Edmo Sinedino, 51, ex-jogador profissional de futebol, natural de São Tomé/RN, formado em jornalismo pela UnP, vive de futebol desde sempre, dentro e, agora, fora dos campos. Comenta para a Rádio 96 FM, tevês Assembleia e Câmara, exercendo a profissão desde 1988, quando encerrou a carreira de atleta.
Descobri, enfim, o motivo do ódio do missivista eletrônico "João Alvinegro"
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O tamanho do "chifre" de João Alvinegro
Eu recebo quase todos os dias e-mails de um tal “ João Alvinegro”.
Sempre me surpreendo com seu ódio, suas imprecações, suas calúnias, sua raiva.
O cara sempre parece acompanhado de entidades trevosas.
Pois bem, acabei descobrindo o motivo de tanto ódio do torcedor “João Alvinegro”.
Na verdade, o missivista eletrônico raivoso é um velho conhecido nosso.
Um velho amigo de infância me disse que ele era, há anos, americano apaixonado.
Inclusive bancava aquela turma legal de meninas que se vestiam de Brasinhas.
João Alvinegro, na época era conhecido como, vejam só: ‘João da Chama Rubra”.
Chama Rubra era uma antiga facção de americanos, torcedores de verdade, do tipo que sabir ir para campo realmente para faze festa.
Se não me engano seu presidente era um sujeito gente boa chamado Jailton da Chama.
E meu amigo raivoso era o João da Chama. Americano apaixonado mesmo.
Custei a crer. Teimei muito com os meninos da rua dele que me contaram essa história.
Mas aí fui juntando os “caquinhos”, ligando pontos, colocando pontos nos “is” e me convenci.
Tinha razão de ser.
A mudança se deu por que “João Alvinegro” andou levando muito chifre. Mas tanto, tanto, que até mudou de time.
Pois é, gente, chifre não é brinquedo não. Fiquei sabendo de mais essa.
Ponta faz o cara até mudar de time.
Vou resumir a história:
João da Chama ia a todos os jogos com sua namorada, Euridinha, também americana. Era apaixonado demais por ela.
Pois bem, Euridinha acabou muito envolvida com a turma, começou a ir aos vestiários do América depois dos jogos com a desculpa de cumprimentar os jogadores pela vitória.
No começo, nosso amigo João achava legal, dava a maior força. Mas aí, seus amigos começaram a lhe advertir.
Euridinha passou a ir também quando o time perdia. Disse pra ele que ia confortar pelas derrotas.
No final das contas, João da Chama descobriu que sua Euridinha estava de caso caliente com um jogador do América.
E esse jogador, que não vou dizer o nome, foi embora de Natal e levou a namorada de João da Chama.
O cara endoideceu. Perdeu o emprego, começou a beber, esteve internado e passou um tempão sem aparecer nos estádios.
A simples menção do nome América ele tinha ataques violentíssimos.
Bom, a cura de João veio com o ABC. Ele passou a torcer pelo ABC. E agora é conhecido por João Alvinegro.
E o que eu tenho a ver com isso?
Por quê João Alvinegro me manda tantos recados obscenos e me xinga tanto?
Descobri também.
É que na época eu jogava futsal no América. E morava na mesma rua de Euridinha.
E foram dizer para João que eu tinha apresentado o jogador do América para sua noiva.
Juro que não é verdade. Depois de tantos, garanto que não fui eu.
Eu conhecia o cara, o jogador do América, só de ver jogar em campo. E eu jogava futsal no América, e não futebol de banco.
Não tive culpa de nada.
Quem apresentou Euridinha ao jogador do América, me disseram também, foi Fabíola. Não tenho certeza.
Mas acho que João da Chama, hoje o João Alvinegro não pensa assim e não acreditará na minha explicação.
O pobre do rapaz levou tanto chifre que perdeu a noção das coisas.
Se as cartas raivosas servem para amenizar sua ira, caro João Alvinegro, pode continuar escrevendo.
Torcida levava faixas pedindo a convocação do meia Sinha
Depois que noticiei no portal Nominuto a escolha de Sinha como melhor jogador do México na temporada, à noite, no Machadão, encontrei Gilberto de Nadai, seu procurador.
