Agora é lei: Arena Marinho Chagas

Edmo Sinedino,

marinho1_09Os reacionários vão adoecer. Por incrível que isso possa parecer.

Marinho Chagas, o maior entre os maiores laterais da história do futebol mundial, poriguar, nascido nas sete bocas, peladeiro da maré, atleta do século em cinco clubes diferentes, agora batiza nossa arena de futebol.

Arena Marinho Chagas.

Hora de mudar as placas, os indicativos, quem sabe pensar num museu do futebol para homenagear nossos craques esquecidos, como se faz em toda cidade desenvolvida.

Um pontapé inicial foi dado pelo governador Robinson Faria.

Governador sanciona lei que denomina Arena das Dunas “Marinho Chagas”

O governador Robinson Faria sancionou nesta segunda-feira (27) a lei que denomina a Arena das Dunas “Marinho Chagas”. O equipamento foi inaugurado em janeiro de 2014 e recebeu os jogos México vs Camarões, Gana vs Estados Unidos, Japão vs Grécia e Itália vs Uruguai, todos válidos pela Copa do Mundo FIFA Brasil 2014.

Dentro de campo, a “Bruxa”, como era conhecido, foi escolhido como o melhor lateral-esquerdo da Copa do Mundo de 1974, e defendeu entre outros clubes as camisas do Botafogo (RJ), Fluminense (RJ), São Paulo (SP), ABC e América, ambos do RN. Marinho Chagas faleceu em junho do ano passado.

"A nova denominação da Arena das Dunas faz justiça ao maior jogador que o futebol do Rio Grande do Norte já conheceu. Marinho Chagas defendeu não só os clubes, mas fez questão de representar em alto nível o nome do nosso estado pelo mundo", disse o governador.

*Foto: Júnior Santos/Tribuna do Norte


Toninho Cecílio muda o time e o esquema do ABC

Edmo Sinedino,

O treinador Toninho Cecílio mudou o ABC.

Estava passando da hora de Leandro Amaro perder a vaga de titular, afinal, vinha falhando seguidamente.

Entra Leonardo Luiz.

O time fica com um volante a menos. Saiu Rafael Miranda, entrando mais um atacante.

Sinceramente, só não entendo a permanência de Fábio Bahia. Me encho de boa vontade. Fico procurando ver o que esse volante acrescenta ao time, não vejo.

Ele marca mal, só corre atrás, não tem bom passe e ainda por cima é muito baixinho para a posição. E olha que não tenho preconceito nenhum com altura de atletas.

O Fábio Bahia, gente, é muito fraco. Mas faz parte de um grupo que considero “fenômeno”, pois apesar do nível técnico baixíssimo continua titulares em suas equipes – Guiñazu, Diguinho, Pierre, Ralf...

Voltando ao ABC, também não entendo a permanência de Edno fazendo a ligação. Não existe.

Tomara que, com três atacantes, o Kayke voltando mais um pouco, o ABC tenha jogadores para fazer a ligação.

O time: Saulo, Reginaldo,Suéliton, Leonardo Luiz e Jussandro (Marcílio está suspenso); Fábio Bahia. Neto e Edno; Kayke, Rafael Oliveira e Fabinho.



Treinador

Edmo Sinedino,

Futebol é subjetivo demais.

Em alguns, evidente, o problema é o treinador.

Basta ver o exemplo do Palmeiras. Osvaldo Oliveira, cheio de amigos na imprensa, não tinha defeitos.

Bastou que ele saísse, e viesse Marcelo Oliveira para se ver o tamanho do prejuízo causado pelo antecessor.

E, claro, o crescimento do futebol verde.

E no Santos? Dorival Júnior volta, assume o lugar do perdido Marcelo Fernandes, pronto, o time reage.

E com um grupo fraco de jogadores.

Tem o exemplo do Cruzeiro. O “efeito contrário”.

Pensou a direção que o problema seria Marcelo Oliveira, o mesmo que levou o time azul ao bicampeonato brasileiro.

Que injustos!

Vanderlei Luxemburgo assumiu e...nada.

Temos mais exemplos: São Paulo e Internacional dos estrangeiros. Depois de tantos elogios, pouca coisa mudou em relação aos treineiros anteriores.

A dupla Fla-Flu? Mudou de treinador também, mas o desempenho ainda é muito irregular.

Também tem o fator escolha. O caso do Vasco é emblemático, mas vai muito além de comando da equipe.

Se bem que o Celso Roth é uma das piores escolhas nesse mundaréu de retranqueiros que enfeiam o futebol do Brasil.

O líder do Brasileirão é uma equipe que não mudou comando, mesmo tendo perdido vários bons jogadores.

Só que o Galo tem suas categorias de base e um Levi Culpi com outra mentalidade depois de muito tempo fora do País. Ele utiliza essa base.

Simples assim.

Não quer dizer que tudo isso ainda não sofra um sem número de alterações, afinal, nem estamos ainda no meio do campeonato ainda.



Chuva e expulsão de Max decretaram a derrota do América

Edmo Sinedino,
André Resende/Botafogo-PB

O América perdeu para o Botafogo da Paraíba, 1 a 0, gol marcado aos 38 minutos do segundo tempo.

