O prazer sentido ao devorar uma guloseima depende, na verdade, do teor energético que ela contém. Parece piada de mau gosto, mas é isso mesmo: quanto mais calorias ingeridas, mais feliz você fica - ao menos até o momento de enfrentar a balança.
Araújo conduziu uma pesquisa para investigar justamente o impacto de alimentos calóricos sobre as alterações de humor. "Fizemos um estudo com camundongos mutantes, que não detectam o gosto doce. E, mesmo entre eles, houve um aumento de dopamina após a ingestão de açucares. Esse é, portanto, um efeito direto: o sinal de recompensa que o cérebro recebe vem do ganho metabólico, energético, e não do sabor palatável."
Não é à toa que passar por dietas costuma gerar um tremendo mau humor. Desista de tentar enganar o corpo, pois o cérebro perceberá a diferença entre o iogurte tradicional e o diet. "O cérebro detecta a falta de energia, resultando em mudanças de humor. A longo prazo, a substituição arbitrária do alimento convencional pelo diet leva à queda do ritmo metabólico, pois o corpo entende que deve estocar energia. Ou seja: vai ficar mais difícil emagrecer".
Solidão acelera o envelhecimento
Uma vida social ativa pode ajudar a reduzir os efeitos do envelhecimento, particularmente retardando o declínio físico, segundo estudo da Universidade Rush, nos EUA.
Analisando 906 idosos por cinco anos, os especialistas notaram que cada ponto a menos no escore de atividade social estava associado a um declínio 33% mais rápido da função motora - incluindo força muscular, coordenação, destreza e equilíbrio.
Os resultados indicaram que aqueles com vida social menos ativa tinham um declínio físico equivalente a ser cinco anos mais velho. Segundo os autores, isso representaria 40% maior risco de morte e 65% maior risco de incapacidade.
Embora mais estudos sejam necessários para confirmar uma relação de causa e efeito, os pesquisadores destacam que as atividades sociais, como ir a restaurantes, jogar bingo, trabalho voluntário, visitar amigos e família e participar de serviços religiosos, podem ser uma boa forma de retardar o declínio motor e os problemas associados.
O sinal pode indicar a baixa oxigenação durante o sono, capaz de desencadear uma série de eventos no organismo. "O sistema nervoso simpático é acionado e a pressão arterial sobe. Isso provoca inflamações e mudanças metabólicas, aumentando o risco de diabete ou baixa tolerância ao açúcar", explica a ginecologista e obstetra Francesca Facco, autora da pesquisa que acaba de ser apresentada durante o 23º Encontro Anual da Associated Professional Sleep Societies, nos Estados Unidos.
Esse sistema não mais é do que uma cadeia de gânglios situados perto da medula, que, numa situação de estresse, mandam o organismo liberar adrenalina, substância que estreita os vasos sanguíneos.
Atenção na hora de maquiar os olhos
A mucosa dos olhos é bastante sensível. Por isso, use cosméticos hipoalérgicos que não contenham em sua fórmula substâncias alergênicas, como derivados de petróleo e fragrâncias, para não provocar irritações e alergias. É particularmente interessante escolher lápis, rímel e delineador com essa característica e mantê-los sempre bem tampados.
No caso do lápis, o pó passado no bordo interno da pálpebra fica em contato com a conjuntiva. O que ocorre com pessoas alérgicas, é que a lágrima ajuda a dissolvê-lo, assim o pó entra no olho, causando reações intensas.
O uso intenso de lápis de olho pode favorecer a presença de lesões nas glândulas produtoras de gordura. E o surgimento do tersol ou hordéolo, uma bolinha muito sensível e dolorida, também pode ocorrer em virtude da sensibilidade ao uso da maquiagem na área. Neste caso, se a camada de lápis for muito espessa pode obstruir os orifícios por onde a gordura existente na pálpebra é eliminada, inflamando as glândulas.
Por isso, a forma correta de passar o lápis de maquiagem nos olhos deve preservar o bordo superior da pálpebra, onde se localizam os orifícios dessas glândulas. Na região dos cílios não há inconveniente em usar produtos.