Judô do RN vai em busca do tricampeonato brasileiro regional

Edmo Sinedino,

judo1_09A delegação de judô do Rio Grande do Norte já está em Aracaju, onde disputa, desde a manhã de sábado até este domingo, o Campeonato Brasileiro Regional.

Ao todo, 116 judocas potiguares lutarão pelo tricampeonato da competição que reunirá os atletas da Região 2, que corresponde aos estados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As lutas serão realizadas no ginásio do SESI, Augusto Franco, a partir das 9h do sábado (22) em cinco classes: Sub-13, Sub-15, Sub-18, Sub-21 e Sênior.

O técnico de seleções da Federação de Judô do Estado do Rio Grande do Norte (FJERN), Luiz Fagner, está bastante confiante em seus atletas.

"Realizamos treinos específicos para essa competição e nossa seleção está muito bem preparada, pronta para brigar por vários pódios", disse Fagner.

Para o presidente da FJERN, Tibério Maribondo, os potiguares possuem grandes chances de conquistar o tricampeonato. "Esse grupo tem muita qualidade, é muito forte, e vai buscar o terceiro título consecutivo para o RN", falou.

De acordo com a Confederação Brasileira de Judô CBJ), o Campeonato Brasileiro da Região 2 conta com 661 atletas inscritos, sendo 192 na categoria Sênior. Números que impressionam, pois conforme a CBJ, é a segunda região do país com a maior participação de judocas..



Copa Garoto Bom de Bola vai reunir 33 seleções municipais

Edmo Sinedino,

santa1_09A quinta edição da Copa Escolar de Futebol Garoto Bom de Bola vai reunir 33 seleções municipais nos próximos meses.

A competição promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Esporte e do Lazer, para alunos de 12 a 14 anos irá começar no dia 29 de abril em oito regiões do Rio Grande do Norte.

As seleções municipais que vão participar da Copa Garoto Bom de Bola são: Arez, Baía Formosa,  Currais Novos, Fernando Pedroza, Georgino Avelino, Goianinha, Governador Dix Sept Rosado, Guamaré, Ipanguaçu, Itajá, Jardim de Angicos, João Câmara, Jucurutu, Lagoa D'Anta, Lagoa Nova, Lajes, Martins, Mossoró, Natal, Pedra Grande, Pedro Avelino, Pureza, Riacho da Cruz, Santa Cruz, Santana do Matos, São Bento do Trairi, São Fernando, São José de Mipibu, São José do Campestre, São Paulo do Potengi, Serra Caiada, Tangará e Várzea.

De acordo com o coordenador do evento, professor Jael Cypriano, as equipes serão divididas em oito grupos regionais, classificando-se os primeiros colocados de cada chave para a grande final, cuja data e local serão definidos no Congresso Técnico.

Na edição de 2016, Goianinha venceu a final contra Lagoa Nova pelo placar de 2 a 1, sagrando-se bicampeã da competição de futebol escolar mais popular do Rio Grande do Norte


Atuações: Erivélton, de novo, o grande destaque da partida

Edmo Sinedino,

Agora, analiso, com nota, as atuações dos jogadores do ABC, time vencedor, na partida desta noite de sábado, no Barrettão, em Ceará-Mirim, quando venceu ao Globo de 1 a 0.

A partida foi a primeira da decisão de 180 minutos do campeonato estadual de 2017. No jogo da volta, dia primeiro de maio, no Frasqueirão, o alvinegro vai jogar pelo empate.,

Edson – Foi a partida, das últimas que vi, que o Edson trabalhou menos. Nem contra o Potiguar foi tão fácil. Foi firme numa falta cobrada por Renatinho Carioca e alguns lances menos difíceis. Nota 6.

Arês – Escrevi texto à parte sobre o ala. Nota 7,5.

Osvaldo – Também já escrevi sobre o zagueiro. Nota 7.

Cleiton – Outro que já dediquei texto especial. Nota 7,5.

Marquinhos – Também mereceu texto. Nota 7,5.

Pedra – Teve, como sempre, atuação de destaque na firmeza de seu desarme, na sua presença ajudando a proteger a defesa. Sentiu a falta de ritmo no segundo tempo e teve que sair. Nota 6,5.

Guedes – Muito bem na distribuição de bola, participativo, adiantado, marcando lá em cima, bom passe, uma boa atuação. Nota 7.

Gegê – Cresce a cada jogo. Isso é muito bom. Veio buscar jogo, chegou na frente, deu passe de gol, até perdeu boa chance, mas foi, de verdade, um homem de boa armação. Nota 8.

Erivélton – Já escrevi sobre ele também. Melhor em campo. Nota 9.

Echeverría – Talvez, taticamente, o jogador mais importante do ABC, e autor do gol. Foi ponta, ala, ajudou na marcação no meio e ainda chegou com perigo na frente. Nota 8.

Nando – Destoou do restante da equipe, não foi tão bem, mesmo assim desempenhou a função de “abre alas” em alguns lances. Teve chance de marcar, mas não era seu dia. Nota 6.

Jardel – Entrou bem, com muita personalidade, e não deixou a pegada cair no meio-campo. Nota 6.

Caio Mancha – Entrou e teve boas chances. Não aproveitou. Sem nota.

Dalberto – Pouco tempo em campo. Sem nota.