E conversamos sobre a escolha de Sinha. E indaguei dele a explicação, se havia, para que ele não tivesse disputado a Copa do Mundo e não continuasse na seleção.
Gilberto me disse que em todos os jogos do time, o Toluca, mesmo em cidades dos times adversários, torcedores levavam faixas pedindo sua convocação.
É. A gente chega à conclusão de que não é só nós brasileiros que temos o "privilégio" de contarmos com um "Dunga".
Abaixo, o histórico do meu amigo Marcos Trindade, pesquisador de nosso futebol.
O mais interessante, ainda segundo Trindade, é que em 1992, um jornal de Natal ao eleger a sua seleção de pernas de pau colocou Sinha.
Que absurdo.
Sinha é o potiguar mais vencedor de títulos
Sinha, jogador de futebol, nascido no Rio Grande do Norte pode ser considerado um fenômeno em termos de conquistas. É o potiguar que mais venceu campeonatos em terras estrangeiras.
Títulos pelo Toluca
Verão – 2000 Apertura – 2002 Copa dos Campeões – 2002/2003 Copa da Concacaf – 2003 Apertura – 2005 Copa dos Campeões – 2005/2006 Apertura – 2008 Bicentenário – 2010
Total de conquistas: 08
Jogos e gols
São 400 jogos oficiais, válidos pela Primeira Divisão do futebol mexicano. Também atuou pela Taça Libertadores, Copa dos Campeões da Concacaf e Copa dos Campeões do México.
Resumo
Jogos 1ª divisão mexicana: 391 Gols marcados na 1ª divisão: 46
Jogos em outros Campeonatos: 18 Gols em outros campeonatos: 04
Jogos na seleção mexicana: 49 Gols pela seleção mexicana: 06
Total geral de jogos oficiais: 458 Total geral de gols marcados: 56
Fonte: Marcos Trindade, pesquisador do Futebol Potiguar
Torcedor que sofreu enfarte não faleceu no Machadão
Corrigindo notícia desencontradas.
Está no site do ABC o esclarecimento sobre o torcedor que sofreu um enfarte.
Torcedor que sofreu enfarte está na UTI
Francisco Gameleira é ex-conselheiro do ABC e está internado na UTI.
Ao contrário de algumas notícias que circularam na imprensa após o clássico do último domingo (29), quando se dizia que um torcedor havia sofrido enfarte e falecido no estádio Machadão, o fato verdadeiro é que Francisco Gameleira, conhecido por Gama, está vivo.
Gama é torcedor e ex-conselheiro do ABC. Segundo informações passadas por seu filho, ele sofreu um infarto enquanto estava na fila das bilheterias do estádio Machadão, no último domingo (29), e encontra-se internado em estado grave e estável na UTI do Hospital Antônio Prudente.
Em nome de toda a família de Francisco Gameleira, pedimos que a Frasqueira se solidarize e faça orações para que ele possa sair dessa situação, e que em breve volte aos estádios para acompanhar e torcer pelo seu clube de coração.
Não questiono, de forma nenhuma, a homenagem que o Alecrim fez ao treinador Ferdinando Teixeira.
Na contagem de um estatístico ele completou mil jogos como técnico de futebol.
O que me compete fazer é perguntar o motivo que leva uma meia dúzia de colunistas, blogueiros e pitaqueiros a cobrar do ABC essa mesma homenagem ao treineiro.
Por quê o ABC tem que homenagear Ferdinando Teixeira?
Os caras queriam que a diretoria do ABC, engulisse essa, homenageasse o técnico justo no dia em que vai enfrentar o clube do povo num jogo decisivo.
Me parece coisa de gente sem futuro querendo chamar a atenção. Insanos!
Parece coisa de gente que vive no mundo da lua, e só raramente desperta para o mundo real do futebol, o que ele vive e trabalha.
A diretoria do ABC não tinha nada que homenagear Ferdinando Teixeira, ainda mais quando se sabe que o ex-treinador vive destilando seu ódio contra o clube e seus dirigentes.
Ao ver esses pedidos de homenagens, essas cobranças “indecentes”, me lembro dos tempos das “cruzadas” contra a administração Nilson Gomes.
