E o ABC "morre" na metade do segundo tempo

Edmo Sinedino,

Tantas câimbras, caretas, quedas, atendimentos...o que está acontecendo?

O time do ABC parece, quase todo, sem a condição física ideal para uma partida de 90 minutos.

O que acontece?

Não acredito que a deficiência seja do departamento de preparação física.

Sim, porque não adianta os preparadores fazerem o seu trabalho se os atletas não o completam com descanso e boa alimentação.

Após os 30 minutos, quase todo o time do ABC esbaforido, cara de sofrimento, de quem está nas últimas forças.

Isso, acreditem, não me parece normal.

Acho que o ABC cedeu o empate ao Criciúma hoje muito mais pela falta de um condicionamento melhor.

Volto a dizer que isso não quer dizer que o problema seja na preparação, que esteja nos profissionais que trabalham a condição física.



"Sobrenatural de Almeida" entra em campo e tira a vitória do ABC

Edmo Sinedino,

ABC 2 a 2 Criciúma.

Décima partida seguida sem vitória do clube em sequência na Série B. A 11ª sem vitória dentro do seu estádio Frasqueirão.

O que se pode falar ou escrever sobre um jogo como esse?

Dá para culpar alguém, responsabilizar o treinador ou quem quer que seja? Não dá.

O ABC jogou para vencer, fez um bom jogo, marcou os gols que precisava, mas, infelizmente, foi marionete do destino.

A sorte, madrasta, decidiu de novo.

Foi, não tenho dúvida, ação do “Sobrenatural de Almeida”.

No primeiro tempo, com um esquema arrojado, jogando com três atacantes, o ABC cedia a posse de bola ao Criciúma, mas compacto no meio-campo, mas em compensação trabalhava bem os contra-golpes.

Num deles quase marca em jogada individual de Wellington Bruno, um dos destaques da partida.

A defesa do ABC se portava bem, o meio-campo não pecava tanto e a equipe tinha a criatividade de Wellington Bruno.

Faltava mais passagens dos alas, faltava, principalmente, uma participação maior de ataque dos dois atacantes de beirada – Bismarck e Rafinha.

E numa jogada individual de Rafinha, que nasceu também de um corte de Luisão, zagueiro, e contra-ataque, saiu o primeiro gol da partida.

Um golaço do Rafinha.

O primeiro tempo terminou assim.

No segundo tempo, o ABC, algumas peças demonstravam cansaço, e a recomposição já não era a mesma.

Mesmo assim, o ABC continuava bem usando as mesmas armas. E para melhorar, o segundo gol veio cedo.

Novamente Rafinha, outro bonito gol que bateu nas duas traves e entrou.

A partir daí, ficou mais notado o cansaço dos jogadores do ABC. A pegada no meio-campo era menos forte.

O Criciúma ganhava mais espaço, dominava quase todos os espaços do campo, mas o ABC ainda resistia bem.

Saíram Luisão, machucado, e pouco depois Rafinha. Entraram  Mael e Erivelton.

O ABC recuperou a pegada com a judá de Erivelton e parecia não correr mais grandes riscos.

Até parecia ser mais fácil marcar o terceiro.

Hélio dos Anjos ainda tinha uma mudança. E tirou Wellington Bruno, estafado, e fez entrar Michel.

Poderia ter sido outra a mudança, talvez Chiclete, ou mesmo Dedé que também tem bom passe.

De qualquer forma, não acho que as mexidas tenha influenciado o placar. O que aconteceu foi a fatalidade.

Um escanteio, um jogador alto, forte, ganha e cabeceia. O Tiago Adan, ex-América. Talvez um jogador de maior porte na marcação fosse mais adequado.

Quem sabe...

E depois, o castigo final: uma bola sobrada na frente da área, nenhum dos volantes para rebater e o meia Natan acerta um chute improvável, até porque ele se arrastava em campo sentindo câimbras.

O futebol pune. Mas nesse caso uma punição imerecida. O ABC jogou para vencer.



ABC contrata mais um reforço; e Márcio Passos ainda não foi regularizado

Edmo Sinedino,

Vai ver sirva, se encontre no ABC, já que no Botafogo ele não se firmou.

Esse já o terceiro contratado da nova etapa Hélio dos Anjos, e ainda tem o Márcios Passos que sequer foi regularizado.

Para quando?