A importância, ainda, do Renatinho Potiguar

Edmo Sinedino,

Já falei de meio mundo do ABC. Eu também vi o Globo, acreditem.

Mas hoje, o próprio Luizinho vai reconhecer, seu time não viu a cor da bola. Todas as estratégias deram errado.

Ou o ABC impediu que dessem certo.

Quero destacar no Globo jogadores. Rafael. Grande goleiro, atuação espetacular que evitou que o adversário saísse de Ceará-Mirim praticamente campeão.

Ele realizou defesas inacreditáveis.

Gláucio. Esse menino faz parte de um grupo de jogadores, ao lado de Chiclete, Erivélton, Marcílio, Mateusinho, Arês, Cleiton, tantos outros, inclusive o Rodriguinho já fez parte, que eu nunca vou deixar de acreditar.

Acho-o muito melhor que Luisão e sempre relembro que ele foi prejudicado por Roberto Fernandes, no América, quando, em boa fase, não ganhou a condição de titular.

Renatinho Potiguar, 34 anos, alguns quilinhos a mais. Mesmo assim, reafirmo: fosse dirigente de ABC ou América o contrataria para uma preparação especial.

Tenho absoluta convicção que, no andamento da competição, me seria muito útil. Talento raro, destaque sempre, mesmo não estando no melhor da forma.

Por último, quero destacar o Geovani. Esse jogador teria vaga no meu time como segundo volante. Um jogador especial, talvez escondido no Globo.

Todo o time do Globo tem qualidade, mas queria falar desses jogadores hoje.



Josué Teixeira na carreira de Erivélton

Edmo Sinedino,

Não estou aqui, nem de longe, tentando diminuir a importância do treinador Geninho para o ABC.

O que preciso fazer é consertar uma injustiça, uma tremenda ingratidão.

Não foi com o Geninho que o Erivélton começou a mostrar seu brilhante futebol de muita participação, desenvoltura, passes perfeitos, proteção de bola inigualável, rapidez e leveza.

Essa grande confiança, continuidade e titularismo absoluto do meia de Santa Maria acoteceu em 2015, sob o comando de Josué Teixeira.

Naquele time que perdeu o título por interferência de um superintendente que só deu prejuízo, brilhavam Erivélton e Chiclete.

Depois da perda do título, o caos, o rebaixamento, e tudo de bom que havia sido feito, começado, foi posto por água abaixo.

Erivélton e Chicletes, pratas de casa, como sempre, foram as maiores vítimas.

Hoje, todos reconhecem seu valor, mas basta um jogo não tão bom, tenho certeza, para que recomecem os absurdos questionamentos.

Portanto, reafirmo, pois acompanhei: o grande futebol de Erivélton se consolidou, pois ele sempre foi ótimo, se deu com  Josué Teixeira.



Arês desmentiu o cara da tevê e ganhou o duelo com Romarinho

Edmo Sinedino,

ares1_09Ainda tenho mais um para falar. Arês (de costas). No começo da partida, primeira jogada de Romarinho, pensei: meu volante entrou pelo cano.

Depois teve mais duas jogadas em que o jogador do Globo nem levou vantagem, mas o cara já estava dando o veredicto de que seria a “mina”.

Não foi. Arês jogou muito bem. Foi firme, decidido e, acreditem, ganhou sim o duelo com o melhor atacante do Globo.

Tanto que, no segundo tempo, Luizinhoi Lopes trocou seu atacante de lado, o fez jogar do lado oposto.

Enfim, também não deu certo.

Arês continuou firme e quase até marca um golaço. E olha que a tendência é melhorar cada vez mais, pois a confiança se adquire jogando, em sequência.

*Foto: Andrei Torres/ABC FC


A oportunidade, real, que Marquinhos precisava...

Edmo Sinedino,

Hoje é dia dos textos curtos de registros. É que tenho prazer de dar boas notícias aos torcedores do ABC.

Afinal, a torcida foi ao Barrettão, mas muitos podem não ter prestado a atenção.

Falo de Marquinhos. Todas as veze, todas, sem exceção, que esse rapaz jogou, quinse, vinte, meio-tempo, sempre o achei mais jogador que Romano.

Em todos os aspectos e não entendia o seu não aproveitamento. Até pensei que Geninho havia desistido desse rapaz.

Hoje, ficou mais uma vez provado que, se Marquinhos não merecer ser titular da ala esquerda durante a Série B, tem sim condição de ser opção.

Atacou e defendeu muito bem, agora muito mais visto, afinal, jogou toda a partida, e diga-se, desgastante, diante do Globo, tendo que marcar, no segundo tempo, o Romarinho.



Osvaldo, enfim, teve uma boa atuação

Edmo Sinedino,

Várias vezes critiquei o Osvaldo. Vi suas participações e sempre fazia reparos.

Acho que estava certo, porém, a gente exagera, se apressa e não dá tempo ao jogador, muitas vezes.

Na partida deste sábado, Osvaldo teve grande atuação. Defensiva e ofensiva também. Foi preciso nos cortes por cima e pó baixo.

Até mesmo no quesito sair jogando, defeito graves da quase totalidade dos defensores do futebol do Brasil, ele melhrou, mostrou-se mais confiante.

Osvaldo disse estou aqui.