Jogo truncado, atrapalhado, e muito, pelas fortes chuvas que caíram em João Pessoa.

Não duvido que, em situação normal, o América não tivesse dificuldade para vencer o Belo.

Sem falso otimismo. O rubro é bem melhor sim.

Além do campo encharcado, o time potiguar ficou com um jogador a menos, absurdo que isso se repita tanto, desde os 25 minutos do primeiro tempo.

Max foi expulso.

Confesso que fiquei feliz com a atuação do América.

O time de Roberto Fernandes foi mais criativo, bola rolando, se é que foi possível, o time rubro foi melhor e teve boas chances.

O primeiro tempo poderia ter terminado na vantagem dos natalenses em lances de Cascata.

Mesmo com a expulsão de Max.

Claro que, com um jogador a menos, campo pesado, o poder de marcação vai diminuindo e os espaços aparecem para quem tem mais um.

O gol do Botafogo aconteceu aos 38 minutos, quando já parecia que a partida terminaria empatada.

No final, o Botafogo precavido, tentando não correr mais riscos, e o América sem forças, extenuado fisicamente e sem condição de manter-se no ataque, ou chegar com gente suficiente na frente para arrancar o empate.

O destaque do América foi o garoto Mateus que, se tiver chance de continuar jogando, com a confiança do treinador, pode se tornar um diferencial na equipe.

E olha que, rápido, driblador, ofensivo, ele foi muito, mas muito prejudicado pelo estado do campo, mesmo assim foi muito bem.

Mesmo com a derrota, o América continua no G4 e tem chance de se firmar já que seu próximo compromisso será em casa, diante do Águia de Marabá.

Na próxima rodada se inicia a fase da volta, e não tem mais espaço para tropeços, principalmente nas partidas em casa.

PS: muita gente não entendeu a troca de Judson por Edson Rocha...claro que Roberto Fernandes fez isso para ter mais gente alta na bola aérea em busca do empate.Não dava mais para fazer apostas táticas àquela altura.




As coisas não se explicam somente com uma "Nota de Esclarecimento"

Edmo Sinedino,

Tudo que o Pastana denunciou precisa ser esclarecido.

E se foi calúnia, difamação, claro, ele precisa ser punido, processado.

E nada fica explicado, resolvido, sanado, somente com uma nota e saída desse senhor.

As coisas do futebol, de todos os clubes, federações, confederações, precisam ser passadas a limpo.

Acho que os torcedores, os desportistas de um modo geral não aceitam mais ficar à margem do que realmente acontece.

Veja abaixo o que publicou a direção do clube em seu site ofical, e esperamos que não fique somente nisso.

Nota de Esclarecimento

O ABC Futebol Clube vem a público esclarecer que as declarações do executivo Rodrigo Pastana, superintendente de Futebol, publicadas no Blog do BG, são de inteira responsabilidade do autor.

A diretoria lamenta a repercussão do episódio, e devido a gravidade das denúncias, vai aguardar o retorno de Rodrigo Pastana para ouví-lo e tomar as providências que o caso requer.

Nada obstante o caráter pessoal das declarações, a diretoria já se antecipa em esclarecer que com relação à questão patrimonial da transação imobiliária mencionada, em gestão anterior, a diretoria tem conhecimento que já está devidamente entregue ao Conselho Deliberativo do Clube para análise da sua regularidade ou não. Inclusive, da aplicação do montante envolvido conforme determinado pelo órgão deliberativo mencionado.

Estamos aguardando o pronunciamento do Conselho e dos envolvidos para as devidas medidas administrativas ou judiciais para defender os interesses e o patrimônio do clube.

Mais importante do que as questões pessoais ou antagonismos e disputas políticas, é a tranquilidade que devemos dar aos funcionários e atletas do ABC, envolvidos em uma competição difícil, onde precisamos de recuperação. Mais do que nunca é hora de união em torno do nosso clube, que é patrimônio e legado do povo potiguar, o mais plural time do Estado.

Entendemos e respeitamos as críticas do torcedor que, com justiça não está satisfeito com os resultados apresentados até agora, desde que não promova agressões morais, físicas e incitamento à violência.

A Diretoria


Rodrigo Pastana se foi, mas o prejuízo ficou...

Edmo Sinedino,

Rodrigo Pastana não é mais executivo do ABC.

Numa continha rápida, alguém é capaz de chegar ao montante gasto desde que esse senhor chegou ao clube?

E saiu somente ele e um coordenador de futebol. Coordenador de futebol? Parece piada, mas não é.

A função desse Marcus Vinícius devia ser balançar a cabeça ao que dizia Pastana e transmitir aos outros.

E o restante do povo contratado por ele, vai continuar no clube?

E fica por isso mesmo.

E olha se depois ele não sacode o clube na Justiça como fizeram tantos outros que passaram, como ele, sem acrescentar nada de bom ao ABC.

Um outro ponto: com o desligamento do cidadão contratado por Rogério Marinho fica o dito pelo não dito?

Não será aberto um processo de investigação para apurar suas denúncias?