Veja abaixo:

A diretoria abecedista confirmou na manhã desta terça-feira (25) mais um reforço para a sequência de disputa do Campeonato Brasileiro da Série B. O novo reforço é o meia Jéferson Paulista, que estava no Botafogo/RJ.

O jogador, que fechou contrato com o Clube do Povo até o final da Série B, e vem por empréstimo junto ao clube carioca, tem chegada a Natal (RN) prevista para a madrugada desta quarta-feira (26).

Jéferson se apresentará à comissão técnica, fará os exames médicos e logo iniciará os treinamentos com o restante do grupo.

Conheça um pouco mais do meia:

Jéferson Anti Filho – Jéferson Paulista
Posição: Meia
Nascimento: 27/03/1992 (23 anos)
Naturalidade: Piracicaba (SP)
Altura: 1m75 Peso: 75 kg
Clubes: Categorias de base do São Paulo/SP, Botafogo/RJ (2011-2013), Oeste/SP (2014), Rio Claro/SP (2015) e Botafogo/RJ (2015).



Uma transmissão de acordo com o nível da partida

Edmo Sinedino,

Eita Série C!

Assistir a um jogo na teve que transmite a série, que horror.

Nunca vi tanta paralisação.

Será possível que esse tempo todo de transmissão e esses caras ainda não aprenderam como fazer?

E o comentarista?

Os alas do América, ele disse, eram jogadores improvisados, quase que desqualificando ótimos jogadores como sabemos que são Maguinho e Artur Henrique.

Depois, quando entrou o Mateus, ele disse que o menino era volante.

Quanta desinformação.

Por isso que notamos a diferença, gritante, quando certa vez, em jogo da Copa do Brasil, tivemos a transmissão da ESPN Brasil.

Quando será que o Nordeste vai ter uma transmissão sem paralisações, quedas de imagens e show  de bobagens e desinformação?

Pelo menos essa de hoje esteve no nível sofrível da partida do América.


Atuações: mesmo sem brilhar, Pardal ainda foi o melhor do América

Edmo Sinedino,

Como faço em todos os joigos, analiso, com notas, as atuações dos jogadores do América.

A situação hoje, apesar do empate arrancado, não vai ser boa, acreditem.

Pantera – Fez uma defesa importante em cabeçada dentro da pequena área, mas me pareceu insegura, indeciso e quase se complica em dois lances. Nota 4.

Maguinho – Mal, preso no primeiro tempo, errando passes, e marcando mal a descida (claro que a culpa não era só dele), melhorou no segundo tempo. Nota 5.

Cléber – Me parece inseguro. Muito mal nas coberturas, quase sempre chegando atrasado, acho até que cometeu pênalti bobo no segundo tempo. Com a bola nos pés,. Então, um horror de ligação direta. Nota 4.

Zé Antônio – Começou bem, mas a medida que o Salgueiro foi pressionando ele perdeu um pouco a tranqüilidade, e andou chutando para onde apontava o nariz. Contudo, na marcação, ainda foi o mais lúcido. Nota 6.

Artur Henrique – Esteve mal na marcação, assim como Maguinho, pois não teve apoio, no entanto, com a bola nos pés sempre sai bem e iniciava boas jogadas. Não entendi sua saída. Nota 6.

Zé Antônio – Apesar de marcar muito mal, não cobir, não desarmar, pelo menos procurou o jogo, se mexeu e tentou levar o time à frente. Dessa vez não seria ele a sair na minha ótica. Nota 6.

Judson – Foi “contaminado” pelo restante da equipe. Pela primeira vez me pareceu inseguro no começo da partida, demorou um pouco a entrar no jogo. Melhorou no segundo tempo. Nota 5.

Cascata – Não entendi o recuo de Cascata. Fez uma partida discreta, abaixo do que pode render. Foi presa fácil da marcação e demorou a criar jogadas, o que não é comum. Nota 5.

Pardal – Perdeu um gol feito, depois foi à linha de fundo e chutou no gol ao invés de fazer o passe para trás, no entanto, é, de longe, o atacante mais perigoso e autor das melhores, poucas, jogadas de ataque do América. Nota 7.

Max – Não entrou no jogo. Está em má fase, e acho até que o Gláucio poderia continuar no time, pois vem rendendo mais. Nota 3.

Reys – Não vi uma jogada sequer dele o tempo quase todo. Não voltava para fechar espaços e nem se tornava alternativa de ataque. Nota 3.