Me lembro de minha luta contra o afundamento de nosso futebol, e alguns desses mesmos senhores 'decentes' jornalistas, alojados na “sala do café” de Nilson Gomes faziam uma trincheira em sua defesa.
Podem ver. Eles são quase os mesmos.
Hoje, o adversário dessa gente parece ser o ABC.
Por isso não tenho nenhuma dúvida, basta vez a ligação deles, para saber quem está orquestrando esse "combate" repetido e doentio ao clube do povo.
Esse ódio, essa espuma da inveja dirigida a um dirigente-empresário vencedor, acaba respingando no clube, na torcida, no futebol do RN.
Quanto à homenagem do Alecrim a Ferdinando Teixeira, gostaria de lembrar algumas coisas à diretoria verde:
Gostaria de lembrar de um senhor Pedro Teixeira, o Pedrinho 40. Vocês lembram dele?
Ele foi o comandante do time verde no primeiro bicampeonato de sua história – 1962/63 – e foi ele também o treinador do time campeão invicto de 1968.
Será que algum estatístico já parou para contar quando vezes Pedrinho Teixeira treinou times de nosso futebol?
Ele também, como se não bastasse, foi o comandante de nossa seleção.
Aquela, chamada de “Fantasma do Nordeste”. Que orgulho de verdade. E trreinu ABC, Força e Luz, Riachuelo, Atlético, Ferroviário e sem reforços, e sem altos salários, e sem fazer média com nenhum repórter sem vergonha.
E com um diferença monstra: naquela época era quase sem salário. E outra diferença gigante: Pedrinho 40 não trazia medalhões, ladrões, ex-jogadores para assaltar os cofres de nossos clubes.
“Seu” Pedro, querida figura, treinador de verdade, e sem formação acadêmica deve estar passando dos 80 anos, esquecido, em algum canto da cidade.
O sobe e desce do Brasileiro da Série B; análise completa da 18ª rodada
A décima oitava rodada da Série B.
Bem que Brasiliense, Bragantino e Santo André podiam ter perdido, né não?
Continuariam com 18 pontos e o América estaria colando neles.
Sim , porque depois que escrevi quase tudo sobre o jogo, e critiquei duramente o time do América, me lembrei do retrospecto do time rubro fora de casa.
Minha gente se era impressionante o jejum dentro de casa, atuando fora, o rubro se tornou um osso duro de roer.
Não é mole não.
Só perdeu para o Bahia na primeira rodada e para a Ponte Preta, na quinta.
Portanto, todas as aves de mau agouro devem recolher um pouco os prognósticos e esperar mais um pouco.
Vamos à rodada cheia desta terça-feira:
O Vila Nova, para azar do América, está reagindo. Mas também vencer o Náutico não é grande coisa.
Sempre soube da “pouca bala” do Timbu. Terminou 2 a 1 no Serra Dourada.
O Coritiba, vice-líder, estava em queda livre, se recuperou hoje. Bateu o Icasa de 3 a 0.
Eita Série B igual!
Por isso que não se pode “deitar” se achando, e muito menos “jogar a toalha”.
Revi meu conceito justamente hoje, depois do jogo do América, vendo os resultados e classificação após a rodada.
Da vitória do nosso América já falei.
Ponte Preta venceu mais uma, e continua sendo o time mais equilibrado e em ascensão nesse momento. Mas até quando?
A vítima de hoje foi o fraco Brasiliense.
Grande jogo Duque de Caxias 1 x 0 São Caetano.
O time do Rio deve ter recebido alguma “injeção” mágica de algum bicheiro.
É outro time.
O Azulão, para mim, continua candidato ao acesso. Já não digo o mesmo do Duque.
Sport bateu o forte América Mineiro de 1 a 0 na Ilha do Retiro.
Não acredito no Leão por conta da “síndrome da Copa do Brasil”.
Não confio no América/MG por conta de seu treinador Mauro Fernandes. Cedo ou tarde ele “pisa na bola”.
Bahia em ascensão tropeçou. Perdeu para o Santo André. Ruim para o América.
O tricolor baiano também não coloco no rol dos candidatos, apesar da boa classificação atual.