América contrata o goleiro Renan Rocha

Edmo Sinedino,

renan12_09Conversei agora a pouco com o diretor de futebol Eliel Tavares e ele confirmou a contratação do goleiro Renan Rocha.

O atleta já havia se manifestado nas redes sociais falando de sua vinda.

Ele, inclusive, ainda segundo Eliel, já deve se encontrar em Natal

Renan é natural de Piracicaba/SP, tem 28 anos e 1.94m de altura.

Sua última aparição foi no Botafogo/SP, onde esteve emprestado para o Paulista e fez excelentes atuações.

Esteve para ser emprestado já no começo desta temporada para o Sampaio Correa, mas a negociação não foi adiante.

Renan chega ao América em meio a uma crise vivida pelo Busato. Sinceramente, não acho que o clube precisasse de mais um goleiro.

Saiba um pouco mais sobre o novo contratado:

Começou no futebol de campo em Piracicaba SP, em 2000. Passou pelo XV de Piracicaba, Santos, Rio Branco-SP até chegar ao Atlético-PR em 2004. Jogou pelo Toledo e Rio Branco de Paranaguá em 2007, passou pelo Vitória em 2010 e voltou ao Furacão. Em 2011 foi titular absoluto da meta atleticana na péssima campanha do Atlético Paranaense durante o Campeonato Brasileiro da Série A, onde o clube foi rebaixado para a segunda divisão.

Em 2015, acertou com o Botafogo-SP.

PS: me lembrei do Renan em duas partidas do Atlético/PR, acho que contra o Botafogo e Grêmio. Ele realizou milagres inacreditáveis. Hoje, passei uns 15 minutos vendo vídeos dele e constatei que dificilmente segura a bola e sempre faz pontes estrambóticas. Também notei que é rápido e tem excelentes reflexos. Saída de jogo, colocação e reposição de bola não deu para ver bem.



É evidente: Rodrigo Pastana não pode mais continuar no ABC

Edmo Sinedino,

Nem sei, baseado em que, o ABC resolveu contratar Rodrigo Pastana.

Um dos muitos erros que a direção tem repetido, infelizmente.

Essas afirmações publicadas no blog do Bruno Giovane é alguma coisa que ultrapassa os limites da falta de senso.

O cara disse tudo, mas disse tudo sobre seu caráter, sua forma de agir.

Não tem controle, enfim, não tem qualidade nenhuma que justifique uma equipe de futebol o contratar como dirigente remunerado - superintendente de futebol.

Dirigente bem remunerado para provocar, tão somente, graves prejuízos ao clube desde que chegou.

Falei antes desse episódio lamentável do ataque de Pastana. Na verdade, na verdade, ele nem deveria ter sido contratado.

Bastava que algum dirigente do ABC tivesse lido um pouco a biografia desse profissional.

Por onde passou deixou rastro de protestos, movimentos de torcedores para vê-lo pelas costas, entre outras coisas mais graves.

Pastana falou em falcatruas na venda de terreno do ABC ao lado do Frasqqueirão.

Isso vai ficar assim?

Fez denúncia de irregularidade na venda do atacante Wallyson.

Gostaria de saber também como se deu a vinda de Pastana para o ABC?

Quem indicou, quem contratou, enfim, por quê Pastana veio para o clube?

Só uma coisa é certa: Pastana foi a pior contratação do clube alvinegro nos últimos anos.

E olha que o clube tem trazido cada figura...



Atuações: as falhas repetidas da defesa do ABC

Edmo Sinedino,

O ABC não fez uma má partida, mas voltou a perder. Desta vez no Estádio Castelão, em São Luís, 3 a 2.

Analiso, com nota, as atuações dos jogadores do ABC.

Saulo – Achei o goleiro alvinegro meio desligado, chegando na tarde na bola em pelos menos dois gols do Sampaio, não que tenha falhado, mas é que se espera sempre mais Del. Nota 5.

Reginaldo – Foi um atacante quase o tempo todo, e não foi mal. Poderia ter rendido mais se desde o início o trenador tivesse feito a opção por dois meias. Nota 6.

Suéliton – Bem jogo, com ótima recuperação, mas falhou ao errar rebatida no segundo gol do Sampaio. Nota 6.

Leandro Amaro – Já merecia ter sido sacado do time porque, visivelmente, está fora de forma, e vem jogando muito mal, falhando em partidas seguidas. Nota 3.

Marcílo – Teve hoje uma missão espinhosa: marcar o melhor jogador do Sampaio, o Pimentinha, ele que é muito mais ala que lateral. Não foi mal, e diria que ganhou mais que perdeu. No entanto, acho errado esse tipo de função, pois seu forte é o apoio, as jogadas verticais. Foi pouco. Nota 6.

Fábio Bahia – jogou quase todo o tempo como se fora lateral. Fez seu papel. Muitas vezes acho que participa pouco ou nada das ações defensivas, sempre acompanhando, e não combatendo. Nota 4.

Rafael Miranda – fez um volante mais centralizado e acho que atuou bem. Marcando, fazendo o time sair para o jogo, ajudando no desarme. Não o tiraria da partida. Nota 6.

Neto – Altos e baixo. Marca bem, tem boa saída de jogo, mas foi prejudicado por não ter com quem jogar na primeira saída. Nota 5.

