Ao mestre Geninho, com carinho!

Edmo Sinedino,

genin_09Ao mestre Geninho, com carinho.

Agradeçam, meninos do ABC!

Acostumado a ver picaretas insanos, insensíveis, ocos, analfabetos, enganadores passarem, por Natal é um verdadeiro bálsamo ter Geninho, principalmente, ouvir Geninho entre nós.

Sei que futebol é resultado, e amanhã podem estar gritando no seu ouvido, chamando-o de burro, mandando-o embora.

É futebol. E ele, mais que ninguém sabe disso.

Tive um contato só com Geninho.

Dia desses ele participou do programa “Prorrogação” na tevê Assembleia, comigo, Ana Aline e Mállyk Nagib, alías, audiência monstra naquele dia.

De outras vezes só o acompanho pelas entrevistas.

Perscrutando seus gestos, palavras, até mesmo jeito de olhar do mestre que vai completar 68 anos nos próximos dias, fui decifrando o ser humano.

Não anoto o que ele diz, mas certamente vários ensinamentos foram assimilados pela parte de meu cérebro que sempre separa e guarda coisas importantes.

Na entrevista que foi ao ar nesta segunda-feira, feita depois do empate no clássico, Geninho protegeu com tanta elegância os meninos zagueiros que achei importante fazer esse registro.

Em nenhum momento ele fez aquele comentário “fatídico” de que a “falta de experiência” atrapalhou, decidiu, ou algo do tipo, e que, infelizmente, escuto costumeiramente no pobre futebol do RN.

Quantos picaretas já passaram por Natal e sacudiram a culpa nos garotos...

Geninho justificou sutilmente a substituição do Jérferson pelo fato dele ter tomado cartão.

Quando eu sei, ele sabe que, se não tivesse tirado o garoto teria perdido o jogo e “queimado” para sempre um bom valor.

Ele fez isso porque sabe que, nas redes sociais, nas esquinas, nos bares, nas repartições públicas, lanchonetes, muita gente está sacudindo tudo de ruim que aconteceu para o ABC, no jogo, nas costas deles.

Meus respeitos, treinador Geninho!



Gustavo Bastos diz que foi vítima de fake no twitter

Edmo Sinedino,

Gustavo Bastos disse que foi vítima de fake. Uma conta falsa no twitter.  O atleta nega que tenha escrito o que apareceu nas redes sociais.

Nesses tempos de loucura e de tantos boatos, calúnias, agressões, difamações, sinceramente, não duvido nada.

Segundo o presidente Judas Tadeu, o jogador foi avisado do seu corte da relação porque havia utilizado, durante a semana, em tratamento, um medicamento que entrou recentemente na lista de substâncias proibidas.

Pouca coisa para tanto alarde.

Semana do clássico, bola para a frente, o ABC vai precisar muito do zagueiro na partida deste sábado.



Torcedores do América contra o golpe

Edmo Sinedino,

amegolpe_09Em quase todos os jogos importantes pelo Brasil torcedores de vários clubes – Corinthians, Santa Cruz, entre tantos outros, e agora do América, saem em defesa da democracia.

O golpe é uma vergonha para nosso País e fica claro que maioria absoluta do povo brasileiro está contra.

Parabéns ao grupo de torcedores do América!



O "onze" do ABC tem que render

Edmo Sinedino,

geninho4_09Os problemas do ABC.

O que aconteceu com esses meninos? Pelo amor de Deus! Não querem jogar. Entendo como devem estar se sentindo, mas não se pode ser tão displicente.

Gustavo Bastos e Léo Fortunado não jogando...problema em dobro para Geninho.

O que aconteceu com Erivélton e Jones Carioca?

Foi a marcação?

Acho que sim, pois senti que esses dois jogadores foram alvos da atenção maior dos marcadores do América.

Tanto foi assim que o Lúcio Flávio conseguiu fazer, enfim, um bom jogo.

O ABC, outra coisa que ficou evidente no clássico, tem, no banco de reservas, no plantel, menos opções que o América.

Os onze têm que render...



