Edmo Sinedino, 51, ex-jogador profissional de futebol, natural de São Tomé/RN, formado em jornalismo pela UnP, vive de futebol desde sempre, dentro e, agora, fora dos campos. Comenta para a Rádio 96 FM, tevês Assembleia e Câmara, exercendo a profissão desde 1988, quando encerrou a carreira de atleta.
Praça de guerra no Machadão; vai ver a culpa é dos torcedores...
criandocasos
Quem vai zelar pela saúde de Moacir Trindade?
Quem vai pagar pela pedrada que esse senhor, abcdista de 77 anos, levou na altura do ouvido esquerdo?
Quem vai tratar das prováveis seqüelas?
Quantos mais ainda vão precisar padecer para que todos se unam e acabem de vez com essa violência nos dias de clássico em Natal?
Vi cenas dantescas no Machadão. Esposas chorando por maridos presos, agredidos mães lamentando as dores dos filhos.
Crianças, idosos, mulheres e adultos correndo deseperados, não sei se mais por medo dos marginais ou da Polícia Montada.
De espada na mão, como se estivessem em campo de batalhas épicas, os soldados corriam de um lado para outro.
Praça de guerra.
Praça de guerra no dia da maior festa de nosso futebol.
E os culpados?
Todos tirando o “corpo de banda”, FNF diz que a culpa e responsabilidade é do América; Sejel diz que é América e FNF; América diz que a culpa é da Polícia.
É não! A culpa, vai ver, é do torcedor teimoso, amante, que insiste em vir a campo, mesmo sabendo que corre risco de morte. E os dirigentes nada fazem para mudar essa realidade atroz.
No meu comentário de hoje no Jornal 96, da Rádio 96 FM, falo sobre o clássico, a vitória do América, o bom jogo, os destaques. Infelizmente, de clássico, também falo da violência e do descaso com o torcedor.
Classificação, destaques nacionais - gol de letra de Robinho - também estão em destaque.
Presidentes pedem paz antes do jogo - bela iniciativa
Assessoria de Impresa
Presidentes de ABC e América pediram pela paz antes do clássico
É assim que deem agir os homens de boa vontade.
Assim é que se deve fazer futebol em Natal, quem sabe agindo assim desapareçam de uma vez por todas as cenas de violência.
Cenas de violência que, de novo neste domingo, nos envergonharam.
Vejam a matéria:
Presidentes pedem paz antes do clássico
Rubens Guilherme e José Maria, presidente americano, protagonizaram um belo gesto antes da bola rolar.
Os presidentes de ABC e América protagonizaram um belo gesto na tarde deste domingo (7), no estádio Machadão. Antes da bola rolar, Rubens Guilherme e José Maria, presidente americano, fizeram um apelo pela paz nos estádios.
Os dois seguiram até o centro do gramado, trocaram camisas oficiais dos seus clubes e vestiram outra que trazia o escudo dos times e a palavra paz. Em seguida, deixaram o campo juntos, mostrando que a rivalidade deve existir apenas dentro das quatro linhas.
"A gente precisa resgastar a presença das famílias nos estádios de futebol e nós como dirigentes temos que pregar a paz pra que isso possa acontecer. Rivalidade só dentro das quatro linhas, fora temos que trazer alegria e paz", afirmou o presidente alvinegro.
Mais um clássico marcado pela violência e confrontos
Estava no Machadão bem cedo. Bom para o repórter Edmo Sinedino. Péssimo para o ser humano Edmo Sinedino.
Nunca consigo entender tanta selvageria de parte a parte. Não consigo entender porque esses jovens saem de casa com tanta “sede de vingança”.
E o pior é que ele sempre encontram irresponsáveis para oferecerem a eles, de bandeja, os motivos.
Desta feita foi Davi, responsável pelo Machadão, dono do Machadão, quando o jogo tem o mando do América.
Às 15h29 o Machadão ainda estava com os portões fechados.
Torcedores se juntam, se inflamam, protestam violentamente, tentam derrubar o portão.
A polícia entra em ação, pau para todo lado, desespero, corre-corre, ameaças, sustos e prisões, muitas, contei oito.
Coincidentemente quatro do América e quatro do ABC.
A explicação de Davi para o portão aberto com atraso: “ a polícia não estava no estádio”.
Eu posso dizer que, pelo menos na hora que cheguei, antes das 15h, já haviam policiais sim no estádio.