Edno – Deu o passe para o gol de Bismarck e só. Muito abaixo do que se espera. E fica sempre a falta de entendimento pelo fato dos treinadores o fazerem de meia de ligação. Não é a sua. Nota 2.

Bismarck – marcou um belo gol, mas participa muito pouco no que acho que deveria ser a sua: velocidade pelos lados do campo, ajudando a abrir as defesas. Nota 4.

Kayke – Convenhamos, o artilheiro do ABC passou o jogo todo sem que sua presença fosse notada. Sem nota.

Michel – Entrou bem, ajudou o time alvinegro a ter mais opção de boa saída, de bom passe. Nota 6.

Wellington Bruno – Talvez devesse até ter começado a partida. Tem bom passe, qualidade e ajudou o ABC a melhorar a chegada na frente. Nota 6.

Rafael Oliveira – Entrou e se mostrou mais presente, mais participativo que o Kayke. Nota 6.



ABC não joga mal, mas perde e cai para a décima sexta posição

Edmo Sinedino,

O ABC voltou a perder na Série B do Campeonato Brasileiro.

Desta vez, fora de casa, em São Luís. Caiu diante do bom time do Sampaio Correa de 3 a 2.

Se vale como consolo, o ABC fez uma boa partida.

Saiu perdendo, conseguiu chegar ao empate, depois chegou a estar perdendo de 3 a 1, diminuiu e, no finalzinho, ainda assustou os donos da casa.

Não sei, mas continuo achando que se o treinador Toninho Cecílio arrisca um pouco mais a sair, e mais cedo, poderia sim até mesmo ter vencido.

No primeiro tempo, ao contrário do esperávamos, Neto começou atuando no lugar de Michel.

O ABC se protegia com Neto ajudando a Marcílio na marcação do Pimentinha, Rafael Miranda mais centralizado, e Fábio Bahia jogando quase como se fosse um lateral direito.

Ao invés de Marcílio, que sempre sai bem no apoio, o treinador alvinegro liberou bem o Reginaldo que, muitas vezes, parecia mesmo uma terceiro atacante do ABC.

O time natalense, novamente em falha gritante, e individual, Leandro Amaro deixa o meiocampista Diones se antecipar e marcar, de cabeça, viu o rival sair na frente.

Um gol bobo, tipo de lance que uma marcação simples poderia ter evitado.

O ABC seguiu fazendo seu papel, mas continuava evidente, apesar de não jogar de todo mal, que faltava ligação.

Não adianta, porque não adianta insistir com o Edno fazendo essa função.

Não é a dele. Aliás, começo ficar sem saber em que setor, em que função o Edno pode render alguma coisa.

Foi mais uma atuação muito apagada do meia atacante que foi uma das contratações de maior aposta da direção do clube.

Mesmo sem jogar bem, o Edno fez um passe para Bismarck que, por cobertura, deixou o jogo igual.

O Bismarck, autor do primeiro gol, é outro que vem deixando a desejar.

Aliás, o ataque alvinegro, parece, sequer entrou no gramado.

E assim terminou o primeiro tempo.

No segundo tempo, muito cedo, Toninho Cecílio faz a primeira troca. Ele tira o Rafael Miranda e coloca Michel.

Não sei se era essa a mudança. O ABC precisava de ligação, mas também, claro, manter a boa pegada.

Talvez Wellington Bruno no lugar de Edno, e Rafael Oliveira para Bismarck, e aí sim, uma terceira opção com o Michel na vaga do Rafael ou mesmo do Fábio Bahia.

A saída do Rafael como primeira mudança, acho, fragilizou um pouco a pegada na frente da área do ABC.

O ABC, depois, tomou em sequência o segundo e o terceiro.

Mas já com Wellington Bruno em campo, junto com Michel, o time alvinegro potiguar não estava de todo fora do jogo.

Wellington Bruno fez passe perfeito para Rafael Oliveira marcar o segundo e colocar, de novo, o ABC “no jogo”.

O Sampaio se segurou mais, se fechou e, acho eu, foi aí que faltou mais variação de jogada do ABC.

Faltou talvez a Toninho Cecílio soltar de vez seus alas, cobrar passagens deles muito mais continuadas.

De qualquer forma, contra uma equipe invicta em casa, e uma das melhores desta Série B, o ABC perdeu, mas realizou uma boa partida.

Infelizmente, com mais essa derrota, o ABC caiu para a décima sexta posição, com a vitória do Luverdense sobre o Oeste.

O Sampaio Correa subiu para a quinta colocação.

O próximo compromisso do time potiguar será contra o Ceará, terça-feira, no Frasqueirão.



Dorival Júnior fala do interesse por Kayke

Edmo Sinedino,

O ABC pode perder o atacante Kayke para o Santos.

O treinador Dorival Júnior está empenhado, particularmente, na sua contratação.

Veja o que ele diz:

"É um menino que fez boas campanhas. Fez formação dentro do Flamengo. A diretoria trabalha em alguns nomes, muito se fala, indicam vários jogadores, recebemos ligações de empresários ofertando jogadores o dia todo. Existe não só o caso Kayke, mas empresários que colocam interesse", explicou o técnico santista, admitindo o interesse, mas tentando despistar.