Talvez, com ele, Sala bem, Cleiton e Tonhão, o treinador Geninho, a direção, não precisem gastar mais uma “bala” de contratação.



Cleiton: o canhão da Vila

Edmo Sinedino,

Já escrevi sobre o jogo e injustiça do placar, mas deixa eu escrever algumas linhas sobre alguns personagens.

Vi o jogo em casa, na tevê, e fiquei muito feliz, particularmente satisfeito com a atuação do zagueiro Cleiton.

Essa semana, ele esteve no Prorrogação, e como gosto muito desse rapaz humilde e destaco seu bom futebol tem muito tempo, lhe fiz algumas cobranças e críticas.

Ele sorriu, aceitou e, tenho certeza, não ficou chateado, afinal tenho idade de ser seu pai e vivi dentro das quatro linhas um bocado de tempo.

Pedi ao Cleiton  que, quando o ABC tivesse uma falta de média e longa distância, ele pegasse a bola e batesse.

Afinal, é dele o chute mais potente do time. Ele mandou dois canhões hoje, de longa distância, e se o Globo não tivesse o Rafael, tão bom boleiro, teria sido dois gols dele.

E o Rafael não conseguiu segurar. Na primeira, Gegê chutoo o rebote e Rafael pegou de novo, e no segundo, Mancha chegou tarde.

Vou ter a pretensão de achar que ele lembrou de meus conselhos...

Além disso, Cleiton tewe grande atuação defensiva e voltou a demonstrar confiança na saída de jogo, com bons passes e condução de bola.

Merece esse registro sim.



ABC faz grande partida, perde muitos gols, mas vence no Barrettão

Edmo Sinedino,

gege1_093O ABC venceu o Globo de 1 a 0, gol de Echeverría, em passe magistral de Erivélton, e deu grande passo para conquistar o bicampeonato estadual.

O jogo, de placar justo, teria sido, sem exagero, quatro ou cinco a zero para o ABC, que jogou muito mais, e criou, que na primeira partida da decisão do segundo turno, diante do Potiguar.

O ABC de Geninho, finalmente, fz uma partida convincente, e que podemos acrescentar: de alto nível.

O time teve tudo e fez tudo que não vinha realizando nas últimas partidas. Até mesmo o comprometimento de todo o grupo foi bem outro.

O que mudou?

A começar pela postura tática. Ao invés de jogar da forma de time pequeno, que não condiz com o alvinegro, Geninho optou pela marcação no campo do Globo.

Bingo! Tirou a melhor qualidade do Globo, o seu toque de bola envolvente. Não teve. O time de Ceará-Mirim até ensaiou uma outra tática, compensando com o contra-ataque, mas os alas do ABC – Arês e Marquinhos – fizeram um grande jogo, muito bem protegidos por Guedes e Pedra.

Isso mesmo, Pedra. O volante pegador voltou no sacrifício e se saiu muito bem.

Além da postura, o ABC tinha dois alas atuantes - Arês e Marquinhos - e movimentação intensa com Erivélton, Gegê e Guedes.

Se o centroavante Nando estivesse num dia bom teria se consagrado e aumentado, em muito a sua artilharia.

Se não criou grandes chances neste primeiro tempo de muita pegada e diminuição de espaço, foi do time de Natal a maior posse de bola.

Talvez tenha faltado o Pardal (não começando, pois a opção por Eche foi acertada).

Não entendi sua ausência, se deu para sentir nas últimas participações que o atacante já está voltando à melhor forma.

No segundo tempo foi de um time só. O ABC foi absolutamente dominante, vivendo o Globo de algumas jogadas isolados de Gláucio, que entrou bem, e Romarinho, mesmo bem marcado.

O ABC já havia tido uma chance, não tão clara, mas boa, com o Arês, e logo aos quatro minutos, num passe magistral, perfeito, milimétrico de Erivélton, disparado, de novo, melhor em campo, Echeverría fez 1 a 0.

Depois, minha gente, a continuação do domínio total e uma sequência inesgotável de gols perdidos pelos abcdistas.

Nando, Gegê Echeverría, Guedes e Caio Mancha, que entrou na vaga de Nando. Foi assim até os 30 minutos.

O ABC, a partir daí, mudanças, acomodamento talvez, caiu de produção, parou de jogar. E o Globo, com Renatinho Potiguar em campo, começou a assustar.

Mas foi por pouco tempo, antes dos 40, o ABC já retomava a partida e garantia sem maiores sustos o placar que lhe dá a vantagem de jogar pelo empate, dia 1º de maio, no Frasqueirão.

Todo o time do ABC esteve muito bem, mas é preciso destacar o grande futebol apresentado por Erivélton.

*Foto: Andrei Torres/ABC FC


O Globo escapa de ser goleado em casa

Edmo Sinedino,

torcida1_09Foi um grande resultado!

Para o ABC?

Não, para o Globo.

O time de Ceará-Mirim correu o risco de perder o campeonato em casa, no primeiro jogo, pois qualquer resultado com menos de três de vantagem para o ABC seria injusto.

O primeiro duelo terminou 1 a 0, gol de Echeverría em passe magistral de Erivélton.

O time de Geninho fez uma partida quase perfeita.

Nando, duas vezes, Echeverría, Caio Mancha, Guedes, Gegê, todos eles perderam gols de gente para Rafael, um dos grande nomes do jogo.