Jogadores que decidem

Edmo Sinedino,

thiago1_09Rômulo e Thiago Potiguar. Esses dois importantes jogadores devem jogar.

O centroavante, autor dos dois gols, saiu de campo sentindo uma contusão na coxa, mas foi reavaliado na tarde desta segunda-feira.

Ele permanece em tratamento e deve ser liberado na quarta-feira, assim como Thiago Dutra.

Já Thiago Potiguar sofreu um quadro de dipneia, falta de ar, por esforço, mas está perfeitamente bem.

Thiago mostrou mais vez sua qualidade técnica.

Ficou evidente na partida de domingo a importância, para o América, dos jogadores que sempre cito – Pantera, Boaventura, Cascata e Mateus.

O último, garoto bom de bola, fica evidente, vinha sendo mal aproveitado e deveria, já falei isso duzentas vezes, ser efetivado.

Três volantes é exagero.

Tanto é que, com os três, o América tomou dois gols de bola parada, e um de jogada de linha de fundo: onde estavam os três volantes?

Por último, fico boquiaberto quando vejo nas redes sociais, pessoas que se dizem torcedores do América, fazendo críticas injustas ao Cascata e Pantera, por exemplo.

E nesse jogo, ainda teve quem criticasse Cazumba. Cegueira. O ala foi um dos melhores do jogo.


O "tapa de luva" da diretoria do ABC

Edmo Sinedino,

O “tapa de luva” diretoria do ABC.

Era isso que devia ser feito.

Veja abaixo:

Diretoria unifica preço dos ingressos e agora todos pagarão R$ 30 / R$ 15

A diretoria abecedista se reuniu nesta sexta-feira (29) e resolveu unificar o valor dos ingressos para o segundo e decisivo jogo da grande final do Campeonato Potiguar 2016, marcado para o dia 7 de maio, no estádio Frasqueirão. A partir de agora, o torcedor pagará para o setor de arquibancada o valor de R$ 30,00 (Inteira) e R$ 15,00 (Meia entrada), e para o setor de cadeira, R$ 60,00 (Inteira) e R$ 30,00 (Meia entrada).

Desta forma, com todos os torcedores pagando o mesmo valor para o setor de arquibancada, foi encerrada a promoção para os sócios, que podiam adquirir até o próximo dia 3 de maio, dois ingressos extras com o valor promocional de R$ 30,00 (Inteira) e R$ 15,00 (Meia entrada).

Além disso, o torcedor não-sócio que adquiriu o seu ingresso para arquibancada com o valor de R$ 40,00 (Inteira) ou R$ 20,00 (Meia entrada), deverá comparecer ao Espaço Mais Querido, localizado no estádio Frasqueirão, para ser ressarcido da diferença do valor pago anteriormente. O ressarcimento acontecerá até o próximo dia 6 de maio.

Confira os detalhes:

Arquibancada: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).

Cadeira: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia).

PONTOS DE VENDA

SterBom – Midway:

Segunda-feira à sexta-feira: das 10h às 21h;

Sábado: das 10h às 22h;

Domingo: das 12h às 22h.

SterBom – Carrefour Zona Norte:

Segunda-feira à sexta-feira: das 9h30 às 17h30;

Sábados: das 9h30 às 13h30.

SterBom – Shopping Natal Sul:

Segunda-feira à sexta-feira: das 9h30 às 17h30;

Sábado: 9h30 às 13h30.

On Line For Men – Norte Shopping:

Segunda-feira à sexta-feira: das 10h às 22h;

Sábado e domingo: das 10h às 22h.

On Line For Men – Hiper Prudente:

Segunda-feira à sexta-feira: das 9h às 21h;

Sábado: das 9h às 21h;

Domingo: das 9h às 15h.

On Line For Men – Via Direta:

Segunda-feira à sexta-feira: das 9h às 21h;

Sábado: das 9h às 21h.

On Line For Men – Parnamirim:

Segunda-feira à sexta-feira: das 8h às 18h;

Sábado: das 8h às 14h.