Rafael Estevam – Não entrou mal no jogo. O Salgueiro diminuiu a intensidade. Fraco no apoio. Nota 4.

Mateus – Entrou para jogar no canto do campo. Fez uma, duas boas jogadas, errou outras duas, mas ajudou no final da partida. Nota 4.

Bruno Farias – Entrou e marcou o gol de empate. E só isso. Nota 4



América empata partida que jogou para perder

Edmo Sinedino,

Salgueiro 1 a 1 América.

Já escrevi que o placar acabou sendo um verdadeiro achado para o time rubro que continua no G4 e agora faz dois jogos em casa.

Vi o América fazer jogos ruins,  alguns bons, mas nenhum muito bom, como sei que essa equipe pode.

Esse de hoje, acreditem, foi um dos piores.

O América contra o Salgueira começou escalado de forma equivocada, já disse isso.

O time rubro, sem passagens de alas, preso na marcação, fazia Cascata recuar e jogar quase na “cabeça” do Judson.

Com três homens no meio-campo, claro, evidente, o América perdia o meio-campo. Toda disputa de bola se evidenciava a vantagem do Salgueiro.

E essa vantagem no meio-campo acabava prejudicando e muito o setor defensivo do América que já é precário por motivos que já falei mais de cem vezes em outras resenhas.

Artur Henrique e Maguinho sofriam com as descidas dos meias, que se juntavam aos alas e proporcionavam lances de perigo a todo instante.

Preso nessa teia, Roberto Fernandes não viu, acho, não sei.

Antes mesmo do primeiro tempo acabar ele já deveria ter feito o Álvaro entrar para equilibrar essa disputa de meio.

O Salgueiro ganhava o jogo ali, e criava as melhores chances, e foi por muita sorte do América que todas foram desperdiçadas.

Menos o pênalti marcado pelo árbitro carioca Alexandre Vargas Tavares de Jesus – RJ, mais um despreparado apitador que deve ter padrinho na CBF.

Uma vergonha o pênalti que ele marcou para o Salgueiro. Judson disputou a bola no ombro, limpo, mas ele assinalou falta.

No segundo tempo, a surpresa: Roberto Fernandes volta com Rafael Estevam no lugar de Artur Henrique.

O time continua sem apresentar absolutamente nada de positivo, a não ser algumas jogadas individuais de Pardal e sua luta isolada contra os zagueiros.

Max, como vem acontecendo, muita fora do jogo. O Reis nada realizava.

O Salgueiro, claramente, põe o pé no freio, e esse foi o pecado dos pernambucanos, e a sorte grande do América.

Vulnerável, desacertado, o América começava a dar sinais de reação, muito mais por jogadas individuais que de conjunto.

Roberto Fernandes saca Zé Antônio, sempre deficiente na marcação, e coloca o menino Mateus num canto de campo.

Não entendi a substituição. E ele ainda não fazia entrar Álvaro, titular no banco.

Aos poucos, o América se aproveitava no encolhimento do Salgueiro que, mesmo assim, ainda era melhor em campo.

A terceira alternativa de mudança veio com Bruno Farias no lugar de Reis. Outra mexida que também pouco alterava o andamento da partida.

O América, repito, vivia de Pardal, Cascata e algumas investidas de Mateus. Contudo, num lance de sorte, de bate-rebate, a bola sobrou para o empate de Bruno Farias.

Um placar injusto, mas que puniu uma equipe que foi incompetente nas finalizações e acabou cedendo o empate.

O América termina a rodada na mesma quarta colocação, vendo a aproximação perigosa do Botafogo, que soma 19 pontos.

Contra Águia de Marabá, Botafogo/PB,  Icasa,  e o Salgueiro duas vezes, o América perdeu pontos que não devia, e isso pode fazer muita falta nessa reta final.



Roberto Fernandes ainda põe essa classificação a perder...

Edmo Sinedino,

Que me perdoem os admiradores de Roberto Fernandes, que eu sei serem muitos, mas ele ainda bota essa classificação a perder.

Minha gente, é muito erro para se cometer numa partida apenas.

Para começar a escalação.

Ora, numa partida em que o time precisa de fechar bem, proteger sua defesa que tem dois alas autênticos, ele escala Reis com Max e Pardal no ataque.

Com isso, somado ao Zé Antônio não faz um desarme, uma cobertura o jogo inteiro, são quatro jogadores perdidos na recomposição.