Irresponsabilidade.
A atendente do SAMU, Ulyvânia Medeiros, todos os jogos essa “guerra” se repete.
Ele me disse isso enquanto atendia a um senhor de 77 anos, que foi atingido com uma pedrada na cabeça.
O pobre ancião, sozinho, tinha sangramento no ouvido, e segundo Ulyvânia o quadro era de gravidade, precisava de uma tomografia. Sem falar que seu quadro era de pré-infarto, com pressão nas alturas.
Quem será que foi o maldito capaz de ação tão covarde.
Mas a culpa, e acho que o senhor de 77 anos bem que podia acionar a Justiça, não tenho dúvida, foi da direção do América, mandante do jogo.
Berg foi o melhor jogador em campo no clássico de hoje
Um clássico muito melhor do que se esperava.
A começar pelas escalações das duas equipes, principalmente a do América.
Moura não quis saber de conversa, escalou Berg na meia, Rogerinho mantido na ala e somente um volante de pegada- Júlio III.
Moura foi corajoso, talvez por isso acabou premiado.
Com vários três jogadores de bom passe no meio-campo – Rafael Paraná, Saulo e Berg.
Mas, a pressão inicial não deu em gol. Mas os contra-ataques rápidos,bem armados do time de Didi sim.
O alvinegro fez 1 a 0 em cabeçada de Leonardo, aproveitando escanteio.
O América sentiu o baque, e João Paulo e o velocíssimo Carlinhos, um dos destaques do jogo, perder grande chance de ampliar, talvez liquidar a partida.
O América reequilibrou e empatou. Me parece que a bola do escanteio saiu, mas Edson Rocha não quis saber de nada. 1 a 1.
No segundo tempo, só deu América, e o time rubro fez 2 a 1, virou com Berg, o melhor jogado em campo no segundo tempo.
Mas o jogo não perdeu em emoção.
Acho que o ABC perdeu o jogo na dupla de zaga. No zagueiro de centro, Tiago Garça. E olha que ele foi bem no primeiro tempo, mas no segundo...
O Abc perdeu o jogo na ligação com o seu bom ataque. Se o time fosse mais veloz no setor, se alguém ligasse com mais rapidez e precisão...
O Jaime é sim um meia diferenciado, mas ele precisa entrar em forma para participar mais do jogo, articular mais no meio-campo.
João Paulo e Carlinhos colocaram a defesa do América me polvorosa, em bons lances, mas o rubro tinha Adalberto em grande forma.
Mas não creio que seja um jogo só para se lamentar. Clássico é assim, detalhes tão pequenos...
O Améri ca o jogo. O motivo? Simples: o time rubro tinha bons jogadores de pegada e um verdadeiro meia que voltou a gosta de jogar na sua – Berg.
O rubro venceu porque o ABC não soube barrar as passagens constantes de Rogerinho.
E também não teve um zagueiro para impedir que Magrão fizesse a parece tão bem para os que chegavam de trás.
Destaques do jogo
Positivos – Berg, do América, melhor do jogo; Adalberto, Rafael Paraná, Saulo. No ABC, Leonardo, Carlinhos, Jaime e João Paulo.
Negativo – prefiro não destacar ninguém nessa partida. Quem não esteve muito bem, esteve bem. Até Tiago Garça não considero negativa a atuação porque no primeiro tempo ele foi bem sim.
Apito
Paulo Jorge Bandão Reclamações do ABC. Não concordo. Flávio Anselmo, vice de futebol, vetou o trio.
Acho que o trio funcionou bem. Não dá para acertar tudo no clássico, ainda no especial deste domingo.
Foi muita luta e disposição.
Paulo Jorge foi muito bem sim.
No gol de empate, do América, acho que Isac “dormiu”, penso que a bola fez a curva e saiu. Mas só vendo as imagens depois.
Didi Duarte ainda não está satisfeito com o rendimento de sua equipe
queroficarrico
O técnico Didi Duarte também não definiu o time que vai jogar
No ABC, o técnico Didi Duarte admite que “esconde o jogo” porque o time ainda lhe provoca dúvidas.
Disse que, se tivesse o time definido, com todas as posições com seus respectivos donos, não titubearia em divulgar.
Mas é claro que Didi tem menos dúvidas e problemas que Moura
Ele pode até começar com Edson, deslocado, na lateral direita, justamente por saber que o lado esquerdo do América pode ser reforçado. Ele admitiu que, se não tivesse suspenso, Marquinhos Mossoró seria o indicado para a posição.