Jogar com dois meias

Edmo Sinedino,

Jogar com dois meias pode não ser a solução, mas oferece, tenho certeza, muito mais alternativas para o ABC.

Até porque, vou repetir pela enésima vez: o Edno é meia atacante, não meia de ligação.

Esperar ver ele realizar essa função é querer chover no molhado.

O clube hoje tem dois meias no DM, Ronaldo Mendes e Chiclete, e dois à disposição – Erivelton e Wellington Bruno.

Jogar com três volantes, um deles de costas para a defesa adversária, como meia, é trabalhar contra o seu time.

Ainda mais quando os volantes em questão – Fábio Bahia e Rafael Miranda -, principalmente o primeiro, não sabe o que fazer quando ultrapassa a linha de meio-campo.

Além de jogar com dois meias, acho que o segundo volante tem que ser um jogador com bom passe e que transite bem saindo para o jogo.

Desta forma, certamente, os alas vão aparecer, assim como Kayke e Bismarck ou Rafael Oliveira, lá na frente.

Fabinho Alves, infelizmente, está suspenso e fora da partida. Chiclete se recupera de lesão e os recém-contratados Cleiton e Rafinha ainda não foram registrados.



Busato

Edmo Sinedino,

No futebol, quem vive o futebol não pode se surpreender com absolutamente.

E muito menos usar de radicalismo.

Apesar do prejuízo que causou ao América a desclassificação da Copa do Brasil não vejo motivos para crucificação do Busato.

Digo mais: se ele garantir que está bem, que tem condições emocionais de jogar, não empecilho na sua escalação em São Luís.

Exageros sempre vão existir no futebol, sacrifícios, bodes expiatórias, e o atleta vai de 0 a 1000 em dois minutos, ou o contrário.

Imoral é ser desclassificado por arbitragens como no caso do ABC.

Pesando, medindo, analisando, apesar de tudo, Busato merece ser crédito.

E acho até que o assunto Vasco, no ABC, tem que ser encerrado.



Usar na Série C o ótimo segundo tempo que fez contra o Vasco

Edmo Sinedino,

Usar o segundo tempo do jogo contra o Vasco. Essa é a fala que marcou.

O América errou muito no primeiro tempo, foi tímido, faltou criatividade, mas jogou bem melhor no segundo tempo.

E olha que jogou muito melhor que o Vasco mesmo com setores capengas, como a ala esquerda.

Uma lição simples a ser aprendida.

Eu, não vou levantar placa, mas já sabia: o América pode jogar muito mais do que tem apresentado.

Criar melhores opções para os alas, dar mais consistência ao trabalho de criação e transição do meiop-campo, resolvido o problema.

E acho que o Roberto tem que parar com essas apostas eternas. Ora, gosto imenso do Max, mas está mal, fora do jogo? Sai, dá o lugar a outro.

Todo jogador de futebol tem fase boa e ruim.

E outra coisa: não é hora de criar uma paranóia contra o goleiro Busato.

Se ele não estiver enfrentando nenhum problema maior que atrapalhe seu rendimento, deve ser mantido.

Tiago Potiguar e Artur Henrique, duas ótimas opções para fazer esse time andar melhor ainda.

E por que não: o Maguinho também precisa jogar.



A crônica falta de ligação do time do ABC

Edmo Sinedino,

O Toninho Cecílio pode ter gostado do ABC, mas a torcida acho que, ainda não.

E tudo se resume a ligação.

Tudo se resume a jogar o jogo, como se diria nas peladas de praia, nos clássicos pelos campos de várzea do Brasil.

O ABC, resumindo, de quem faça o time andar.

E essa “andar” nunca vai existir enquanto qualquer treinador escalar a equipe com três volantes e um meia atacante para fazer a ligação.

Nos dialetos engraçados do futebol existe um que diz assim: “cada qual no seu cada qual”, ouvia muito o Lúcio Sabiá falar isso, com extrema sabedoria.

E ainda tem música, do Alceu, que reforça: “cada qual para o que nasce”. Não adianta ficar forçando.

Nunca vamos chegar a um determinador comum. Vamos encontrar paliativos, enganar em um ou outro jogo, mas resolver o problema não.

O ABC precisa encontrar um homem para fazer a ligação.

Insiste, persiste, aposta, reaposta no Wellington Bruno, pois é o único jogador com esse perfil no clube.

E também seria, para mim, maior possibilidade de resultado se essa função fosse dividida por dois  meias.

O W. Bruno e o Erivelton seria a dupla mais adequada para jogar nesse momento.

Três volantes, sempre, é que vejo como uma maneira improdutiva, pois penaliza os alas, os atacantes e, pior, não tem resolvido o problema de falta de cobertura na defesa.

É o que acho.



ABC 0 x 1 Corinthians

Edmo Sinedino,

DSC_0947Vi o jogo amistoso do ABC.

Não vi um acréscimo sequer do time de Dal Pozzo para Toninho Cecílio.

Minha nossa aonde vamos parar com treinadores escalando três volantes e ninguém de qualidade para a transição?

