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Enviada em 11/11/2008 às 11h39min

Governadora acompanha as obras do complexo cultural da Zona Norte

Cerca de 70% das obras estão concluídas e a previsão é de que a construção seja entregue e inaugurada em janeiro de 2009.
Isabela Santos
Wilma: 'Caldeirão do Diabo será o Caldeirão da Cultura'
A governadora Wilma de Faria visitou na manhã desta terça-feira (11) as obras do Centro Cultural da Zona Norte, na avenida João Medeiros Filho, onde funcionava a Penitenciária João Chaves.

“O Caldeirão do Diabo, como era conhecida a penitenciária, está se transformando no Caldeirão da Cultura”, diz a governadora.

Cerca de 70% das obras estão concluídas e a promessa é de que a construção seja entregue e inaugurada em janeiro de 2009. O investimento total é de R$ 5,5 milhões.

O complexo cultural da Zona Norte inclui também a construção da sede da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN). Segundo a governadora, "essa universidade funciona, hoje, precariamente em uma biblioteca e precisava de uma nova estrutura".

O prédio vai abrigar um cine-teatro destinado à montagem de eventos públicos e apresentações de peças teatrais, filmes e shows, com capacidade para 240 pessoas e quatro camarins; uma galeria/pinacoteca; praça de alimentação; quatro lojas de alimentos; cinco salas para realização de oficinas de trabalhos manuais; sala de informática; seis lojas de artesanato; dois mini-auditórios com capacidade para 60 pessoas, cada; sala de administração; banheiros; quatro salas de música; uma de dança e uma passarela que liga o Centro ao Campus da UERN.

Na ocasião, Wilma de Faria anunciou que a administração do complexo ficará por conta da Fundação José Augusto. A notícia foi recebida com surpresa pelo diretor-geral da FJA, Crispiniano Neto.

Antes da chegada da governadora, ele acreditava na possibilidade de a administração ser feita pela UERN, principalmente por causa de sua nova localização.

“Normalmente os equipamentos culturais são entregues à FJA, mas se a Universidade, que vai ficar do lado do complexo, quiser administrar, não haverá problemas de nossa parte. O importante é que se faça cultura”, afirma Crispiniano.

Já o secretário estadual de Infra-Estrutura, Adalberto Pessoa, deixa clara a sua preferência pela administração da universidade. “Desde o começo a sugestão era de passar para a UERN, mas isso quem decide é a governadora”, esclarece.

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