Paulinho não vem rendendo o suficiente para ser titular, ou para continuar titular.
O miolo de zaga do ABC ainda não é o ideal, mas por enquanto vai jogando – Tiago Garça e Leonardo.
Pelo que temos visto nos jogos, nem mesmo o experiente goleiro Yamada fez por merecer a confiança da Frasqueira.
Não sei se tem a confiança do preparador de goleiros e do técnico do time.
David, volante, a melhor contratação do ABC até agora, está de volta ao time. Com ele o ABC melhora muito o passe.
Bileu será seu companheiro de marcação, ficando com a incumbência de não se largar.
Nino e Jaime na criação. André, não sei se já está pronto, mas joga muito mais que Nino. Jaime é o cara da armação, mas ainda está fora de forma.
Didi Duarte até lamenta que ele não tenha chegado um pouco antes.
No ataque, João Paulo e mais um. Talvez tenha chegado a hora de Rodrigo Galvão.
O time deve ser esse:
Yamada, Edson , Tiago Garça, Leonardo e Renatinho; Bileu, Davi, Nino e Jaime; João Paulo e Rodrigo Galvão.
As opções e o mistério de Moura para o clássico deste domingo
Nominuto
Moura (d) faz mistério para definir o América para o clássico
Como será que o América vai contra o ABC.
Qual será a surpresa que Moura está preparando para o clássico.
Ele não vai poder contar com Luís Maranhão, volante, suspenso. Robson, zagueiro, que volta de suspensão, está no grupo.
Moura ainda tem à disposição meias de perna esquerda, e segundos volantes que trabalham com a perna direita.
Ou será que ele pode optar em escalar Saulo e Rafael Paraná e mais dois volantes de pegada?
Não sei, acho que ficaria esquisito. E mais ainda: será que Moura, precisando vencer, vai ter peito para escalar só um volante de pegada, o Júlio Terceiro?
Não creio.
Mas acho que ele não vai abrir mão de fazer mais uma tentativa com Rogerinho e Berg – ala e mais.
No ataque, apesar dessa dupla não ter ainda apresentado nada, Adriano Magrão e Ronny devem ser mantidos.
Existe sempre a esperança que jogadores que sabem fazer gol possam deslanchar.
Não sei se teria tanta paciência com os dois.
Confesso que não faço ideia do time ou mesmo do esquema de jogo que Moura vai utilizar no clássico.
Talvez ele repita, trocando Maranhão por Saulo, o time que perdeu para o Potyguar de Currais Novos.
Se assim o fizer, será ousado.
Opções:
Mouta pode escalar um 4-4-2 com Rodolpho, Thoni, Robson (Edson Rocha), Adalberto e Rogerinho; Júlio III, Elielton, Rafael Paraná e Berg; Ronny e Magrão.
Ou um 3-5-2 com Rodolpho, Edson Rocha, Robson e Adalberto; Thoni, Júlio III, Rafael Paraná, Berg e Rogerinho. Ronny e Magrão.
Ou um 4-4-2 diferente. Rodolpho, Thoni, Edson Rocha, Adalberto e Berg; Júlio III, Eliélton, Rafael Paraná e Saulo; Ronny e Magrão.
America x ABC, mais decisivo que nunca para os dois maiores rivais
Nominuto
O Machadão pode receber América x ABC pela última vez em sua história
América e ABC.
A última chance do time rubro nesse primeiro turno.
Para o alvinegro a oportunidade de consolidar uma vantagem que provavelmente ninguém mais lhe tomará.
Isso em caso de novo triunfo na competição.
Se vencer, o ABC somará 13 pontos e terá “se livrado” do único time contra quem entra em campo nesse Estadual sem poder ser apontado como favorito.
Mesmo na situação atual. Por melhor que possa estar que o rival – pontos, resultados e ambiente – sempre se ouvirá a contemporização: “clássico é clássico”.
Coisas no futebol que não mudam e tem uma validade incrível.
Para o América, uma vitória no Machadão domingo vai significar o “renascimento” e a recuperação da esperança com relação esse pedaço do Estadual.
Dos quatro jogos que vão lhe restar no turno, o América disputa três deles em casa – Centenário, depois do ABC, vai a Assu e encerra em casa contra Baraúnas e Coríntians.
