Na Cidade da Criança, brinquedos enferrujados, mato e lixo fazem parte do cenário atual.
Interditada há pelo menos um mês, a Cidade da Criança, administrada pela Fundação José Augusto (FJA), só deverá abrir ao público quando as chuvas que caem na capital potiguar derem uma trégua. Pelo menos foi o que afirmou o diretor-geral da FJA, Crispiniano Neto.
Segundo ele, a Cidade da Criança foi interditada temporariamente para preservar a segurança das crianças. “Temos que ter prudência nos atos. Iremos aguardar a meteorologia. Não podemos empregar recursos, com esse clima chuvoso”, alegou.
Sobre os recursos para fazer reparos necessários, Crispiniano Neto informou que o dinheiro já está assegurado. “São R$ 135 mil garantidos pelo Governo do Estado para serem empregados nos reparos que serão feitos na Cidade da Criança”, garantiu.
Ele acrescentou que o projeto de reforma resolverá definitivamente os problemas de infra-estrutura do parque. “Dotaremos ele (o parque) de condições dignas. Será um espaço cultural e de lazer para as crianças de Natal e seus familiares”, enfatizou.
O diretor-geral da FJA aproveitou para lembrar que durante os últimos meses, um trabalho de manutenção vinha sendo feito, mas, com as fortes chuvas, foi prejudicado.
Crispiniano Neto citou sobre um antigo e sério problema que aflige a Cidade da Criança. “É um absurdo. A Caern despeja, dentro da Cidade, tubulações de águas servidas e pluviais dos logradouros situados acima da topografia da área”, reclamou.
A interdição temporária da Cidade da Criança foi comunicada pela direção da Fundação José Augusto à Promotoria de Justiça do Ministério Público.