O Globo ainda está na briga, afinal, cada partida tem uma história bem diferente.

Claro, a vantagem do ABC, mesmo com o caminhão de gols perdidos, ainda é muito boa, pois joga em casa, dia 1º, pela vantagem do empate.

*Foto: Andrei Torres/ABC FC


Os primeiros reforços do ABC

Edmo Sinedino,

Os primeiros reforços confirmados.

Filipe, zagueiro, não conheço.

Eltinho, ala-meia, muito bom jogador, rápido, habilidoso, deve vir para jogar na ala esquerda. Se estiver atuando no mesmo nível, sem dúvida, um bom reforço.

O meia Zotti. Conhecido de todos. Estilista, acho-o lento. Canhoto, não pode jogar com Gegê, só um deles.

Espero que o meia que veio do Botafogo continue crescendo de produção para ser o titular.

Em breve, a direção deve anunciar mais alguns nomes.

Vamos esperar.

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D olho na Série B, primeiros reforços chegam para iniciar os treinamentos

Reta final de disputa do Campeonato Potiguar, mas em paralelo a decisão da competição estadual o ABC começa a se preparar para o Brasileirão. Nesta quinta (20), os três primeiros contratados do Alvinegro para a Série B se apresentam no CT Alberi Ferreira de Matos.

Chegaram para reforçar o elenco abecedista: o zagueiro Filipe, que estava no Botafogo/SP, o lateral-esquerdo Eltinho, vindo do J. Malucelli/PR, e o meia Zotti, que vinha defendendo o Macaé/RJ.

Os novos contratados se apresentarão à comissão técnica no final da tarde e devem iniciar os trabalhos nesta sexta-feira (21). Os três reforços chegam com contrato firmado até o término da disputa do Brasileiro.

Conheça um pouco mais dos novos jogadores:

Filipe da Costa Figueiró – Filipe

Posição: Zagueiro

Nascimento: 26/04/1985 – 31 anos

Naturalidade: Conceição de Macabu (RJ)

Altura: 1m83 Peso: 73 kg

Clubes: Criciúma/SC (2004-2007), Boavista/RJ (2008), Estrela Amadora/Portugal (2009), Criciúma/SC (2009), Chapecoense/SC (2010), Oeste/SP (2010), Guarani/MG (2011), CRB/AL (2011-2014), Aparecidense/GO (2015-2016) e Botafogo/SP (2016-2017).

Elton Divino Célio – Eltinho

Posição: Lateral-esquerdo

Nascimento: 07/07/1987 – 29 anos

Naturalidade: Guaíra (PR)

Altura: 1m71 Peso: 66 kg

Clubes: Paraná/PR (2006), Yokohana Marinos/Japão (2007), Flamengo/RJ (2008), Avaí/SC (2009), Internacional/RS (2010), Avaí/SC (2010), Coritiba/PR (2011-2013), Náutico/PE (2013), Coritiba/PR (2014), Avaí/SC (2014-2015) e J.Malucelli/PR (2016-2017).

Jenner Zottele – Zotti

Posição: Meia

Nascimento: 23/05/1985 – 31 anos

Naturalidade: São Paulo (SP)

Altura: 1m80 Peso: 68 kg

Clubes: Democrata/MG (2006), Atlético/MG (2006), Democrata/MG (2007), União Rondonópolis/MT (2007), CRAC/GO (2008), Araxá/MG (2008), Cabofriense/RJ (2009), Paracatu/DF (2009), Botafogo/DF (2010), Cabofriense/RJ (2010), América/RJ (2010), Cabofriense/RJ (2011), Macaé/RJ (2011), Tombense/MG (2012), Ipatinga/MG (2013), CRAC/GO (2014), Brasil de Pelotas/RS (2014), Treze/PB (2015), CRAC/GO (2015), Vila Nova/GO (2015-2016), Botafogo/SP (2016) e Macaé/RJ.

Fonte: site do ABC


O mini-campo de Brasília Teimosa às escuras e obra parada

Edmo Sinedino,

aloze2_09Alô, alô José Vanildo da Silva, você que foi elevado à condição de secretário de esportes de Natal, a tarefa é sua.

Essa foto escura, que mal dá para vislumbrar alguma coisa, acredite, não é defeito do celular e nem do fotógrafo, é o local que está abandonado e à escuras.

Nesse espaço havia um campinho de futebol, graminha verde, e que servia para as comunidades de Brasília Teimosa e Rocas bater sua bolinha.

A grama foi retirada com a promessa de cerco, reforma e colocação de gramado sintético. E já faz mais de um ano que os desportistas esperam, e nada.

Os equipamentos de ginástica que foram instalados na frente do espaço do campo, por falta de manutenção, foram totalmente destruídos pela ação da corrosão.

São as cercas ao redor do campo de material sujeito à ação da maresia e também corre o mesmo risco.

Afinal, secretário José Vanildo, prefeito Carlos Eduardo, quando vai ser terminado essa obra?

PS: na foto abaixo, os equipamentos da Praia do Meio, sem manutenção, e já sofrendo a ação do tempo. Descaso total.

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Globo entra com requerimento pedindo prestação de contas da FNF

Edmo Sinedino,

requeri_09O prefeito de Ceará-Mirm, presidente de honra, na verdade, o dono do Globo sacudiu as estruturas do futebol potiguar nesta quinta-feira (20).