Figueirense 2 x 2 Guaratinguetá. Os dois são bons times. Se o Guará não oscilasse tanto estaria no G4.
Bragantino, que luta contra o descenso, assim como América, Ipatinga, Vila Nova, Brasiliense, Santo André, Icasa e Asa, venceu hoje.
Time de retranqueiro não dá para confiar. E Marcelo Veiga é fraco e joga atrás, com medo.
Nunca vai chegar a lugar nenhum. Vai depender de ajuda de “apito amigo” de novo para não descer.
O gol do jogo hoje foi da dupla potiguar: Rodriguinho chutou e Nêgo desviou. O árbitro anotou para o meia.
Ipatinga em Portuguesa ficaram no 0 a 0. A Lusa é candidata ao acesso mesmo estando em sexto.
É potiguar, um grande atleta, mas vocês conhecem alguém mais “mascarado” que o Vicente Lenilson.
Não gosto de quem faz o tipo queridinho da imprensa, mas o “Batatinha” dá azia em Sonrisal.
Fico imaginando se o currais-novense (nem sei se ele ainda diz que é da terrinha) tivesse algumas medalhas de ouro em seu currículo?
Para fazer uma entrevista com ele os repórteres sofrem. Ou sofriam. Hoje, como a bola já não está tão cheia, acho que deve estar mais maleável e simpático.
O nosso velocista afirmou que a Olimpíada de 2012 será a sua última.
Apesar de tudo, vamos ficar na torcida pelo seu brilho, apesar de toda “marra”.
A alegria de falar com meu amigo Chiquinho das Araras
Já escrevi várias vezes aqui nesse espaço a saudade que sinto de alguns grandes amigos do meu tempo de jogador profissional.
Gostaria de poder reencontrar muitos deles.
Hoje, com a ajuda dessa ferramenta maravilhosa chamada internet consegui conversar, depois de ficar sabendo o número de seu telefone, como meu amigo Chiquinho das Araras.
Foi um papo de um bom tempo.
Chiquinho jogou em Natal pelo Alecrim e Riachuelo.
Participou do Alecrim campeão de 1985. Era titular da equipe até que se contundiu seriamente no joelho.
E foi antes, no Riachuelo, time do saudoso dirigente Garrincha que ele estabeleceu um recorde aqui no RN.
Está registrado nos anais da CBF: Chiquinho das Araras marcou seis gols numa só partida. *Riachuelo 8 x 1Atlético.
Bom, voltando ao papo: fiquei feliz demais em saber que Chiquinho administra um condomínio em Fortaleza, quase uma cidade, mais de 2.500 moradores.
Me disse também que reside na capital cearense, e ainda promove eventos –vaquejadas e shows, mais localizado na sua terra de nascimento, Araras-CE.
É lá onde ele tem seu gadinho, um parque de vaquejadas, suas terras.
Aliás, essa era uma das lembranças mais marcantes do meu amigo Chiquinho.
Esse seu traço de homem do campo, honrado, de palavra, amigo dos amigos.
Graças a Deus, deu para sentir, que “Francisco” está muito bem de vida. Resolvido, trabalhando e feliz.
Está casado há 23 anos e tem dois filhos.
Engordou, natural, está com 90 quilos, e não tem mais a cabeleira dos tempos de jogueiro.
Chiquinho perguntou por todos, deu notícias de outros e manifestou seu desejo de mostrar Natal, terra onde viveu dias felizes, diz ele, a seus filhos.
Uma alegria muito grande falar com meu amigo.
Espero que outros grandes amigos se manifestem, terei enorme prazer, tal qual o que tive hoje.
* O jogador que fez mais gols numa única partida no Machadão, foi o centroavante Chiquinho das Araras, do Riachuelo, com seis gols numa goleada sobre o Atlético (8x1). Isso aconteceu no dia 28/02/1988, completando os gols Rômulo e João Maria, Mauro fazendo o do Rubro Negro.
Com novidades, América tenta a primeira vitória em Natal
No meu comentário de hoje o Jornal 96, da Rádio 96 FM, falo sobre o jogo do América hoje à noite, e das prováveis estreias dos reforços Cristiano Alagoano e Juca. O rubro vai tentar a primeira vitória em Natal.