E olha que nem estou contando com Cascata.

E a culpa do buraco era do Artur Henrique?

O que foi que o Álvaro fez, em pergunto, pois vira e mexe, jogando bem, fazendo dupla função muitas vezes, esse rapaz é sempre sacrificado, sacado?

Como deixar Álvaro de fora, ele que volta para ajudar na marcação, ele que faz dupla quase perfeita na descida com Artur Henrique, Álvaro que recompõe com Judson?

Nunca vou entender essa opção.

Será que Roberto Fernandes acha, imagina, supõe que o Reis pode fazer o mesmo papel do Thiago Potiguar?

Nunca!

Um América perdido em campo. Sem nenhuma jogada e com uma novidade que é um verdadeiro horror: Cascata vindo buscar quase na cabeça do Judson...como é isso?

Max e Reis sem pegar na bola e sem função nenhuma. Dois jogadores inúteis batendo cabeça.

E quando volta para o segundo tempo, seu time perdido, desencontrado, sem jogada, ele saca Artur Henrique para Rafael Estevam.

Pelo amor de Deus! Tentar consertar erro de marcação, que é setorial, com a troca de um jogador ótimo de apoio por um fraquíssimo?

Os absurdos continuaram. Ele tira Zé Antônio, que acho fraco, e coloca Mateus. Mais um erro.

Sacode o jovem valor no canto do campo, e o buraco no meio continua.

Sorte que o Salgueiro, na frente do placar, se acomoda, ou fica com medo de jogar, enfim...

E por fim, entra o Bruno Farias no lugar do Reis. Não mudaria absolutamente nada não fosse o tal do fator sorte, o fator “Sobrenatural de Almeida” no futebol.

Esse Bruno Farias, que não acrescenta nada, nunca acrescentou, num bate-rebate, briga de Pardal,  a bola sobra para ele na cara do gol.

E o Bruno Farias marca o gol de empate.

Péssima partida do América.

O empate foi um achado.



Torcedor do América elogia Marcílio

Edmo Sinedino,

Boa tarde, Edmo,

Fico vendo você defendendo exaustivamente a utilização de atletas das bases e quase sempre concordo com você.

Devo pontuar que sou americano e preciso discordar quando o assunto é Gláucio. Sob minha ótica, infelizmente, o menino não se desenvolveu como eu imaginava que fosse ocorrer. Para ser sincero me parece até um pouco sonolento. Eu botava mais fé em Rivaldo, sinceramente. Mas isso também não significa que eu ache Gláucio horrível ou indigno de vestir o manto americano. Com certeza é bem melhor que pelo menos duas dezenas de ruindades que passaram por aqui.

Todavia, minha intenção ao lhe escrever é para falar de Marcílio, do Abc.

Desde que você começou a pedir atenção com o futebol do menino eu passei a focar nas atuações dele em alguns poucos jogos que assisti do Abc.

Muito bom de bola mesmo! Rápido, arisco e habilidoso. Talvez um pouco displicente na marcação e peca por não procurar tanto a linha de fundo (as vezes acho que ele deriva demais para o meio). Mas é um garoto e precisa que algum treinador "bote a mão por cima dele".

O globoesporte.com, da Rede Bobo, já dá destaque a Marcílio, colocando-o como uma das gratas revelações sub-20 que disputam a Série B 2015:

http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/na-base-da-bola/post/luis-henrique-rivaldinho-e-mais-oito-revelacoes-sub-20-da-serie-b-2015.html

Vinícius


Marcílio entre as dez revelações do Brasileiro

Edmo Sinedino,

Recebi e-mail de um amigo, ele me falou de nossas bases, sobre Gláucio e Marcílio, e até me deu informação importante.

O blog do Globo.com “Na Base da Bola”, texto escrito pelo jornalista Bruno Alves, coloca Marcílio entre as revelações da Série B.

Bom  ler isso quando, em Natal, ouvimos um certo “comentarista” criticar o menino, quase sempre.

O blog coloca Marcílio entre as dez revalações desse atual Brasileiro.

Agora, deixa eu fazer uma correção: ele diz que Marcílio se destaca pela marcação. Absolutamente equivocado, pois o menino é bom, muito bom mesmo é no apoio.

Quando um treinador aparecer, entender, investir no potencial de ataque de Marcílio, aí sim, quero ver.