Ele juntou sua força-tarefa e deu entrada num requerimento pedindo que o presidente da FNF, José Vanildo, torne pública e transparente as contas do exercício 2016.

Marcone Barretto disse, por telefone, que conclamou dirigentes de clubes, ninguém o atendeu, e que convocou a imprensa.

Na verdade, fui sim convocado por Barretto, confirmo, acionei a reportagem da tevê Assembleia que, por conta das limitações de uma emissora legislativa, não teve condição de documentar, com imagens, a entrega desse requerimento.

Marcone Barretto esteve na 96 FM, falando ao diretor Ênio Sinedino, ele repetiu o que me disse por telefone.

Fez duras críticas ao presidente José Vanildo, frizou que todos precisam saber quanto dinheiro entra na entidade e o que é feito desse montante.

O dirigente do Globo destacou a grave crise de nosso futebol, a péssima situação financeira dos clubes e a ajuda nenhuma que a entidade dá aos filiados.

Com esse requerimento, Barretto pretende que sejam esclarecidos os valores de patrocinadores, contrato da tevê e dinheiro que vem da CBF.

Depois de ouvir as queixas de Marcone Barretto liguei para o presidente da FNF, José Vanildo, que afirmou ser direito legítimo de qualquer filiado fazer esse tipo de requerimento.

Disse ainda que a federação tem até o dia 30 deste mês para fazer essa prestação de contas pedida pelo presidente do Globo, sob a pressão do presidente licenciado e prefeito de Ceará-Mirim.

Tudo isso às vésperas da decisão do campeonato. O que será que teremos por aí?

PS: nada disso, estranhamente, teve repercussão na imprensa.


A morte de Bora Porra

Edmo Sinedino,

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A morte de Bora Porra.

Bora Porra tinha morrido. Gente, meus amigos, pensem num sofrimento. Foi igual a perder um irmão, uma pessoa querida de minha família.

Meu coração velho estava tomado de tristeza. Sentia um peso enorme na cabeça, nada mais tinha sentido e procurava consolo dos meus filhos, esposa e netos.

Perdi meu mais querido parceiro. Amizade de 45 anos. Um baque, um grito, uma dor. Morte súbita, o coração enamorado parou de bater.

A rua Santo Antônio e toda a Cidade Alta parou o que estava fazendo para ver, ouvir e dar passagem. A notícia se espalhou como um rastrilho de pólvora.

Lila desencarnou como sempre falava e queria que fosse (não sei se falava isso de verdade), de repente.

Provavelmente, nessa hora já deve estar diante do “telão” prestando contas das coisas que fez aqui na terra. Tenho certeza que somando e dividindo ele vai ser perdoado...

Fiquei numa agonia. Sofrendo muito caminhava de um lado para outro, lágrimas teimosas manchando meu rosto. Um aperto no peito,perdi meu parceiro das conversas do final de noite.

E agora? Para onde eu iria depois dos programas da tevê? Nos sábados, não mais o beco da lama ou a ginga com tapioca no mercado da Redinha.

Nosso companheiro, meu e de Evânia, das sextas-feiras no SESC se fora. E nossos passeios com Anginho, fazendo a felicidade dele e a nossa.

E as histórias impagáveis, de quem eu iria tirar agora?

O velório, concorridíssimo. Muita gente chegando, de carro, de moto, bicicletas, caravanas de torcedores alvinegros de todos os cantos do Estado.

Como era querido o Bora.

A rua do centro de velório tomada por uma multidão. Não havia mais espaço para quase ninguém. Eles, torcedores, claro, lamentavam a perda do seu regente.

Se perguntavam, inconsoláveis, quem, iria, no Frasqueirão, com sua canjibrina na mão, agitado, chamar a torcida, exigir que descruzassem os braços, que desligassem os celulares e gritassem pelo ABC?

O alvinegro órfão do grito de incentivo ininterrupto nas arquibancadas.

Não teriam mais o seu doido favorito, de costas para o gramado, sem ver nada da partida, andando para lá e para cá, gesticulando, se enfurecendo e berrando: “bora porra!,bora bandigalado, descruza os braços, bora, bora, bora, boraaaaaaa”!

O fim de um mito. O ocaso de uma jornada que começou ainda no estádio Juvenal Lamartinete. Naquele tempo, um menino veio, mas que já colocava o irmão mais velhos e os primos para orar, de joelhos, pela vitória do ABC.

A saga Bora-Porra começou anos depois, no saudoso Castelão-Machadão e depois se consolidou no Frasqueirão, como todos sabem.

Sim, Bora-Porra.

E Roberto Lili?

Precisamos lembrar que morria o personagem alvinegro, mas também desaparecia o cidadão Roberto Luís da Costa Barbosa, o Roberto Lili, ou Roberto Sirireca, Siririca, Bilé, como queiram.

Eram vários os apelidos do nosso morador da Cidade Alta, que também residiu uma temporada nas Rocas, com sua tia, e até andou pelo Tirol, na casa de uma outra tia e tome mais de suas histórias...

Fim da trajetória do “Príncipe das Empregadas Domésticas”, o rei, que era mestre e companheiro de Lili, vocês sabem, não posso dizer o nome dele.

E agora, questões pendentes: quem sustentaria a “Motoqueira Fantasma” que todo final de mês vinha buscar seus duzentinhos?