Pouco mais de 14 mil torcedores na Arena

Edmo Sinedino,

Pouco mais de 14 mil pessoas na Arena das Dunas, primeiro jogo da final do Estadual, 3 a 3, entre ABC e América.

Era o que a direção do América queria, acho eu.

Estranho. Já na sexta-feira muita gente falava que mais de 17 mil ingressos já haviam sido vendidos.

De novo, na Arena, paz absoluta, então, me pergunto: por quê não liberar mais ingressos para a torcida do ABC.

A Arena não teria tantos “pontos azuis”, uma pena.



Handebol potiguar é campeão nas duas categorias no Open de Recife

Edmo Sinedino,

cadete1_09Festa dupla no handebol do Rio Grande do Norte, representado pelo Instituto Educacional O Mestre, na Copa Recife Open de Handebol, as equipes do professor Júnior Cardozo trouxe os dois títulos para Natal.

Isso mesmo. Na categoria Cadete, O Mestre do RN não tomou conhecimento da equipe da IFMA/MA e venceu com facilidade pelo elástico placar de 16 a 8.

A garotada festejou muito a conquista desse troféu interestadual. O professor Júnior, no entanto, ainda tinha mais uma missão.

A decisão juvenil. O Mestre enfrentaria o Ájax, adversário da casa, ginásio tomado pela torcida deles, no Colégio Santos Dumont.

De novo ficou evidente a supremacia do handebol potiguar e a equipe Juvenil, em partida emocionante, venceu de 18 a 12.

Portanto, duas conquistas importantes, a mais, para o handebol do RN. As duas equipes voltam para Natal campeãs, invictas, com campanhas impressionantes.

juvena1_09


Melhor nível é o paulista; Fabinho, ex-América, perto do título no Sul

Edmo Sinedino,

A final paulista.

Um futebol de melhor nível. Uma partida de belos gols, de várias situações de gols, o que é mais importante.

Audax e Santos empataram por 1 a 1 na primeira decisão do Campeonato Paulista, neste domingo, em Osasco.

O Audax abriu o placar com Mike, e o Santos empatou com Ronaldo Mendes. Olha o ex-abcdista aí de novo.

Equipes primam pela valorização da posse de bola, têm qualidade técnica e, sinal claro, bons treinadores em seus comandos.

A segunda final será no próximo domingo, na Vila Belmiro. Quem ganhar, leva a taça. Se houver empate, decisão será por pênaltis.

No Gauchão, o Inter deu um grande passo para a conquista do título, vencendo o Juventude de 1 a 0, no Alfredo Jaconi.

Fabinho, ex-América, jogador muito querido em Natal, pode conquistar seu primeiro título no Colorado.

Em Minas, o América de Allison e Adalberto, zagueiros potiguares, venceu o Galo de 1 a 0 no Independência.

Adalberto, contundido, ficou fora. Suéliton, ex-ABC, fez a dupla de zaga com Allison. Domingo, a segunda partida é no Mineirão. O Coelho joga pelo empate.



Brilha o goleiro Martín Silva, de novo, na vitória do Vasco

Edmo Sinedino,

No Rio de Janeiro, o Vasco, a imprensa diz “mais eficiente”, venceu o Botafogo de 1 a 0.

A diferença crucial para o Vasco, de novo, simples assim, foi o goleiro Martín Silva. Ele fez defesas milagrosas, saídas espetaculares nos pés de atacantes do Botafogo, contou com a sorte e garantiu a vitória de seu time.

Pelo lado do Botafogo, nem tão exigido, Jéferson falhou feio e Jorge Henrique, baixinho, se aproveitou para fazer o único gol do jogo.

O Vasco segue bem, acreditem, com Jorginho de treinador, Diguinho entrando sempre para o time ficar mais “fechado”, e com Rodrigo como “xerifão”.

Paupérrimo futebol do Brasil.

Domingo que vem tem a segunda partida.



Campinense cede empate e perde título do Nordeste

Edmo Sinedino,

O Campinense esteve perto de conquistar o bicampeonato da Copa do Nordeste. Abriu o placar com o artilheiro Rodrigão, mas cedeu empate.