Vejam só a importância de uma vitória contra o rival.
Para o ABC, se triunfar contra o América, indo a treze pontos, o alvinegro sai para jogar em Assu, recebe o Potiguar de Mossoró, faz o clássico contra o Alecrim e encerra o turno em Currais Novos.
Uma vida mais dura terá o ABC aqui pra frente.
O momento do clássico não podia ser mais picante, mais importante para os dois maiores rivais de nosso futebol.
E o clássico ainda tem uma curiosidade: pode ser o último desafio dos rivais no Estádio Machadão.
O clássico do segundo turno será no Frasqueirão, no Brasileiro os dois estão em séries diferentes, e a demolição não deve ultrapassar janeiro de 2011.
A não ser que cada um ganhe um turno, e decidam o campeonato em mais dois jogos.
Robgol confirma presença no jogo do Potyguar pela Copa do Brasil
esportebr
Robgol, ex-Paysandu, ABC, Santos, Santa Cruz e tantos clubes, volta a Currais Novos
A notícia abaixo me foi enviada pelo amigo Hélio Batista, extraída do ótimo informativo blog do Escrete de Ouro de Currais Novos.
Resta saber por qual time o grande Róbson vai torcer nesse dia, já que ele marcou a história nno Paysandu e na cidade de Currais Novos.
Róbson, amigo do meu amigo Luís Paulo de Araújo Rubin, praticamente surgiu para o mundo do futebol no extinto Currais Novos. Confira a postagem:
Agora é oficial. O ex-atacante Robgol e atual deputado estadual, Róbson, pelo estado do Pará, vai estar presente na próxima quarta-feira aqui em Currais Novos, prestigiando o jogo entre o Potyguar e o Payssandu pela Copa do Brasil.
A confirmação veio agora à tarde através do repórter Adilson Brasil, da Rádio Clube de Belém, para o Escrete de Ouro.
Robgol, que é paraibano, saiu de Belém/PA no final desta tarde com destino a sua terra Natal para visitar seus familiares, principalmente o seu pai que está bastante doente.
O ex-jogador é muito querido em nossa cidade onde jogou pelo extinto Currais Novos E.C em 1994, fazendo uma belíssima campanha.
O Alecrim funciona e vence sua primeira partida no Estadual
Gabriel Peres/Assessoria de Imprensa
Os jogdaores do Alecrim festejaram muito o segundo gol de Nêgo
O Alecrim venceu o ASSU de 2 a 0.
O time verde jogou como time grande, arriscou, procurou, achou o gol.
Diferente dos últimos jogos. Pode ainda não ser a formação ideal, mas o que é formação ideal?
A que ganha jogos, portanto Vassil Mendes acertou desta vez.
Deixou o encolhimento de lado, soltou seus alas, bem mais o esquerdo que o direito, puxou a orelha dos volantes para que se transformassem em meias quando preciso.
Bom, fazer como Chicó: “Não sei, só sei que foi assim”.
O Alecrim ganhou na hora certa, outro tropeço poderia ser fatal, e significaria que o time verde estaria fora da briga.
A vitória, além de dar o terceiro lugar, pode e deve ter ensinado uma lição ao técnico Vassil Mendes: buscar a vitória é sempre a melhor alternativa.
Se tivesse feito isso contra o América, com um homem a mais, hoje seria o vice-líder isolado, no calcanhar do ABC.
O Alecrim já tinha bons jogadores, contratou outros tantos, portanto, chega de jogar como quem quer só participar.
Ora, se ASSU, Potyguar, Potiguar, Baraúnas e Coríntians podem sonhar com o título, por que não o Alecrim.
O time verde é de terceira divisão, nome conhecido nacionalmente, pois que jogue como tal.
O time ainda precisa de uns ajustes de cobertura na defesa, preciso sempre sobrar alguém, e a passagem dos alas tem que ser mais rápida e com menos erros.
Os volantes, são muitos, precisam continuar a serem cobrados para que não joguem tanto para trás e para os lados.
No ataque, é preciso uma definição de quem será o fixo, o jogador que prende zagueiro e o segundo atacante, o que cai dos lados.
Eduardo Rocha e Zé Vanildo: "em busca da Copa perdida"
Nominuto
José Vanildo acredita na volta e no sucesso da Copa do Nordeste
O presidente da FNF, José Vanildo da Silva, acompanha o presidente da Futebol Brasil Associado, Eduardo Rocha, em "viagem de Copa do Nordeste".