Vocês pensam que não?Ela estava lá velando o morto, desde cedo. Foi a primeira a chegar no velório e não saiu de lado do caixão, nem mesmo quando Dona Raimunda, a mãe, se apresentou.

E a atriz francesa, Jeane Moreau, que também se fazia presente desde a chegada do corpo de nosso herói.

Para o “novo amor” (que conheceu e se apaixonou perdidamente, justamente no Dia de Finados do ano passado, no cemitério do Alecrim), quem, agora, pagaria o pão, o leite, o batigute, o bolo e a mistura a que ela se acostumou pedir todos os dias?

Quem seria tão bom, tão abestalhadamente generoso, agora, a pagar as contas de cigarro, do tiragosto de carne de sol, refrigerante e cerveja lá na cigarreira do “Açoite” que o amado morto afiançava?

E se a peça dental, que ele mandou botar e pagouru à prestação, por um azar quebrasse, quem a levaria, de novo ao doutor Robert Imperator?

E o crédito do celular, as roupinhas, shorts, desodorante, perfume, pasta, escova, quem seria tão bondoso, gastoso como nosso herói Lili-Bora Porra para continuar abastacendo a bela morena?

Me digam vocês, vou insistir: qual o cristão que, de agora em diante, ia pagar o dindim do pestinha do seu filho? E onde ele ia encontrar outro cara tão bacana que bancou, sem conhecer ainda, até mesmo a festa de aniversário de sua filha mais velha, de um outro relacionamento?

A coitada da nossa ex-cobra de feira não se conformava e chorava sem parar.

O movimento era intenso no centro de velório. Nunca se viu coisa igual. Nem político famoso, por mais ladrão que tenha sido, conseguiu juntar tanta gente, afirmava o administrador.

Acabou o café, o chá e todos os salgadinhos haviam voado em menos de cinco minutos. Era uma invasão.

Se misturavam nas lamentações os amigos da Cidade Alta, das Rocas e os torcedores do ABC e até mesmo, acreditem, alguns torcedores do América trazidos pelo primo Augusto Varela.

O hino do alvinegro foi cantado, mais chorado que cantado. Foi um momento de muita emoção.

Uma camisa, o presente de Danilo Menezes o estava vestindo. Disseram que antes de morrer ele exigiu ser enterrado com seu bem mais precioso.

Uma bandeira enorme com as cores do ABC e do Brasil cobriam quase todo o caixão.

Eu num canto, me juntando aos amigos mais chegados, sofrendo muito ainda a perda do amigo-irmão, mas já temendo um escândalo.

Dona Raimunda, sua mãe, inconsolável e quase descontrolada, já lançava olhares mortíferos na direção das “criaturas”.

A velha mãe, no seu papel de protetora, de querer o bem de seu filho, já tinha, várias vezes, jurado de morte as duas criaturas “estranhas” à família.

A boa senhora tinha verdadeiro horror dos amores vadios de seu filho e até prometia chamar a polícia para prendê-las.

Algum fofoqueiro da rua, me parece que o M. Moreira ou a Telma Egrey, foi dizer pra ela, não sei qual dos dois, que seu filho morreu porque estava usando demais o “azulzinho”.

E eu, seu confidente de quase todos os segredos, sou testemunha que ele só usou o Viagra uma vez na vida. E foi só uma banda, e que mesmo essa metade deixou seu rosto vermelho, em brasa, por isso ele não queria nem mais ouvir falar em comprimido estimulante.

Mas os fofoqueiros...

Anginho, seu irmão, num canto, triste, dizia para Minha, sua cuidadora, que a culpa era das “raparigas”...E, revoltado, queria sair dando chutes nas canelas das duas amantes do irmão.

As meninas da Panficadora Catarina – Mayara e Ceição – chorosas, lamentavam a perda do vigia amigo, companhia divertida, às vezes chato,  de quase todos os dias nos finais de tarde.

Ivanildo, o dono da padaria, que já havia prometido “assinar carteira” de nosso Roberto, também lamentava a perda.

Açoite, dono da cigarreira bar, chorava de um lado (não sei se Lila havia deixado algum “preguilho” lá). Zé Antônio do Bar do Galo fungava do outro. Mais sentido ainda se mostrava Zé Reeeira, outro que gostava demais do freguês boa gente.

Partilhando a dor de todos, também Chaguinha do cachorro quente e as meninas Rosângela e Sabrina, amigas da pastelaria que fechou.

Mais afastadas, em prantos, Tamilinha e Tâmala, vizinhas e afilhadas, não se conformavam com a perda do padrinho amado.

Sua mãe Rosânia, que muitos afirmavam ter Roberto Lili uma paixão recolhida por ela, muito triste, tentava consolar suas filhas que consideravam o padrinho quase um segundo pai..

De repente, aumentou o zum-zum no canto da sala.  Renata de Abreu, a Motoqueira Fantasma, e a atriz francesa, o mais recente amor, iniciaram uma discussão em altos brados, e chamavam a atenção de todos no recinto.

O Padre Murilo, capelão do ABC, que acabara de chegar para celebrar a missa de corpo presente, tentou fazê-las parar de brigar, mas em vão...

