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Rubens Barrichello, que comemorava seu 300º grande prêmio, mais uma vez se viu vítima do azar. Felipe Massa terminou em quarto.
O alemão, aparentemente mordido de inveja, tem o apoio de Ecclestone, que apostaria no alemão se ele estivesse na Red Bull.
O paredão Welligton, um dos responsáveis por tais números, diz que só aumenta a responsabilidade.
"Ele teve uma contribuição muito significante para o nosso sucesso", disse o chefe Stefano Domenicali; o brasileiro vai fazer seu GP de núemro 300.
Às vésperas de completar 300 GPs, o brasileiro se vê em bom momento e planeja seguir competitivo.
A "órdi" para Massa ceder a liderança a Fernando Alonso no GP da Alemanha ainda dá o que falar.
O alemão foi punido após "tentativa de homicídio" sobre Barrichello no GP da Hungria.
Se os objetivos esperados pela escuderia não forem alcançados, cabeças vão rolar.
O alemão só não levou bandeira preta por falta de tempo, explicou o ex-piloto Derek Warwick.
O alemão "prensou" o brasileiro no muro da reta dos boxes do GP da Hungria, manobra considerada homicida por muitos.
Piloto australiano largou em segundo e conseguiu chegar a ponta. Alonso terminou em segundo, seguido por Vettel e Massa.
É a quarta pole-position seguida do Alemão na temporada; Massa larga em 4º, Barichello em 12º e Senna em 23º.
Ele, que já sofreu na pele o mesmo que Massa, lamentou pelo conterrâneo.
Para o espanhol Carlos Gracia, o conterrâneo Alonso era mais rápido e que Massa devia deixá-lo passar mesmo.
A multa foi aplicada pela FIA no valor de US$ 100 mil (cerca de R$ 178 mil), por ter ordenado a troca de posição dos pilotos Massa e Alonso.
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