O ABC foi assim contra o Corinthians, no amistoso desta quarta-feira.

Três volantes, quase nenhuma passagem de alas, poucas ou quase nenhuma jogada de transição bem feita entre setores.

Todos divorciados. Marcílio que tem muita qualidade no apoio, quase não apareceu, assim como Reginaldo.

Os três volantes – Fábio Bahia, Rafael Miranda e Neto – sem função definida.

Ficava mais, quem cobria, quem seria o da cobertura de um lado, de outro? Interrrogação.

Neto, bom jogador que veio do Campinense, não é meia. Se adiantá-lo, se fizer com que ele jogue de costas para a defesa do adversário, melhor seria nem tê-lo contratado.

Quem liga o que no ABC?

Muda treinador, entra treinador e continuar a mesma coisa.

Quais são as jogadas iniciais do ABC? Quem faz o que nesse meio-campo de indefinições?

Sorte da estreia do novo treinador Toninho Cecílio que o Corinthians iniciou com tudo, mas foi amolecendo, entrando no amistoso do jogo.

Se continua com a mesma intensidade, passa, passa, variação de jogadas, certamente, não tenho dúvidas, poderíamos ter testemunhado goleada na estreia do novo comando.

Aos poucos, o ABC foi se organizando mais em campo, mas mesmo assim sem definição de ligação.

Muito na base do “vai que dar”. E não pode ser assim.

Se o ABC continua jogando com três volantes de contenção, certamente, Kayke, Fabinho, Edno, Bismarck, quem jogar na frente vai passar em brancas nuvens.

Será possível que o Toninho Cecílio vai cometer os mesmos erros que derrubaram Dal Pozzo?

O ABC precisa de qualidade, e precisa porque precisa de transição. A bola precisa ter direção, precisa ser trabalhada por setores e não chegar à frente na base do milagre.

No futebol acontecem coisas inimagináveis, mas nem sempre.

O ABC precisa diminuir o número de volantes, precisa de um meiocampista que saiba fazer a transição.

O ABC precisa que os setores se combinem, troquem passes e conversem, se entendam.

Incrível, mas achei melhor o time do segundo tempo.

Não entendi o que o treinador fez com o Erivelton. O rapaz entrou jogando do lado esquerdo do campo e ainda foi substituído sem jogar.

Isso é absurdo, falta de respeito, maldade!

Esse tipo de coisa acaba, certamente, com o restinho de confiança que esse rapaz ainda possa ter.

A não ser que me seja apresentada uma razão para a sua substituição sem que ele quase tivesse tempo de pegar na bola.

Por fim, como falo sempre o que penso e acho, aliás, falo e escrevo, esse menino Jardel, treinado, preparado, e confiança é melhor que o Fábio Bahia e que o Rafael Miranda, não tenho dúvidas.

Esse é um futebol louco.

O Corinthians de Tite mostrou o talento de Rodriguinho (fotos ao lado e abaixo ao lado do governador Robinson Faria), Danilo, e um menino que é volante e jogou de lateral esquerdo.

E também ficou evidente: tem muito jogador sem qualidade vestindo a camisa do Timão.

É o futebol do Brasil.

De qualquer forma foi bom ver Rodriguinho em ação, fazendo gol e boas jogadas.

Espero, mas sem esperança, que ele tenha chance de jogar no Timão.

*Fotos: Frankie Marcone

DSC_0840


Atuações: no brilho de Adriano Pardal, o dia ruim de Busato

Edmo Sinedino,

Uma noite infeliz do goleiro Busato. Para mim, no entanto, mais infeliz ainda do treinador Roberto Fernandes.

Acontece no futebol.

Analiso, com nota, as atuações dos jogadores do América na derrota para o Vasco da Gama, 3 a 2, na noite desta quarta-feira (22), na Arena Marinho Chagas.

Busato – Noite infeliz. Mas muito infeliz mesmo. Sem nota.

Maguinho – Fez um mal primeiro tempo, errando na marcação e aparecendo pouco na frente, normal para quem vinha sem jogar. Melhorou muito no segundo tempo e fez jogadas importantes, quase marca até gol. Nota 6.

Cléber – O melhor da defesa. Seguro, se impondo e barrando as jogadas de ataque do Vasco. Nota 7.

Boaventura – Muito raro ver o Flávio Boaventura participar tão pouco das ações defensivas e, pior, falhando. O zagueiro, não sei se pelo fato de jogar do lado esquerdo, não foi bem. Nota 5.

Rafael Estevam – A escalação desse lateral é uma das coisas que não compreendo. O América dispensou Bruno para jogar com Paulo, Henrique, outro fraquíssimo que esqueci o nome, e agora o Rafael. Nota 2.

Zé Antônio – Não fez uma má partida, mas poderia, como segundo volante, simplificar as jogadas. Craque não é, portanto, nada que faça lhe dará essa condição. Não foi mal, mas precisa jogar como deve um segundo volante – com rapidez e objetividade. Nota 6.

Judson – Joga como um primeiro volante deve jogar. Sério e simples. E vem crescendo de produção, já chega mais na frente. Hoje teve outra boa atuação. Nota 7.

