Cientistas brasileiros descobriram três substâncias, encontradas em algas marinhas, que poderão ser usadas para a elaboração de um anti-retroviral nacional, ou seja, um medicamento que inibe a reprodução em células do vírus HIV causador da aids. O anúncio foi feito neste sábado (29).
Agora, os cientistas devem fazer um medicamento que seria utilizado principalmente pelas mulheres para a prevenção da doença. Seria uma espécie de creme ou espuma vaginal que seria usado pelas mulheres para evitar a contaminação pelo HIV.
As descobertas representam os primeiros medicamentos brasileiros em fase de estudos pré-clínicos. A idéia é ter, em 2010, um medicamento pronto para estudo clínico em humanos. No mercado, a previsão é para 2015.
O estudo que resultou na descoberta vem sendo realizado há 13 anos por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), da Fiocruz; Fundação Ataulpho de Paiva (FAP) e Universidade Federal Fluminense (UFF) e contou com investimentos de US$ 1,5 milhão. O projeto é apoiado pelo Programa Nacional de DST/Aids, do Ministério da Saúde.
Outros planetas
Astrônomos da UFRN deverão anunciar nas próximas semanas dois importantes resultados do trabalho desenvolvido em um consórcio com alemães e italianos. Apesar do coordenador da pesquisa, Renan de Medeiros, não ter adiantado do que se trata porque ainda deverá sair a publicação oficial, tudo indica que deverá ser a descoberta de novos planetas. O mesmo consórcio já descobriu três planetas gigantes fora do sistema solar.
Outros planetas II
Aliás, a matéria da seção “Tecnologia” da edição deste sábado do Nasemana é “Em busca de planetas gigantes” que trata sobre a participação de pesquisadores da UFRN no Sloan Digital Sky Survey - III (Levantamento Digital do Céu “Sloan”), um importante consórcio com americanos e que também vai atuar na busca por planetas gigantes e na “previsão” da evolução do sistema solar.
Fadiga Crônica
Dor na garganta recorrente, Gânglios no pescoço ou nas axilas, Dor muscular, Dor em múltiplas articulações, Cefaléia, Sono não restaurador, Mal-estar após exercícios físicos, Perda de memória e concentração. Se você tem pelo menos quatro desses sintomas, provavelmente, você sofre de fadiga crônica.
A chamada Síndrome da Fadiga Crônica (SFC) atinge cerca de 4% da população e a incidência é maior entre as mulheres de 20 a 50 anos.
Muitas vezes confundida com depressão e fibromialgia, a SFC deve ser tratada com medicamentos, como analgésicos, antiinflamatórios e antidepressivos entre outros. O acompanhamento psicológico também é importante, além dos exercícios físicos aeróbicos programados. Mas tudo isso, só depois de um diagnóstico correto do médico.
Crianças e Internet
As crianças brasileiras passam cada vez mais tempo na Internet. Segundo o Ibope/NetRatings, no último mês de julho, gastaram cerca de 19h28min na frente do computador, acessando, principalmente, redes sociais, mensageiros instantâneos e sites de jogos.
Foram cerca de 2,5 milhões de crianças de dois a 11 anos navegaram na internet residencial brasileira no mês de julho,o número equivale a 10,6% do total de pessoas que acessaram a rede.
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