalho é o respeito e o carinho pela música universal, sem limites, sem rótulos e sem deixar escapar a forte influência cultural do Nordeste brasileiro."

O festival

No palco do Festival Jazz & Blues também se apresentam os músicos Jaques Morelenbaum e o Cello Samba Trio , Yamandu Costa, Gabriel Grossi, o cubano Omar Puente, o jovem virtuoso pianista de jazz Gadi Lehavi (de Israel), com seu trio e a participação especialíssima do saxofonista americano Ravi Contrane; Marco Lobo, Cainã Cavalcante, o paulista Grupo Solar, que terá no palco a suave voz de Tatiana Parra, e os americanos do The L.X.G.

Danilo Caymmi

Músico, compositor e cantor Danilo CaymmiO cantor, músico, compositor e arranjador, Danilo Caymmi (foto de Chico Gadelha) é o convidado para encerrar a edição 2012 do Festival Jazz & Blues em Fortaleza. Ele faz dois shows em Fortaleza, após o Carnaval: sexta-feira (24), no Teatro do Cuca Che Guevara, em dueto com o maestro e violonista Flávio Mendes; e no domingo (26), acompanhado por sua banda, lançando seu novo disco "Alvear" (Biscoito Fino).

Autor de oito trabalhos solo entre inúmeras participações, incluindo aí os anos que integrou o conjunto de Tom Jobim, o diferencial do CD "Alvear" é que pela primeira vez Danilo Caymmi canta, toca flauta, compõe e trabalha em parceria com o maestro Flávio Mendes nos arranjos das 13 faixas, sendo 11 inéditas.

Além de shows, há também oficinas e palestras, inclusive sobre o uso das mídias sociais na divulgação das artes e da música.

Confira e acesse aqui o site oficial do Festival Jazz & Blues versão 2012.

Com informações da Via de Comunicação e Cultura
 
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Conversando com Roberto Menescal

 

O músico, compositor, arranjador e produtor musical Roberto Menescal comemora os 50 anos da música de sua autoria em parceria com  Ronaldo Bôscoli, "O barquinho", uma das marcas da Bossa Nova.

Depois de lançar o seu livro "O barquinho vai ...", Menescal reúne o grupo vocal BeBossa e Capa do CD "Galeria do Menescal"a cantora Wanda Sá no sensacional CD  e show  "A Galeria do Menescal", pela gravadora Sala de Som Records.

"Nada de super produções, apenas Menescal, Wanda, o BeBossa (que é um sexteto a capella), uma guitarra e dois violões. E muita bossa!", afirma o produtor Célio Albuquerque. 

Como sempre, gentil e amigo, Roberto Menescal concedeu ao "Espaço MPB" a entrevista exclusiva que segue a seguir:    

Espaço MPB - Menescal, qual seu sentimento ao produzir este CD "Galeria do Menescal"?
Menescal - Foi de receber um grande presente dessa turma de craques.

Espaço MPB - O repertório que você escolheu para este CD, relembra e revisa os tempos da bossanova?
Músico, compositor e produtor musical Roberto MenescalMenescal - Na verdade, o repertório foi escolhido muito pelo Zeca Rodrigues (arranjador e fundador do BeBossa) e Célio Albuquerque, co-produtor do CD e lutador-mor do CD para que tudo tenha saído como saiu.

Espaço MPB - Porquê o espetáculo-show e o CD? Fale um pouco sobre ambos.
Menescal - Tudo começou com uma apresentação meio de "sarro", sem muito compromisso. Mas, como vimos o resultado tão surpreendente, fomos em frente e continuamos indo.

Espaço MPB - Como foi para você a sensação de ver uma capa de CD como nos bons tempos da Elenco? E hoje, o que você acha das capas dos CD´s que estão no mercado e divulgam a MPB, a bossa e o jazz?
Menescal - As capas da Elenco foram uma divisão de águas no cenário discográfico da época, pois a marca foi tão forte que nem precisava ter o nome "Elenco" na capa. As coisas mudaram e passamos do long playing para o CD, então fica dificil fazer comparações. Mas, como sempre temos resultados bons e outros péssimos no mercado. César Vilella, autor das capas da "Elenco" continua sendo elogiado e mostrado em exposições recentes. Como o grande inovador gráfico daquela época.