O time coral pernambucano venceu o jogo de ida, em Recife, de 2 a 1.

Pena, seria um título muito importante para a carreira do professor Francisco Dia.

Contudo, mesmo sem a conquista, ninguém pode desmerecer o grande trabalho do treinador potiguar.

No final da partida, a torcida raposeira aplaudiu os jogadores do Campinense pela grande campanha.

O Campinense se volta agora para a final do Paraibano.

A missão do treinador nessa hora é não deixar que a perda de um título tenha influência negativa na disputa de outro.

Pelo lado do Santa Cruz, de novo, o atacante Wallyson não participou, e de novo viu um concorrente direto – Artur – marcar o gol do título inédito.



América 3 x 3 ABC: um jogão, mas sem grandes destaques individuais

Edmo Sinedino,
classico3-h

A análise, com notas, dos jogadores de América e ABC, clássico que terminou empatado de 3 a 3 na tarde deste domingo, na Arena das Dunas.

América

Pantera (foto) – Não teve culpa nos gols e fez, pelo menos, duas defesas espetaculares, uma em cada tempo. Nota 7,5.

Gabriel – De novo, contido. Mais lateral que ala. Um exagero, já que o time rubro tinha três volantes de contenção. Nota 5.

Boaventura – Marcou um gol, de novo, fez festa, provocou, mas deixou a desejar no seu desempenho como zagueiro. Marcou mal e não esteve presente nos lances defensivos. Nota 6.

Gustavo – Muito falho na marcação, por cima e por baixo. Chegou sempre atrasado nos lances e teve uma atuação abaixo da crítica. Pelo que vem jogando, nunca mereceu ser titular. Nota 3.

Cazumba – Realizou uma grande partida. Marcou bem, fechou seu espaço como lateral e sempre foi opção de ótimas jogadas. Quase marca um gol de falta e esteve sempre muito perto do gol do ABC. Nota 8.

Felipe Macena – encarregado da marcação de Jones Carioca, até que levou vantagem, mas apareceu muito pouco no quesito “jogar”. Nota 5.

Thiago Dutra – Não entendo um time com três volantes, mesmo porque nenhum dos três saiu para o jogo. Dutra foi peça, se não nula na marcação, mas que pareceu sem função. Nota 4.

Bruno Renan – Seria, no meu entendimento, o jogador para sair mais, aparecer junto com Cascata, ser elemento surpresa. Pouco ou nada disso realizou. Nota 4.

Cascata – Como sempre, o jogador de melhor passe, de boa articulação, só achei que ele estava isolado nessa função. Melhorou tudo quando o Thiago passou a voltar mais e dividir a tarefa com ele. Nota 7,5.

Thiago Potiguar – Um jogador diferenciado. Participou diretamente de dois, dos três gols do América. O melhor momento do América foi quando ele passou a dividir a criação com Cascata e cair dos dois lados do campo. Saiu depois de desmaio. Nota 7,5.

Rômulo – Mostrou que tem faro de gol,  que sabe marcá-los, contanto que a bola chegue. Marcou dois e teve uma boa atuação. Nota 7,5.

Mateus – Entrou e deu mais velocidade, contudo, não foi tão acionado como deveria. Nota 5.

Pedro Ivo – Entrou e não teve tempo de realizar muita coisa. Sem nota.

Alan Silva – Não entendi a sua entrada. Sem nota.

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ABC

Vaná – Não teve culpa nos gols, assim como Pantera, e também fez duas ou três defesas muitos importantes. Nota 7,5.

Filipi Souza – Passou pouco no segundo tempo, melhorou no segundo, mas ainda não deu a opção continuada que o ala precisa oferecer. Nota 6.

Montanha – Foi infeliz no lance do primeiro gol do América, mas acabou fazendo um bom jogo, levando em consideração que entrou no “fogo”. Nota 6.

Léo Fortunato – Difícil. Na hora que você mais precisa de um jogador, partidas decisivas, contusões repetidas. Sem nota.