Na marcação ele peca, dá “botes” apressados, errados, e quase nunca sabe a hora certa de cobrir e chegar.

Treino, orientação dos companheiros e do treinador, certamente, vão, aos poucos burilar esse excelente jogador.

Espero que não saia do time com a chegada do Rodrigo Biro.

Veja abaixo:

http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/na-base-da-bola/post/luis-henrique-rivaldinho-e-mais-oito-revelacoes-sub-20-da-serie-b-2015.html



Sub-19 de ABC e América estão fora das finais e da Copa SP Sub-19

Edmo Sinedino,

Por incrível que isso possa parecer, ABC e América, acreditem, estão fora da fase semifinal do Estadual Sub-19.

Fora da briga pelo título.

Sabem o que isso significa? Os dois não disputarão a Copa São Paulo de Futebol Sub-19. disputada no começo de 2016, em São Paulo.

Uma vergonha!

Nem é preciso repetir que os dois maiores clubes precisam repensar suas categorias de base.

Afinal, a faixa etária sub-19 é justamente onde devem surgir os valores para serem trabalhados para aproveitamento no profissional.

Os classificados foram Santa Cruz, treinado por Carlos Mota, e Palmeira de Goianinha, no Grupo A, e Globo e Mossoró, no Grupo B.

Apesar do sacrifício do desportista Osvaldo Trigueiro e do projeto humilde mas inteligente adotado no Alecrim, o time verde também ficou de fora.



Os times que torço

Edmo Sinedino,

Não tenho mais preferências clubística.

Torço pelos amigos, pelos jogadores da casa, e por aqueles que considero bons jogadores e injustiçados.

Meus times no Brasileirão da Série são Corinthians de Rodriguinho, o Fluminense de Edson, o Figueirense de Fabinho.

Fabinho não é potiguar, mas é como se fosse. Tenho um carinho muito especial pelo grande jogador, mas, principalmente, o ser humano Fabinho.

Ficava me coçando, encafifado, sem entender como Fabinho ficava na reserva do meu Alecrim. Coisas de "treinador"...

Fabinho hoje é titular absoluto do Figueirense, figura quase imexível da equipe.

Corinthians ou Flu campeão, para mim, está ótimo, e para o Figueira de Fabinho que ele comtinue na Série A.


Rogério Marinho não tem mais clima para continuar no ABC

Edmo Sinedino,

O ex-diretor de futebol Marcelo Abdon foi, de novo, destaque nas redes sociais.

Ele disse em sua conta no twitter que um protesto para a saída de Rogério Marinho, do ABC, daria mais gente que o que a direitona do Brasil promoveu pelo golpe contra a presidente Dilma.

Disse também que Rogério Marinho faz parte da Bancada da Bola, um famigerada grupo de deputados que, ao longo das décadas, tem agido no Congresso.

Num passado recente, enterraram uma CPI da Nike, livrando o bandido Ricardo Teixeira de ser preso.

Por conta dessa bancada, o futebol do Brasil hoje é dirigido por gente como José Maria Marín, preso, e Marco Pólo Del Nero...quase lá.

Bom, o que acho é que Rogério Marinho tem cometido muitos equívocos desde que assumiu o ABC.

Acho que, como seu ex-superintendente, Rodrigo Pastana, contratado por ele, o deputado não tem mais clima para permanecer no ABC.

É chegada a hora de abcdistas históricos se juntarem para salvar o clube, e não falo só salvar do rebaixamento.



Atuações:a defesa não foi mal, e acho que só...

Edmo Sinedino,

Como faço em todos os jogos, analiso, com nota, as atuações dos jogadores do ABC, hoje, no empate de 1 a 1 diante do Oeste.

A partida foi válida pela 20ª rodada, a primeira do returno do Brasileiro da Série B.

Gilvan – Não passa confiança. Pelo menos em dois lances ficou no meio do caminho, e contou com a sorte para não sofrer gol. E também não foi tão chamado a intervir assim, apesar do domínio maior do Oeste. Nota 5.

Edney – Continuo achando que Reginaldo merece, ainda, ser o titular. Edney falhou na marcação no lance que originou o pênalti, quase não funcionou no apoio, mas foi bem no quesito marcação. Nota 6.

Luisão – Não cometeu falhas que comprometessem, mas também ainda não passa segurança, Pode ser que isso aconteça na sequência de jogos. Nota 7.