Álvaro – Não estava mal na partida. Não merecia ter saído do jogo, pois participou bem das jogadas de ataque. Só precisava que o treinador definisse melhor sua linha de atuação. O deixava no jogo e sacava o ala esquerda. Nota 5.

Cascata – Foi muito marcado o jogo todo. Andou pouco no primeiro tempo, talvez surpreendido, como todo América, pela adiantada marcação do Vasco. Melhorou no segundo tempo. Nota 7.

Adriano Pardal – Foi bem no primeiro tempo, mesmo que muito pouco acionado. No segundo tempo foi o melhor em campo, de todos em campo, foi decisivo para os gols do América e poderia ter feito muito mais. Impensavelmente foi substituído. Se não por contusão séria, não compreendo. Grande atuação, acertou quase tudo que fez. Faltou só um gol que poderia ter feito se tivesse permanecido em campo. Nota 9.

Max – Nada fez. Sem nota.

Bruno Farias – Entrou e não acrescentou absolutamente nada ao time do América, apesar da melhora do time rubro no segundo tempo. Certamente, não com sua ajuda que o time cresceu. Sem nota.

Mateus – Entrou muito bem no jogo. Um jogador de qualidade muito pouco aproveitado. Deu dinamismo ao time rubro, e olha que entrou num  momento em que o América estava praticamente liquidado. Um valor muito mal aproveitado, repito e preciso. Nota 7

Reys – Entrou tarde, talvez, nada fez. Sem nota.



Pardal só sairia de campo se fosse para ser atendido no hospital...

Edmo Sinedino,

DSC_1375O América fez um péssimo primeiro tempo.

Adriano Pardal e Cascata, e Judson na marcação, se salvavam.

O goleiro Busato (foto), em jornada infeliz, foi determinante para a vitória do Vasco.

Ele cometeu todos os erros, possíveis, imagináveis, decretando a desclassificação do América na Copa do Brasil.

Claro, o treinador Roberto Fernandes também teve uma parcela enorme de contribuição nessa jornada infeliz.

No primeiro tempo da partida, o América não se encontrava. Maguinho, na ala, não rendia o que a gente sabe que ele pode.

Na esquerda, a opção, errada, pelo Rafael Estevam, um jogador que não se apresenta e, para piorar, ainda marca muito mal.

Cascata, muito recuado, e vigiado, ficava na marcação adiantada do Vasco da Gama.

Ao contrário até do que imaginei, o retranqueiro Celso Roth surpreendeu ao tirar os espaços em cima, não dando campo para o América trabalhar.

O América vivia das jogadas de Cascata, muito marcado, e a bola chegava pouco ao atacante Adriano Pardal, em grande noite.

Para piorar a situação, o time rubro tomou um gol nas costas do Rafael Estevam e no encerramento do segundo tempo, em falha gritante do goleiro Busato, o segundo e determinante gol.

Somente perdendo de 1 a 0 na virada, com acerto de marcação, e duas trocas que precisavam ser feitas – Rafael Estevam e depois Max – tenho certeza que a história seria bem outra.

Um treinador, um esquema de jogo não pode ficar esperando que Max, por ser artilheiro, de repente faça a diferença.

Max está numa fase ruim, isso é evidente, insistir com ele apanhando da bola e atrapalhando, me parece absolutamente fora de propósito.

No segundo tempo, mesmo com alteração equivocada – o fraco Bruno Farias no lugar de Álvaro – o América, mesmo assim, e não pela mexida, dava sustos no Vasco.

É simples de explicar: Adriano Pardal, acionado de forma correta, enlouquecia a defesa do time cariova, mostrava todo seu potencial de atacante quase imarcável.

Ele sofreu um pênalti em bola quase perdida, depois realizou um verdadeiro salseiro na defesa do Vasco.

O time rubro chegou ao empate, e voltou a sonhar com a classificação. Podia, o futebol é assim.

Teve a chance, antes de tomar o terceiro e determinante gol, chance de virar o placar, o que poderia provocar uma pase no fraco time carioca.

Infelizmente, em mais um lance infeliz do goleiro Busato, ele já havia falhado feio no segundo gol do Vasco, falhou mais gravemente ainda no terceiro.

Acontece.

Vida de goleiro tem esses percalços.

Sem Pardal, o América perdeu sua referência e ficou evidente que, se o atacante continua no jogo ao lado do garoto Mateus, que entrou muito bem, o Vasco ainda passaria mais sustos.

Infelizmente, treinadores de futebol também têm seus dias negros.

E Roberto Fernandes que já havia sacado Álvaro para a entrada do fraquíssimo Bruno Farias, saca, inacreditavelmente, o Pardal do jogo.

Somente uma contusão grave, somente isso justificaria a saída do melhor jogador da partida, não só do América – Pardal.

Bom, inteiro, eu, treinador, obrigava o Pardalito a ficar no jogo.

A melhor partida que o atacante fez desde sua chegada ao time rubro. Ele, tenho certeza, poderia ainda fazer a diferença nessa partida de tantas possibilidades.

Infelizmente, o treinador Roberto Fernandes preferiu terminar a partida com Rafael Estevam na ala esquerda e sem Pardal no ataque.