Alex Ruan – O ala esquerda fez uma boa partida. Marcou bem, mostrou muita garra e boa participação nas jogadas de ataque. Nota 7,5.

Márcio Passos – Bom jogo do volante. Marcou, saiu para o jogo e ainda fez o gol do empate, especial, subindo mais que Boaventura, aos 48 minutos. Nota 7,5.

Erivélton – Discretíssimo e numa partida que o ABC precisava muito de uma participação sua muito maior. Criou poucas jogadas de ataque como sempre vinha fazendo. Nota 6.

Lúcio Flávio – Fez um bom jogo. Esteve mais participativo, procurou muito mais o jogo, tentou algumas jogadas e encontrou espaço para bons passes. Nota 7.

Echeverría – Um primeiro tempo ruim, sumidaço do jogo, mas no segundo, animado pelo lance do gol aos 2 minutos, começou a participar muito mais, brigar na retomada, dar velocidade na ligação e ainda marcou um belo gol. Nota 7,5.

Jones Carioca – Alternou bons e maus momentos, no primeiro e segundo tempo. Foi importante porque sempre segurava jogadores do América preocupados em marcá-lo. Nota 7.

Nando – Apesar de não ter feito gols realizou um bom jogo. Brigou, tentou, chutou no gol, abriu espaços e deu passe, um belo passe, para gol. Nota 7,5.

Jérferson Lima – Entrou num “fogaréu” e sentiu. Geninho o tirou no intervalo. Sem nota.

Zaquel – Entrou e ajudou a evitar que o América retomasse o meio-campo. Fez um bom jogo como volante de marcação e, desta vez, não errou passes. Nota 6,5.

Chiclete – Entrou e procurou dar mais dinamismo e rapidez à ligação do meio-campo e ataque do ABC. Nota 5.



Em clássico emocionante, ABC arranca empate aos 48 do 2º tempo

Edmo Sinedino,
classico-h

A falta de peças de reposição para o treinador Geninho, principalmente no sistema defensivo, quase determina a derrota do alvinegro na primeira partida da final.

Pelo lado do América, a falta de ousadia, a insistência com três volantes num momento da partida em que o ABC estava batido, proporcionaram a reação e o empate.

Quando terminou o primeiro tempo vencendo de 2 a 0, ao invés de aproveitar o momento de completo abatimento do adversário, o América se encolheu, perdeu posse de bola e entregou o comando da partida.

O placar de 3 a 3, seis gols, num grande jogo, acabou sendo justo, mas pela forma como se deu – o América esteve duas vezes à frente do placar – acabou por dar um gostinho de vitória ao time do ABC.

O Jogo

No primeiro tempo, logo no início, se valendo de uma falha do garoto Montanha, o artilheiro Rômulo voltou a brilhar. Ele não desperdiçou o presente e marcou o primeiro gol da partida.

Desse momento em diante, o ABC, mesmo de forma desorganizada, passou a ter mais posse de bola e comandava as ações. Pecava na organização final.

Pouco tempo depois, para complicar ainda mais a situação do treinador Geninho, o zagueiro Léo Fortunato sentiu a lesão e deixou o campo. De novo, num “fogaréu” danado, dois meninos da base.

O América despertou para a oportunidade.

O time rubro, que tinha Cascata, isolado, organizando as jogadas de ataque, passou a trazer, a contar com o Thiago fazendo também a função de ligação e, ao mesmo tempo, chegava com perigo pelos dois lados do campo.

Antes de marcar o segundo, com jogadas criadas por Thiago, o América chegou a ter duas chances de ampliar, mas desperdiçou.

E quando tudo indicava que o primeiro tempo terminaria assim, já mal para o ABC, Thiago Potiguar faz bela jogada individual sobre o titubeante e assustado Jérferson Lima, e encontra Rômulo livre na área. 2 a 0.

Festa para o América. Terror para o ABC.

O segundo tempo se desenhava com cores nada positivas para o campeão do segundo turno.