Espaço MPB - Uma mensagem para esta turma jovem de músicos, compositores e artistas que se integram à MPB, à Bossa e ao jazz no Brasil.
Menescal - Esses heróis da resistência continuam sua luta em busca da preservação da boa música e sentindo a satisfação da realização de seus trabalhos, sigam nesse "trem", que no fim vão saber quanto é bom!

Conheça mais a vida e a obra de Roberto Menescal acessando o seu site oficial aqui

Com informações de Célio Albuquerque e Sala de Som Records e foto de Rafael Motta

 
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"Em águas claras", com Valéria Oliveira

 

Nesta quarta (1) e quinta-feira (2) a cantora potiguar Valéria Oliveira apresenta o show "Em águas claras" pela primeira vez em um teatro, na Casa da Ribeira.

Valéria OliveiraValéria Oliveira (foto, de Luciano Azevedo) dessa vez explora o seu lado de intérprete e mergulha nas raízes da música brasileira. Em homenagem à mineira Clara Nunes, ela apresenta pérolas do samba que ouviu em sua infância nas vozes de grandes sambistas.

Valéria abriu e encerrou 2011 com o show "Em águas claras", que contagiou o público em diversas apresentações realizadas ao longo do ano.

Agora, o show chega ao palco da Casa da Ribeira atendendo a solicitações do público e traz novidades como a música “À Flor da pele”, uma composição da própria Clara Nunes em parceria com Maurício Tapajós e Paulo Cezar Pinheiro e “Alvoroço no sertão”, uma parceria do norte-riograndense, Aldair Soares e Raymundo Evangelista, “Puxada da rede do Xaréu” uma estória de pescador e “Basta um dia” de Chico Buarque do disco " Canto das três raças", um dos mais
especiais na opinião de Valéria Oliveira.

O samba é o ritmo mais presente no show, mas durante quase duas horas, a cantora interpreta valsa, choro, baião e coco, entre outros ritmos nordestinos gravados tantas vezes por Clara Nunes. No repertório tem ainda, “Tristeza pé no chão” (Armando Fernandes), “O canto das três raças(Mauro Duarte/Paulo César Pinheiro), "Você passa eu acho graça” (Ataulpho Alves/Carlos Imperial), “O mar serenou” (Candeia), “Juízo final” (Nélson Cavaquinho/Élcio Soares) e "Jardim da Solidão" (Monarco), entre outras.

Um experiente time acompanha Valéria Oliveira nessa empreitada: Jubileu Filho (baixo/trompete/vocal), responsável também pela direção musical, Alexandre Moreira (violão de 7 cordas e bandolin), Cacá Veloso (violão de 6 cordas), Gustavo Medeiros (cavaquinho), Déo (pandeiros e vocal), Aloysio Pisão (bateria), Kellinei (percussão e vocal), Ângela Castro e Tiquinha Rodrigues (vocais). Na operação de som tem Eduardo Pinheiro, na iluminação, Rogério Feraz e na produção executiva, Mônica Mac Dowell.

Valéria Oliveira, que completou recentemente vinte anos de carreira, se prepara para sua próxima temporada internacional, agora, em Nova Orleans – EUA para onde parte em meados de março.Na programação na cidade do jazz, show e entrevista ao vivo na rádio WWOZ-FM, a convite de Dean Ellis, um dos coordenadores do programa “Tudo Bem” em que Valéria se apresentará.

Estão confirmadas ainda, diversas participações de Valéria Oliveira na cidade incluindo uma, no mundialmente famoso, Preservation Hall e outra na Irvin Mayfield's Jazz Playhouse a convite do baixista Mitchel Player e do pianista Paul Longstret que se apresentaram em Natal com a cantora americana Tricia Boutté em 2010.