Os dois acreditam na viabilização da competição que significará a redenção do futebol da região
Os potiguares vão fazer visitas aos presidentes de federações de futebol do Nordeste, numa tentativa de tornar a competição do interesse de todos.
“É preciso que todos entendam, abracem e participem deste momento de suma importância par ao futebol da região”, disse José Vanildo.
José Vanildo da Silva foi o único presidente de entidade presente ao encontro em Natal, quando ficou decidido o retorno da competição.
Na oportunidade, Vanildo recebeu inúmeros telefonemas de presidentes de outras federações.
Até do diretor técnico da CBF, o raposão Virgílio Elísio, interessados em saber da repercussão do encontro.
Por isso Vanildo acredita no sucesso da Copa.
Ele usa seu prestígio entre os colegas da região para somar esforços e conseguir a realização desse sonho que é de todos.
"A Copa do Nordeste será a redenção de nosso futebol, sairemos do prejuízo, só queremos da CBF mais uma coisa: um objetivo", disse.
Esse "objetivo" a ser tentado junto ao presidente Ricardo Teixeira, ao diretor técnico da CBF, pode ser vaga na Sul-America ou quem sabe na Libertadores.
A primeira visita que Eduardo Rocha e Zé Vanildo vão fazer será em João Pessoa, à presidenta Rosilene Brito, da Federação Paraibana.
A intenção dos dirigentes é mobilizar todos os presidentes de federações do Nordeste para que se posicionem em apoio à competição.
Depois a dupla estará em Recife por volta do meio-dia para encontra com Carlos Alberto, ex-presidente da Futebol Brasil Associado.
Os dois embarcam na manhã desta sexta-feira, esperando trazer boas notícias na volta a Natal.
No país que Simon é o melhor, o que esperar da arbitragem?
Diretoria do América faz duras críticas ao árbitro Reginaldo Gomes.
Para Ricardo Bezerra, “o juiz teve uma atuação tendenciosa e prejudicou muito o América na partida”.
Não sei os motivos, se foi de propósito, mas me pareceu a mesma coisa.
Para o dirigente, ele saiu ‘amarelando’ todo o time do América, além de inverter faltas e deixar de marcar pênalti claro sobre Rafael Paraná.
O pênalti, minha gente, foi claro. Fico incrédulo que os meus amigos da tevê não tenham, visto.
Não é possível que a rapaziada que estava em campo não tenha notado as firulas de Quirino.
Ele faz isso sempre, e Reginaldo ainda caiu na dele, ainda expulsou o Maranhão.
Quirino, que “mergulhou” todo o tempo não foi sequer advertido.
O clube deve entrar com uma representação contra o juiz na do jogo na FNF. Claro que deve.
João Maria Belmont, depois do jogo, fez críticas duras à arbitragem e também não poupou a FNF.
Ele incluiu as bolas no rol das reclamações do jogo.
João jogou duro com José, presidente, e até questionou o contrato de patrocínio da entidade e a fabricante.
Esse assunto ainda deve render alguns posts interessantes de minha parte.
Voltando a Reginaldo:
Na tevê ele chegou a desafiar, num tom que não condiz com um árbitro. “Não adianta a diretoria do América fazer essa ‘pressãozinha’, não faz efeito comigo”.
Quem disse que o América fez ou estaria fazendo pressão? Tinha uma tevê no vestiário.
No caso do “apito inimigo” de Reginaldo, além da expulsão errada, do pênalti não marcado, de algumas faltas inexistentes, um episódio me fez ter a certeza da atitude incorreta do árbitro.
O caso foi assim: o bom ala Leandro Macaxeira, do Potyguar, fez falta, achou ruim, esbravejou e jogou a bola no chão. Pouco depois, o ala Berg, do América, fez exatamente a mesma coisa, mas foi amarelado.
E ainda teve o “mergulho”, entre tantos, do atacante Quirino, e ele sequer advertiu verbalmente.
Já disse isso uma vez ou duas, ano passado, Reginaldo Gomes se complica e é muito fraco, além de ser extremamente autoritário.
Mas parece que só quem viu isso fui eu e os dirigentes do América.
Eu escrevi as queixas no meu twiter e, no intervalo, coincidentemente, Ricardo Bezerra falou a mesma coisa.
Eu em Natal, vendo na tevê, e ele em Currais Novos.