“Sua rampeira sanguessuga, foi você que matou meu Lila, a culpa é sua. Ele gastou a poupança todinha comigo nas praias, comprou minha mota, vestidos, me ajudou a tirar uma casa, me deu geladeira, fogão, tudo, tudo, mas ele nunca sentiu uma dor na unha. Eu sabia fazer ele gozar gostoso, mas bastou você chegar pra matar meu amor de mais de 20 anos...”, dizendo isso, Renata partiu para cima da rival.

A turma do deixa-disse entrou em cena e separou.

A atriz francesa, não se fez de rogada e despachou seu rosário de queixas também:

“Mentira sua, rapariga fuleira, você tem o nome de outro macho na perna, e isso foi que matou ‘minha piquilha’ do coração. Ele chorava e sofria todas as vezes que se lembrava de você falando com o bandido altas horas da noite..Sua rampeira, justo agora quando eu ia pedir a ele para pagar uma prótese para minha mãe...sua ladra”, foi dizendo isso e caiu no choro.

Dona Raimunda, vendo aquela cena deplorável, não agüentou...furiosa, a mãe de nosso herói morto veio de lá com tudo, mas estancou...

Todo mundo emudeceu...silêncio, suspense total de quem conhecia...

Entra em cena, no recinto, Iracema, o verdadeiro e único amor de Roberto Luís da Costa Barbosa, o único e verdadeiro amor de Roberto Lili, Roberto Siririca, Sirireca, Bilé, acompanhado de Juliana e Juninho, filhos, os três, meu Deus do céu, e agora?

Minha nossa! Os três, armados de faca-peixeira e um porrete, com os olhos de ódios, fuzilando as amantes, entraram no espaço do velório e partiram com tudo...ia ter mais mortes...

No corre-corre, minha nossa!, atropelaram e derrubaram o caixão de nosso herói, o Padre Murilo pede calma pelo amor de Deus...!

Agoniado, desesperado, correndo o risco de ser esfaqueado, mas esperando conter a família revoltada, entrei no meio da briga que prometia sangue e morte, gritando: parem, parem, parem! Mas, nesse momento, banhado de suor, angustiado, muito, acordei!!!

PS: foi isso gente. Me desculpem, se assustei vocês, mas tive esse pesadelo terrível hoje. Ainda bem, foi sonho.



O primeiro reforço do América para a Série D

Edmo Sinedino,

robert1_09Não conheço o Robert, mas deve ser um bom jogador, lutador pelo menos, do contrário o Leandro Campos não o indicaria.

Alguns nomes estão sendo cogitados, mas o que fica evidente mesmo é a dificuldade em encontrar bons valores.

O travamento maior parte dos empresários que esperam até os últimos prazos antes de cederem atletas para jogar a quarta divisão.

Esse tem sido o grande problema enfrentado pela diretoria do América, segundo João Maria Belmont, que sempre se coloca ao lado de Paulinho Freire quando o assunto é futebol.

Sobre o Daniel Morais, ontem, ainda havia uma tentativa para sua permanência, mas todos reconhecem ser quase impossível. O Cuiabá deve ser seu destino.

Reforço pra a lateral, Robert se apresenta e fala da responsabilidade no América

Atleta trabalhou com o técnico Leandro Campos no Horizonte (CE) na atual temporada

O Departamento de Futebol do América segue em busca de reforços para a disputa do Brasileirão e na tarde desta quarta-feira (19) quem se apresentou ao técnico Leandro Campos foi o lateral direito Robert, de 28 anos, com quem trabalhou no Horizonte na disputa do Campeonato Cearense.

O jogador, que contabiliza passagens por vários Atlético-PR, São Caetano-SP e Criciúma-SC, chega o Mecão sabendo da responsabilidade que será vestir a camisa alvirrubra na disputa do Campeonato Brasileiro.

"Encaro a responsabilidade com responsabilidade (risos). A gente sabe da dimensão que é o clube, América, o tamanho que ele representa. Não é o lugar (Série D) onde ele merece estar, então a gente vai batalhar, vai lutar o máximo, vai deixar tudo dentro do campo o que a gente tem para que a gente consiga o acesso", disse.

FICHA TÉCNICA

Nome: Robert Júnior Souza Silva

Nascimento: 10/03/1989 (28 anos)

Naturalidade: São Gonçalo do Amarante (CE)

Posição: Lateral direito

Clube por onde passou: Atlético-PR, Icasa-CE, Crateús-CE, Ferroviário-CE, Uniclinic-CE, São Caetano-SP, Criciúma-SC, Boa Esporte-MG, Ipatinga-MG, Serra Talhada-PE, Coruripe-AL e Horizonte-CE.



O destaque do Potiguar estava no banco...

Edmo Sinedino,

No Potiguar, vejam como são as coisas do futebol, o melhor jogador, Luan, não pelo gol, mas pelo que apresentou, estava na reserva.

Fico me perguntando como isso pode acontecer?

Falsos "craques" canhotos não me enganam, mas o Luan é muito bom jogador, passa bem, prende e protege a bola, é objetivo e tem bom passe.

O cara pegou na bola duas, três vezes, já fez muito mais do que o Tarrafas durante o jogo todo.

De novo, a equipe de Pedrinho Albuquerque mostrou ser péssima na sua linha ofensiva.

O Time Macho agora vai se voltar para o Campeonato Brasileiro da Série D. Não se sabe, ainda, se o treinador Pedro Albuquerque será mantido.