"Em águas claras", Valéria conta com o patrocínio da Casa de Saúde São Lucas, da Natal Veículos, da Espacial Auto Peças e da Prefeitura do Natal por meio da Lei Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura. A idéia é contribuir com a cena cultura da cidade no período de férias e difundir para os mais jovens, grandes compositores e suas obras-primas.

Com informações e imagens da Green Point Produções
 
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A música segundo Tom Jobim, o filme

 

Desde sexta-feira (20) está em cartaz nas telas dos cinemas brasileiros o mais novo filme do cineasta e diretor Nelson Pereira dos Santos, "A música segundo Tom Jobim", que tem também na direção a neta do saudoso maestro, compositor e músico, a competente diretora Dora Jobim. A direção musical também tem a marca dos Jobim, seu filho e músico, Paulo Jobim. O filme é um projeto do Natura Musical.

Maestro, compositor e músico Tom Jobim "O extraordinário universo da música de Antonio Carlos Jobim não cabe em palavras. Foi com essa idéia em mente e a sensibilidade aguçada que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, se dispôs a encarar o desafio de desvendar em filme a trajetória musical do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna, de alcance internacional.", assim se referem os organizadores e produtores dessa grande obra do cinema brasileiro.

Esclarecem também que em "A música segundo Tom Jobim", os diretores escolheram "o Tom Jobim e Banda em frente sua casa no Riocaminho sensorial da imagem e do som para exibir o trabalho do músico considerado, ao lado de Heitor Villa-Lobos, um dos maiores expoentes de todos os tempos da música brasileira. Não há uma palavra sequer no filme. E nem é preciso. Uma sucessão de imagens de grandes intérpretes brasileiros e internacionais em performances inesquecíveis, e do próprio Tom Jobim, em diferentes momentos,alinhava a trajetória musical do “maestro soberano”.

Vinicius de Moraes e Tom JobimEstá tudo lá: a força e a beleza da sua música, as diferentes fases do artista, o alcance e a poesia das suas canções,sua personalidade musical, a importância da sua obra e seus principais parceiros. Tudo conduzido de forma vigorosa e poética, sem necessidade de maiores explicações. Apenas o prazer e a emoção de ouvir Tom Jobim.

"A música segundo Tom Jobim" é o primeiro de dois filmes de Nelson Pereira dos Santos Cineasta e diretor Nelson Pereira dos Santos(foto) que serão lançados este ano. O segundo é "A  luz do Tom", que tem a co-direção de Marco Altberg, foi feito por meio de depoimentos de três mulheres muito ligadas a Jobim: Helena Jobim (irmã), Thereza Hermanny (primeira mulher) e Ana Lontra Jobim, segunda e última mulher.

Acesse aqui o hotsite oficial do filme e fique por dentro dessa obra do diretor Nelson Pereira dos Santos

Se quiser conhecer ou matar as saudades das canções do mestre Tom Jobim e de outros compositores de nossa MPB, visite aqui o hotsite da Rádio Natura Musical. Você vai ouvir músicas que pertencem ao acervo do Projeto Natura Musical e não estão relacionadas com o filme "A música segundo Tom Jobim".

Veja o trailer oficial do filme "A música segundo Tom Jobim", um filme de Nelson Pereira dos Santos e dirigido também pela neta do saudoso músico, compositor e maestro, a Dora Jobim.

Com informações e imagens da Sony Pictures Brasil, Regina Filmes, Projeto Natura Musical e Instituto Cultural Tom Jobim
 
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Chora Baião, novo CD de Antonio Adolfo é premiado nos EUA

 

"Chora Baião", novo CD do compositor, pianista e arranjador brasileiro Antonio Adolfo, vem fazendo sucesso nos EUA desde seu lançamento, em setembro de 2011. No último dia do ano o álbum ganhou prêmios em seis categorias por voto popular no importante site The Latin Jazz Corner: Álbum do ano,Melhor álbum brasileiro, Melhor pianista (Antonio Adolfo), Melhor baixista (Jorge Helder) e Melhor capa (arte de Felipe Taborda e Lygia Santiago com ilustração de Bruno Liberati).capa do CD "Chora Baião"

"Esse prêmio é importante, não só para os que estão concorrendo, mas principalmente para a música que vem da América Latina",
comenta Antonio Adolfo. "O Grammy retirou a categoria Latin Jazz do seu rol de premiações. O Latin Jazz Award vem, de certa forma, tentar suprir esse vácuo", explica.