Fiquei imaginando o que Geninho poderia fazer nesse intervalo. A mudança, um zagueiro inseguro, por um volante de pegada que nunca havia feito um bom jogo, não parecia ser a melhor solução.

Saiu Jerferson e entrou o volante Zaquel.

O futebol, no entanto, sempre nos surpreende.

E não foi pela entrada de Zaguel que o ABC foi bucar o jogo. Discordo de quem disser isso. Foi muito mais pela mudança de postura das duas equipes.

O América se fechou, abdicou de jogar, e o ABC foi para cima. E o time do povo teve a imensa sorte de marcar um gol logo cedo, aos dois minutos.

Echeverría levantou a bola na área, a defesa do América não cortou – muito mal a defesa rubra no jogo aéreo – a bola bateu nas costas de Thiago Dutra que foi no lance com o “pescoço encolhido” e gol do ABC.

O ABC conseguia, na base da vontade, da compactação, interromper todas as tentativas de ligação do América.

A bola não chegava mais em Cascata ou Thiago Potiguar e, também, claro, não servia o centroavante Rômulo.

O gol primeiroi serviu para tocar fogo na partida e colocar em polvorosa o sistema defensivo do time rubro.

O ABC pressionava e dava mostras claras que ia em busca do gol de empate e conseguiu essa igualdade logo aos 16 minutos.

Antes, em belo lance de Cascata pela direita, Thiago perde gol mais feito do jogo. Se fizesse, àquela altura, sei não, mas que seria o fim da empolgação do ABC.

E logo em seguida veio o castigo.

A bola cruzada na área, Nando que, finalmente, se encontra como atacante – finalizador e preparador – dá um passe primoroso, rolando para trás com o solado da chuteira (não de calcanhar) a bola que encontra o paraguaio.

Echeverría bate de perna direita, tirando do Pantera. 2 a 2.

O ABC dá mostras de que vai repetir a virada espetacular que conseguiu pela Copa do Brasil, diante do Goianésia.

O jogo recomeça com mais igualdade. E depois do empate, o ABC parece tirar o pé do acelerador.

Thiago Potiguar desmaia no gramado e dá um susto em todo. Recuperado, falando, ele sai para a entrada de Mateus.

No ABC entra Chiclete no lugar de Erivélton. No América, além de Mateus, Pedro Ivo ocupa o lugar de Thiago Dutra.

O jogo cai um pouco de produção, em emoção também. Seguem-se jogadas sem muita criatividade, de tentativas isoladas.

O jogo fica morno, as duas equipes parecendo não ter forças de tentar mais nada. Um engano.

E a torcida do ABC viu, desenganada, depois de cruzamento de Cascata, Flávio Boaventura subir e marcar o terceiro gol do América, aos 31 minutos.

Decidida a partida? Ainda não. Moura faz entrar Alan Silva (ainda?) no lugar de Rômulo, e se encolhe de novo.

Medida acertada? Nunca se sabe.

Mesmo sem muita força, o ABC ainda tenta, mas depois de tentativas vãs, numa bola parada – escanteio cobrado por Lúcio Flávio -, Márcio Passos sobe na frente de Boaventura, vejam só, e empata novamente a partida, aos 48 minutos.

Festa da torcida do ABC. A comemoração é justificada, afinal a equipe esteve três vezes atrás do placar e foi buscar o empate.

Sábado, dia 7, jogo da volta no Frasqueirão.



O time do América para o clássico

Edmo Sinedino,

Sinceramente, não acredito que por três cabeças pensantes possam ter passado, por um instante sequer a possibilidade de um time com Luís Eduardo e Rômulo como dupla de ataque.

Um retrocesso tão grande, acho, quanto o que o Brasil vive politicamente. Nem mesmo se usa mais um atacante fixo, paradão na frente, imaginem dois.

Não concordo, mas respeito se o escalado for Gustavo na quarta zaga. Um jogador lento e sem recursos técnicos.

Também vou compreender a escalação de Cazumba, que fez jogos de rendimentos alternados, mais ruins que bons.