Suéliton – É um jogador participativo, quer ir em todos os lances e, muitas vezes, por isso se complica. Fez um bom jogo e merece até ser apontado como um dos destaques da partida. Nota 7,5.

Marcílio – Fez um bom jogo. É, de longe, o jogador mais perigoso que o ABC tem quando sai para o ataque, só que precisa ser liberado para sair mais, ser mais ala, que é seu forte. Na marcação, hoje, também esteve bem. Nota 7,5.

Fábio Bahia – Como sempre. Correndo sem direção, perde quase todas as disputas, não desarma, não aparece para jogar, na verdade, só corre. Nota 3.

Rafael Miranda – Participa dos desarmes um pouco mais que o companheiro, mas também deixou a desejar principalmente na saída de jogo. Nota 5.

Ronaldo Mendes – estranhamente, estranhamente, estranhamente, jogou como se fosse um volante de marcação pelo lado direito. Não entendi sua função. Se isso for o que Dos Anjos espera dele, o ABC vai perder seu único jogador criativo. Foi expulso por desacato ao árbitro, acho eu, pois sequer tinha amarelo. Sem nota.

Edno – Marcou um gol e só. Talvez tenha sido o jogador mais acionado de toda a partida, de todos os que entraram em campo, mas não fez absolutamente nada, a não ser matar contra-ataques do ABC. Mais um treinador que se equivoca ao tentar fazer dele jogador de ligação. Nota 4.

Rafael Oliveira – Centroavante sem bola não tem vida. O ABC não teve jogadas de linha de fundo, não teve jogadas de penetração e nem criou em lançamentos. Ele não podia jogar. Mas pelo menos bringou, tentou abrir espaços. Nota 5.

Bismarck – O grande dilema é saber por quê esse jogador continua a ser escalado? Deve ser daqueles “leões de treino”, só pode. Nada fez a partida inteira, fez sim, atrapalhar. Sem nota.

Rodrigo Biro – Entrou e não teve tempo. Sem nota.

Cleyton – Entrou, nada fez. Sem nota.

Wellington Bruno – Não teve tempo sequer de pegar na bola, acho. Sem nota.



Um novo treinador, mas um mesmo ABC sem perspectivas

Edmo Sinedino,

O ABC foi o mesmo ABC de rodadas passadas.

O mesmo de Gilmar Dal Pozzo, Toninho Cecílio, o mesmo time sem perspectiva montado pelas contratações equivocadas de Rodrigo Pastana.

Ficou evidente que, pela motivação natural de um treinador estreando, todo mundo se aplicou um pouco mais.

O ABC entrou marcando com as mesmas duas linhas de quatro, inacreditavelmente fazendo de Ronaldo Mendes, outro volante de marcação, ali pelo lado direito.

Quer dizer: o jogador mais criativo, mais habilidoso não foi utilizado para criar, mas somente para correr atrás.

Um gol por acaso, num lance que nasceu de um arremesso de mão, pôs o time na frente do placar.

E depois disso, não poderia ser diferente, só muito trabalho para a defesa e os jogadores de meio-campo.

Como já disse, Ronaldo Mendes marcando.

No final do primeiro tempo, o Oeste já pressionava mais, pois se tornava evidente o quanto a marcação do ABC, que tem volantes como Fábio Bahia e Rafael Miranda, é vulnerável.

Sorte que o adversário era o Oeste. E também não podemos deixar de destacar as atuações mais cuidadosas dos quatro homens da defesa – Edney, Luisão, Suéliton e Marcílio.

No segundo tempo, com menos de dois minutos, o Oeste empatou. 

O fraco Fábio Bahia chega atrasado, como sempre, e comete pênalti bobo.

O jogo permaneceu sem mudanças,. O ABC já muito mais se defendendo, e todas suas prováveis jogadas de ataques morrendo nos pés de Edno.

Mesmo assim, nada de mudanças.

Bismarck, como sempre, sem nada acrescentar, e o atacante Rafael Oliveira brigando sozinho na frente.

O ABC se defendia com quatro zagueiros, uma segunda linha formada por Ronaldo Mendes, Fábio Bahia, Rafael Miranda e Bismarck.

Edno fazendo a ligação, função que não sabe, e o Rafael isolado.

Uma estranha armação de 4-4-1-1.

Depois entrou o Rodrigo Biro para o inútil Bismark, e Ronaldo Mendes foi expulso.