No álbum, que no Brasil tem distribuição pelo selo Saladesom, Antonio Adolfo interpreta composições próprias e faz releituras para músicas de Chico Buarque e Guinga.

"Este disco apresenta uma idéia que ja vinha desenvolvendo há muito tempo: a de reunir a genialidade dos músicos Guinga e Chico Buarque. Através da observação dos estilos desses geniais compositores, pesquisei o repertório dos mesmos através de songbooks e gravações. Muita elaboração, que culminou com a inclusão de tres músicas minhas, duas inéditas, e que vieram compor o repertório.", explica Antônio Adolfo.

Quem é Antonio Adolfo

Antônio Adolfo, músico, compositor e arranjador da MPBFilho de uma violinista da Orquestra do Teatro Municipal do Rio, carioca de Santa Teresa, aquariano da classe de 47, o pianista Adolfo aos 16 anos já pertencia ao fechado clube da bossa-nova que se reunia no Beco das Garrafas, à frente de grupos como o "Samba a Cinco" e o "Trio 3-D".

No último, Antônio Adolfo participou da peça musical "Pobre Menina Rica", de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, e começou a acompanhar os demais músicos e artistas de alto nível musical daquela época. Mas a partir de 1967, em dupla com o letrista Tibério Gaspar, Adolfo, o compositor, transformou-se num dos detonadores da ala da toada moderna, que produziu sucessos como "Sá Marina" e "Juliana".

Ao mesmo tempo, pilotando o grupo Brazuca, deu um toque de modernidade eletrônica no pop da época ("Teletema", "Ana Cristina") até desaguar na polêmica canção "BR-3", interpretada por Tony Tornado e que causou polêmica e sacudiu as estruturas dos festivais da época.

Integrante da banda que acompanhou Elis Regina em duas excursões à Europa, um estágio com a erudita Nadia Boulanger, em Paris (além dos aperfeiçoamentos com os brasileiros Guerra Peixe e Esther Scliar), Antonio Adolfo estava pronto para mais um grande salto.

Em 77, num ato de coragem e pioneirismo, lançava o disco "Feito em casa" em seu próprio selo Artezanal. Era o pontapé inicial de uma tendência libertária, a do disco independente, que motivaria o aparecimento de artistas divergentes das leis do mercado tradicional.

Desde 1985, Adolfo vem se dedicando a sua escola de música, o Centro Musical Antonio Adolfo, além de participar em eventos internacionais como músico e educador, sem deixar de lado sua carreira como intérprete.

Recebeu dois Prêmios Sharp por seus trabalhos "Antonio Adolfo e Chiquinha com jazz", respectivamente. Como autor de material didático, lançou no Brasil sete livros pela editora Lumiar, além de um video-aula e dois livros sobre música brasileira no exterior. Durante oito anos foi o representante do IAJE (International Association For jazz Education) para a América Latina.

Recentemente Antonio Adolfo voltou a se apresentar com mais frequencia em shows, seja em formato piano solo ou em grupo. De uma de suas apresentacoes com a filha Carol Saboya, em uma Universidade dos Estados Unidos nasceu o trabalho em CD, lancado no Brasil e no Exterior: "Antonio Adolfo & Carol Saboya Ao vivo/Live". E, mais recentemente, "Lá e Cá/Here and There".

Conheça a obra e a vida deste grande músico, compositor e professor brasileiro, acessando o seu site oficial aqui

E que tal ouvir do próprio Antônio Adolfo falar sobre as composições de Guinga gravadas em seu CD "Chora baião", neste vídeo abaixo do YouTube?



Com informações e imagens fornecidas por Beto Feitosa e YouTube.
 
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