O América perde mais dois pontos, desta vez para o Cuiabá

Edmo Sinedino,

Pena quando a gente não assiste ao jogo. Fica difícil demais de falar.

Escutando, sofrendo pelo rádio, imaginando os mesmos erros, tão previsíveis, do time rubro.

Erros de marcação, de recomposição, de falta de qualidade na chegada no ataque. Nas bolas “jogadas” à sorte de Pardal ou Max.

E ainda, normalmente, escutando depois as queixas, críticas sempre aos mesmos impotentes jogadores de ataque.

Roberto Fernandes preferiu, de novo, começar com Rafael Estevam na esquerda. Mesmo jogando com Léo Gago e Álvaro no meio-campo.

Estranho isso. Diria até, absolutamente incompreensível. Não entendo como se tem um ótimo jogador e se faz a opção por um muito mais fraco, em todos os sentidos.

Sim, porque nem mesmo marca bem o Rafael Estevam.

Como esperado, o América faz um primeiro tempo ruim. Piorou, claro, quando tomou o gol, falha de Pantera, dizem, ainda não vi.

No segundo tempo ele não vem com Artur Henrique. Mateus e Reys entram nos lugares de Léo Gago e Álvaro.

Álvaro, pelo que ouvi, participava bem do jogo. Rafael Estevam, não. Mas, repito, não estava vendo.

O América empata em falha da defesa. Felizmente, Max voltou a marcar e quebrou um jejum que durava desde o jogo da primeira fase, contra o próprio Cuiabá.

O América tomaria o segundo gol, de pênalti, não vi ninguém reclamar, e depois voltaria a empatar com Adriano Pardal.

O treinador do América ainda trocaria Nininho, ala, por Bruno Farias.

Burno Farias, Reys, Nininho, Léo Gago faz parte de um grupo de jogadores contratados que, insisto em dizer, o América não precisava.

Pelo menos, acredito, de jogadores com sua característica, talvez fazendo uma exceção ao Nininho, mas mesmo assim o time tem, ou tinha, Lucas Néwiton, que é mais marcador.

O América cometeu erros, diria mais, o treinador Roberto Fernandes vem cometendo erros de avaliação, escalação, contratação que, espero, não atrapalhe a classificação.


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