Se o ABC já tinha Edno e Rafael Oliveira, dois a menos, ficou com três a menos.

E a partir daí se valeu mais resistência da defesa e má qualidade do Oeste para não tomar o segundo.

Hélio dos Anhos, sem enxergar o jogo, acho eu, trocou um atacante por outro – Rafael por Cleyton – e depois, já nos acréscimos fez entrar Wellington Bruno no lugar de Edno, troca feita somente para fazer passar o tempo.

Mais um treinador diferente no comando do ABC, no entanto, os erros são os mesmos.

Hélio dos Anjos, certamente, vai dar entrevista elogiando seu time, se auto elogiando por estrear empatando com o poderoso Oeste.

O ABC continua na zona de rebaixamento, e seu percentual de aproveitamento para escapar da degola segue aumentando.


Sobre Fábio Bahia, Bismarck, Edno e Cleyton...

Edmo Sinedino,

O ABC teve outro resultado ruim.

Bom, talvez, somente para o treinador e vai elogiar o time por ter conseguido um empate fora.

Mas, claro, o alvinegro não pode se dar a esse luxo.

Antes de falar do jogo gostaria de comentar as atuações de Fábio Bahia, Bismarck e Edno.

Fiquei observandoo, aliás, faço isso em todos os jogos. Fico vendo a função, participação de Fábio Bahia.

O jogo todo hoje vi esse volante fazer apenas uma jogada defensiva: se atirou nos pés do atacante do Oeste evitando um chute frontal.

Antes, numa só sequência, ele havia perdido três disputas de bola pelo alto. No ataque, durante toda a partida, ele fez, a exemplo do plano defensivo, apenas uma ação.

Uma bola sobrada, ele veio correndo de trás e chutou, mas o adversário se atirou aos seus pés e evitou.

Fábio Bahia corre do lado direito para o meio da área em quase todas as jogadas e nunca, nunca faz um desarme, também não aparece iniciando nenhum tipo de ação ofensiva.

Para completar, no jogo de hoje, chegou atrasado na marcação, como sempre, e cometeu pênalti bobo que resultou no empate do Oeste.

Esse é o quatro treinador que mantém Fábio Bahia como titular, então...

O Bismarck. Outro caso de mistério. Nunca realizou nada de muito produtivo, muito pelo contrário, mas continua sendo a primeira opção no ataque.

Um absurdo!

Hoje, de novo, ele não jogou, atrapalhou. A partida inteira sem uma só jogada produtiva, e olha que foi que mais pegou na bola em condição.

E por fim, o Edno. Um gol na agonia, no sufoco e nada mais. Ao contrário, aliás. Edno talvez possa se chamado de “assassino” de contra-ataques.

Todas as bolas roubadas pela defesa que chegaram aos seus pés foram perdidas. Duas delas com chance de criar situação de gol, com Marcílio e o Rafael Oliveira.

Mesmo assim, o Hélio dos Anjos deixou Edno em campo, um homem a menos, até os acréscimos.

E ainda tem esse Cleyton.

Para mim, para quem tem um mínimo de conhecimento do que seja futebol, cinco minutos de um treino simples daria para ver a inutilidade da contratação desse atacante Cleyton.

Os empresários, ou empresário, não sei, continuam fazendo a festa no ABC.



Mais uma semana sem novidades pelos lados da nossa FNF

Edmo Sinedino,

Mais uma semana se passa sem que se veja qualquer luz no fim do túnel do estádio JL.

O governador não recebeu José Vanildo e, acreditem, talvez o presidente da FNF nem esteja mais pensando nisso.

Tem o Estadual da Série B, pois ele se preocupa muito com essa competição.

Temos os sempre renovados problemas dos estádios e nenhuma palavra do presidente para tentar começar a resolver.

Futebol feminino esquecido.

Categorias de base que ele disse que a FNF realiza no JL, quando será que vão começar os estaduais Sub-15 e Sub-17?

E nem cobro mais o Sub-13.

Enfim....



Roberto Fernandes e suas "cartas de garantia"

Edmo Sinedino,

Roberto Fernandes e suas “cartas de garantia”.

Ele não muda, é jogo a jogo. O ataque com problemas e a viagem.

Mas é só o América que viaja.

E, sinceramente, eu queria ter os problemas de ataque que o time rubro.

Claro, Adriano Pardal e Thiago Potiguar fazem muita falta.

No entanto, sendo eu, Pardal tem contrato, está inteiro? Vai para o jogo. Simples assim.