No meio-campo não é para haver dúvida entre Pedro Ivo e Bruno Renan. Os dois devem jogar. Thiago Dutra nada acrescenta.

Como ainda acho que o Thiago Potiguar vai para o jogo, vou esperar mesmo até amanhã para saber o time rubro.

Pantera, Gabriel, Boaventura, Zé Antônio e Bruno; Pedro Ivo, Bruno Renan, Mateus, Thiago Potiguar e Cascata; Rômulo.

Essa, para mim, a melhor formação.



Clássico do Sub-17 aconteceu mesmo no "finado" JL; ABC venceu

Edmo Sinedino,

abcmeca_09Ainda não foi desta vez. José Vanildo não deu atenção, de novo, às bases. A partida ABC x América, Sub-17, foi disputada no interditado JL.

Uma vergonha que um simples ato não pudesse se tornar real, mesmo diante dos apelos dos torcedores e todos que fazem o futebol.

A quinta rodada teve o clássico como destaque, e o ABC venceu de 2 a 1. Fessim marcou duas vezes, Jéferson descontou.

Ainda tivemos, o primeiro jogo da rodada, Globo 4 x 3 Riachuelo, e Santa Cruz fez 2×1 Clube Atlético Potengi.

O ABC é o líder da competição com 13 pontos. O América tem seis pontos e está na quarta colocação.

Os pais de atletas, torcedores das duas equipes, “aplaudem” o descaso do presidente da FNF, José Vanildo da Silva, também conhecido com o “Coveiro do JL”.

*Foto: Canindé Pereira/Assessoria de Imprensa


UFRN bate Facex de 3 a 1 e conquista Metropolitano de Vôlei Feminino

Edmo Sinedino,

voleibo_09Neste sábado (30), a equipe de voleibol feminino da UFRN sagrou-se campeã invicta do campeonato metropolitano após vencer a Unifacex por 3 sets a 1.

Na campanha invicta, a equipe treinada pelo professor Cláudio José Araújo perdeu apenas um set nas três partidas que disputou.

A campanha:

UFRN 3 sets a 0 Parnamirim
UFRN 3 sets 0 AABB
UFRN 3 sets a 1 Unifacex.

O professor Cláudio faz questão de declarar o apoio incondicional que tem tem recebido da direção da Universidade.



Instituto Educacional o Mestre nas finais da Copa Recife de Handebol

Edmo Sinedino,

handebo1_09O handebol do RN está mesmo impossível. E só tem dado motivos de comemorações e orgulho.

A garotada cadete do Instituto Educacional O Mestre, equipe comandada do professor Júnior Cardozo está brilhando na Copa Recife Open de Handebol.

As duas equipes representantes de nosso Estado na competição de alto nível em Recife conseguiram o feito de chegar à final, nas categorias Cadete e Juvenil masculino. Os jogos finais acontecem neste domingo à tarde.

O RN triunfou e venceu as seleções de Pernambuco, a dona da casa, Maranhão, Paraíba e Alagoas, tanto no Cadete quanto no Juvenil.

Na categoria Cadete, o Mestre, representante do RN vai encarar a equipe do IFMA-MA, confronto marcador para acontecer às 15h.

A meninada do juvenil enfrenta o Ajax de Pernambuco, às 16h30, Colégio Santos Dumont no Bairro de Boa viagem.

Os resultados até agora:

No Cadete - Mestre 14 x 10 PE; Mestre 16 x 12 MA e Mestre 14 x 11 PB.

No Juvenil - Mestre 18 x 15 Bpe-PE; 15 x 10 IFMA-MA e Mestre  13 x 10 Guarapes/PE.

Neste momento, depois do jantar e preleção, a garotada descansa para os confrontos decisivos de amanhã. E ficamos na torcida para divulgar a notícia das conquistas.

Fotos: Junior Cardozo/cedidas

handebol2_09


Sem picuinhas, poderíamos ter uma Arena quase lotada

Edmo Sinedino,

abcarena_09Ao saber das notícias de boas vendas de ingressos para o clássico, domingo, pensei: como as coisas poderiam ser diferentes.