Nunca vou entender a opção. Se é que foi isso mesmo.

A não ser que o Pardal estivesse realmente sem condição, nunca, nunca poderia ter saído desta partida.

E outra: nunca vou entender a opção de um Bruno Farias ao invés do garoto Mateus (foto abaixo).

Esse rapaz, desde que chegou, nunca, mas nunca que mostrou qualidade para ser titular.

E que pena! Fiquei sabendo dia desses que o América pensou em trazer Felipe Alves e Felipe Moreira.

Que troca de opção infeliz se deu.

Enfim, uma jornada infeliz do goleiro Busato, é bem verdade, mas muito mais infeliz do treinador Roberto Fernandes.

Fim de jogo, América 2 x 3 Vasco.

O time de Celso Roth passa para as oitavas de finais da Copa do Brasil.

DSC_1355

*Fotos: Frankie Marcone



América perde nas substituições

Edmo Sinedino,

DSC_1309(1)Não tenho dúvidas: se o América não tivesse tomado o segundo gol, no encerramento do primeiro tempo, em bobeira do goleiro Busato, certamente estaria agora comemorando mais um feito histórico contra um clube carioca.

E tem mais: no segundo tempo, Roberto Fernandes cometeu uma das maiores aberrações que um treinador tem direito, ou não.

O melhor jogador em campo, Adriano Pardal, sai para a entrada do Reys.

Ele já havia errado feio ao colocar o fraquíssimo Bruno Farias no lugar de Álvaro. Um show de enganos do treinador rubro que, nos últimos tempos, me parece perdido.

Justiça seja feita: o América fez um grande começo de segundo tempo e se o treinador Roberto Fernandes ao invés do Álvaro, tivesse tirado o Rafael Estevan, e colocado o garoto Mateus no lugar de Max, sinceramente, tenho minhas dúvidas se não conseguiria um virada histórica e espetacular.

Para variar, o menino Mateus entrou com o jogo quase morto. Mesmo assim mostrou qualidade técnica e muita personalidade, realizando algumas jogadas de grande nível.

Em nenhuma hipótese, a não ser que estivesse impedido por contusão, o atacante Pardal poderia ter saído desse jogo.

O atacante enlouquecia a defesa do Vasco e poderia sim ter levado, junto com outros jogadores de maior mobilidade – Mateus e o próprio Reys – o time rubro a uma virada histórica.

Sinceramente, fazia muito tempo que não via tantos erros de opção cometidos por um mesmo treinador numa partida de futebol.

O Vasco fez um bom jogo no primeiro tempo, mas ganhou a classificação em cima dos erros cometidos, repetidos, hoje, pelo treinador Roberto Fernandes.

Dois jogadores não participavam da partida: Max e Rafael Estevam. Incrivelmente ele saca Álvaro, que não fazia má apresentação, e o melhor em campo – Adriano Pardal.

Mesmo que Pardal tenha pedido, mesmo que Pardal insistisse para sair, treinador que se preze teria chegado para ele e exigido que ele permanecesse, pois estava, naquele momento, fazendo grande diferença.

Única alternativa para a saída de Pardal: contusão.

A vantagem do Vasco era considerável na virada do primeiro para o segundo tempo, mas, acredito, ainda era possível uma reviravolta histórica no placar..

*Foto: Frankie Marcone


Rogério Marinho, Andrés Sanchez e um Timão que vale a pena ver

Edmo Sinedino,

O amistoso de daqui a pouco no Frasqueirão – ABC x Corinthians – foi marcado por colegas do Congresso Nacional.

O acerto se deu entre Andrés Sanchez e Rogério Marinho, PT e PSDB, respectivamente.

Políticos de partidos antagônicos, que se agridem todos os dias, mas os dois colegas, amigos.

Apesar das diferenças dos partidos,  pensam igual, até votam igual, infelizmente igual também à Bancada da Bola da CBF.

O Timão vem com um time reserva. Mas isso não impede que venham os bandidos travestidos de torcedores titulares.

O encontro desses marginais que enfeiam, que tiram as torcidas de verdade dos estádios foi registrada no Aeroporto de São Gonçalo, na chegada a Natal.

Uma vergonha!

O técnico Tite vai escalar time reserva, tendo jogadores como Edu Dracena, Ralf e Danilo, além do potiguar Rodriguinho.

O treinador do ABC, estreante Toninho Cecílio vai colocar dois times nos dois tempos.

O jogo, parece, não empolgou a Frasqueira.

Para piorar a situação, dentro dos “acordos” nunca bem explicados de nosso futebol, vai ser transmitido por um dos três canais do SporTV.

América x Vasco, no mesmo dia, pela Copa do Brasil, será transmitido por Globo e Band, mas, felizmente, a venda de ingressos ultrapassou todas as expectativas.

Para o jogo em Natal, Tite vai escalar o time com : Walter; Edílson, Yago, Edu Dracena e Marciel; Ralf e Matheus Pereira; Danilo, Rodriguinho e Mendoza; Romero.

Um time que, certamente, merecia sim que a Frasqueira comparecesse.


21-40 de 4275