Empresário não é dono do atleta.



Agora, os reforços de Hélio dos Anjos

Edmo Sinedino,

Agora, com mudança de comando, começa a chega a “turma” do novo treinador.

Será que são os atletas que o ABC precisa para resolver seus problemas são somente mais dois de outros que ainda virão?

É impressão minha ou esses reforços vieram da mesma carteira, do mesmo empresário de Cleyton e Rafael Oliveira?

Veja abaixo:

Reforços chegam e aguardam exames médicos para assinatura de contrato

A diretoria abecedista trabalha para reforçar o elenco abecedista para a sequência do Campeonato Brasileiro da Série B e anunciou dois jogadores na manhã desta sexta-feira (21). Chegam ao Mais Querido, o zagueiro Adriano Alves, que estava no Bahia/BA, e o atacante Rafael Silva, que vem do Santa Rita/AL.

Os dois reforços chegaram a Natal (RN) nesta sexta-feira (21), e aguardam a realização dos exames médicos para a assinatura de contrato. Rafael Silva chega por empréstimo junto ao clube alagoano.

Conheça um pouco mais dos novos reforços:

Adriano Alves dos Santos – Adriano Alves

Posição: Zagueiro

Nascimento: 01/07/1985 (30 anos)

Naturalidade: Dourados (MS)

Altura: 1m85  Peso: 80 kg

Clubes: Rio Branco/SP (2003), União Barbarense/SP (2004-2005), Ituano/SP (2006), Coritiba/PR (2007), Oeste/SP (2008), Náutico/PE (2008), Goiás/GO (2009), Oeste/SP (2009-2010), Ferencváros/Hungria (2010-2011), Oeste/SP (2011-2012), São Caetano/SP (2012-2013), Oeste/SP (2013-2014), Atlético/GO (2014) e Bahia/BA (2015).

Rafael Gonçalves da Silva – Rafael Silva

Posição: Atacante

Nascimento: 02/11/1991 (23 anos)

Naturalidade: São Paulo (SP)

Altura: 1m80  Peso: 73 kg

Clubes: Base do São Paulo/SP, Catanduvense/SP (2011), Matonense/SP (2012), São Vicente/SP (2013), Santa Rita/AL (2014), Coruripe/AL (2014) e Santa Rita/AL (2015).



Muita coisa sobre o Alecrim que não foi, devidamente, esclarecida

Edmo Sinedino,

O Alecrim teria uma Sessão Solene em homenagem ao centenário. Não teve, ficou para outra data.

A Polícia Federal realizou operação na cada desde as primeiras horas da manhã.

Mesmo assim pude reencontrar velhos amigos alecrinenses.

Um deles, o ex-presidente, Josemar, homem sério, íntegro, que fez, ainda em parceria com o saudoso Severino Lopes, um belo trabalho no clube.

Falando com Josemar, infelizmente ou felizmente, não sei, fiquei sabendo de mais falcatruas que tantos danos causaram ao clube.

Até mesmo pessoas que imaginava absolutamente íntegras, fiquei sabendo, não são.

Também proporcionaram prejuízo enorme ao clube.

Na verdade, a maneira como o Alecrim aos poucos foi perdendo seu patrimônio, que era imenso e valiosíssimo, nunca foi muito bem explicado.

Também pairam dúvidas sobre a última participação do Alecrim na Série C, quando a equipe foi rebaixada.

Sem falar nas maracutaias do inglês que, verdade seja dita, pouca gente procurou impedir.

Se ainda desse tempo, meus amigos Normando e Chico, entre tantos, vão concordar comigo, muita coisa deveria ser esclarecida.



Seleção brasileira de futebol feminino participa de torneio em Natal

Edmo Sinedino,

Natal vai sediar o sétimo torneio internacional de futebol feminino. Em dezembro. É a oitava edição e a primeira no Nordeste.

Deve ter sido pela enorme influência de Zé Vanildo, o presidente da FNF, que conseguiu trazer para nós.

Parece meio contraditório já que o presidente nunca fez nada de positivo pelo futebol feminino de nosso Estado.

As meninas dos clubes e o pessoal da SEL que o digam.

Bacana esse evento. O Rio Grande do Norte tem muitas craques de bola, precisando incentivá-las e apresentá-las.

O evento será em dezembro, e o Brasil vai em busca do seu sexto título.


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