Beto Santos, presidente do América, queria cobrar ingresso mais caro para a torcida do ABC.

Ele justificou falando dos altos custos da Arena das Dunas. A Justiça, o juiz Madson Otonni barrou esse absurdo.

Raciocinem comigo: estou escrevendo tarde da noite, no começo desta mesma noite falava-se em 17 mil ingressos vendidos à torcida do América.

O primeiro lote de 1.600 ingressos da torcida do ABC esgotados.

E se, ao contrário da polêmica, da tentativa de aumento dos preços, o dirigente do América chegasse para o do ABC e propusesse uma grande disputa de espaço no domingo.

A capacidade do Arena é de 32 mil, então, porque não abrir um espaço maior para a torcida do ABC.

O problema não é o alto custo da Arena. Sacode 10, 12 mil ingressos para a torcida do ABC e desafia...

A segurança, item sempre levado, e muito, em consideração, e não sou contra, não tem sido problema sério na Arena.

E mesmo assim temos a polícia, o Major Correia com seus 500 homens e sua competência para garantir a paz.

O problema é que precisamos pensar de forma profissional, ajuizada, moderada, e deixando as picuinhas ridículas de lado.

3.200 torcedores do ABC, 17 mil do América...enfim, poderíamos ter muito mais.



As "astúcias" de Moura

Edmo Sinedino,

moura2_09Como será que vem Moura para o clássico?

Falar sobre o América é mais difícil? Claro, não dá para adivinhar o que pensam as três cabeças, o que combinaram Moura, Vereador e Severo Júnior.

Posso falar o que penso desse grupo de bons jogadores do América.

Evidente que existem jogadores que se tornaram peças chave e não podem ser ignorados.

Boaventura, Pedro Ivo, Bruno Renan, Cascata, Mateus e Thiago Potiguar.

Como armar um América diferente, mais ousado e criativo que o time encolhido e de jogo feito do técnico Macuglia?

Acho que a resposta é simples: só fazer o posicionamento correto desses jogadores e arrancar deles o melhor.

Penso que o América tem um primeiro volante - Bruno Renan -, um segundo volante – Pedro Ivo -, Cascata e Thiago Potiguar organizadores, criadores e Mateus que pode ser utilizado sem posição fixa, caindo dos lados, dando velocidade na ligação.

Assim como o ABC, os alas do América ainda não deram uma resposta tão positiva. Mas, será que o problema não era indefinição tática?

Nunca se sabe.

É esse América que imagino. Até porque não acredito na informação de que o Thiago Potiguar não vai jogar.

Pode ser, mas acho que é astúcia de Moura e sua turma.

Vamos esperar e ver.



As "dúvidas" de Geninho

Edmo Sinedino,

geninho1_091Se Geninho entrar com Zaquel como titular, sinceramente, pensarei que ele surtou.

Deve ser, acho eu, “pegadinha”.

O experiente treinador do ABC deve estar, ainda, em dúvida sobre a formação. Até muito mais sobre o esquema utilizado.

Eu ainda acho que ele vai entrar com a formação que rendeu melhor. O 4-4-2, com Erivélton compondo o meio-campo e Filipi Souza na ala direita.

E esse não será um 4-4-2 comum, fixo, não, nessa formação o Jones será ponto chave para torná-lo 4-5-1.

Mas, também não me será tão fora de expectativa se, de repente, ele optar por Montanha e fazer um 3-5-2, com o Erivelton na direita, e que teria a variação do 3-6-1.

Sobre o time...

Para mim o ponto fraco do ABC é o Lúcio Flávio. Pela sua lentidão e falta de força de recomposição.

A ala esquerda do ABC – Felipe ou Alex Ruan – ainda não pode ser considerado “problema resolvido”.

Assim como na direita, onde o Filipi precisa ter uma regularidade.

Jogadores que podem decidir no ABC. Erivélton, Jones e Nando, esse último por estar numa boa fase de goleador.

Léo Fortunato e Vaná, com boas atuações, têm dado tranquilidade na cozinha.


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