PS: fui ver no site do clube, o Luan não é das bases, é carioca e seu último clube foi o Cruzeiro/RS.



Tiago Sala foi o melhor em campo

Edmo Sinedino,

luis1_09Será que foi para tanto?

Poderia dizer que essa partida serviu para redimir, de uma vez por todas, e retomar a confiança de Tiago Sala, eleito ano passado, melhor do Nordeste em sua posição?

Se assim for, pelo menos para isso serviu essa pelada que já retratei em outra postagem.

Tiago Sala foi o destaque do ABC, bem sei, e afirmo que isso não é grande coisa numa partida tão ruim, mas é alguma coisa.

Vale porque eu sei da qualidade técnica do zagueiro. E se ele volta a ter confiança em seu futebol, certamente, para mim, seria o titular do ABC na final ao lado de Cleiton.

Isso se o quarto zagueiro reunir condições, pois estamos muito em cima da partida.

Pois é, Tiago Sala, melhor jogador da partida. Valendo registro dos gols de Nando, pelo menos o coloca a salvo na artilharia com 9 gols.

Luís Felipe (foto), Dalberto, Jhonata e mesmo o Jardel, desta vez, não aproveitaram a chance de serem destaques.

*Foto: Andrei Torres/ABC FC


ABC 2 x 1 Potiguar: o pior jogo do ano

Edmo Sinedino,

abc2_09Fazia muito tempo, mas muito tempo mesmo que eu não assistia a um jogo de tão baixa qualidade técnica.

Por essas e outras que os estádios estão vazios, não se enganem.

Uma final de turno com esse nível?

Os 1593 pagantes que compareceram hoje à Arena das Dunas para ver o ABC ser campeão, tenham certeza, foram muitos, e se arrependeram.

A renda foi de apenas R$ 37.414, com 60% para o time vencedor e 40% para o perdedor. Certamente, não sobrou nada para ninguém depois de todos os descontos.

O ABC venceu de 2 a 1, placar agregado (é moda agora) 6 a 1, campeão da Copa RN com sobras, mas praticando um futebol assustador.,

Me pergunto: como um treinador arma seu time para ficar o tempo todo atrás da linha da bola, do meio-campo para trás?

Como uma equipe que está prestes a fazer uma decisão de campeonato, e uma disputa de Série B não aproveita para dar e mostrar dinamismo, jogadas ensaiadas, opções e alternativas para uma partida?

Gente, me assusta demais esse time previsível, irregular de Geninho, mostrando esses erros que vêm se repetindo desde o começo do Estadual, passando por uma jornada vergonhosa na Copa do Nordeste.

Uma pequena luz no fim do túnel foi o jogo contra o São Paulo. O segundo tempo no Morumbi e os 90 minutos no Frasqueirão.

Dá dó ver o ABC. Um time absolutamente dependente de Erivélton, o que não pode ser, e de mais um ou dois jogadores.

Se esse grupo restrito não estiver num grande dia, pode esperar, o ABC vai se arrastar em campo, perder ou, no máximo, empatar.

Não vai dar para jogar esse mesmo futebol na Série B. Não pode repetir essa mediocridade nem mesmo na final contra o Globo, os dois.

A defesa do ABC passou sufoco. Os dois volantes de marcação perdidos. Alas que não atuaram. O Levi, minha nossa! O cara chega na linha de fundo, na cara do gol e não sabe o que faz.

O Luís Felipe, menino novo, precisando mostrar serviço, parece que corre com um saco de feijão nas costas. Incrível.

Gegê sumido. Erivélton, sobrecarregado, e sem brilhar. Fazer o quê? Nando escapou pelos dois gols marcados, o que salvou esse partida de ser tachado por mim, me perdoem a quase leviandada, de “arrumado”.

Me desculpem, mas parecia. Ao lado de amigos, antes do gol de Nando, já confidenciava: acho que o Potiguar vence de 1 a 0 com um gol depois dos 40 minutos.

Tava parecido, tal a completa falta de compromisso dos jogadores do ABC. Apenas o zagueiro Tiago Sala parecia realmente centrado em tentar impedir seu time de tomar gol.

Alguém que não tenha visto outros jogos melhores do alvinegro vai dizer que, para a Série B, precisa contratar um time inteiro.

Foi uma vergonha.

E o Potiguar? Minha gente, que desarrumação, que ajuntamento sem noção, e quantas chances claras de gol desperdiçadas.

Foi, para mim, o pior jogo do ano.



Geninho exagera ao punir o goleiro Edson

Edmo Sinedino,
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Não gosto de punição, entendo que uma conversa, o perdão dão um resultado muito mais positivo em tudo na vida.

“Para servir de exemplo”, disse o treinador Geninho ao punir o goleiro Edson, sacando-o da equipe.

Primeiro, não creio que ele faria isso se o jogo não tivesse terminado 5 a 0 para o ABC, portanto, tem no castigo um pouco de “jogo de cena”.

Depois, o Edson havia pedido desculpas públicas, num gesto legal, para que prolongar o assunto, dá margens a mais notícias.

Um erro, para mim, a decisão do comandante do ABC.

Está na hora do grupo se unir cada vez mais, e, acho eu, foi o primeiro erro do goleiro. Não entendi.

*Foto: Andrei Torres

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