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Enviada em 22/09/2008 às 15h01min

Sem Clodoaldo, atletas da Sadef retornam a Natal

Esportistas do halterofilismo e natação comentam os momentos vividos em Pequim.
Artur Dantas
Em uma entrevista coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (22), os atletas da Sociedade Amigos do Deficiente Físico (Sadef) falaram sobre a participação da delegação nos jogos olímpicos de Pequim. A delegação formada por esportistas da natação e halterofilismo falou sobre a participação na paraolimpíada.

Questionada sobre o desempenho do Brasil nos jogos, a nadadora Edênia Garcia foi enfática ao dizer que o Brasil, assim como o RN conseguiu resultados importantes no atletismo, na natação e no halterofilismo.

A atleta afirmou que não houve por parte da delegação um abalo em decorrência da reclassificação de Clodoaldo Silva da classe S4 para a S5. O pensamento é o mesmo para Rildene Fonseca. A atleta disse que apesar da situação, o grupo procurou ajudar o colega sem perder o foco na competição.

Mas nem tudo é motivo de lamentação entre os esportistas. Edênia Garcia garantiu o bronze na final dos 50m livres, prova que não é favorita. “Eu sempre falo a mesma coisa: a prova dos 50m não é a minha especialidade”, disse. A nadadora fez referência ao feito de conquistar a medalha nadando de costas, enquanto as nadadoras restantes desempenhavam nado livre.

Outra participação nas piscinas foi do atleta potiguar Danielson Pontes. O nadador participou pela primeira vez da uma paraolimpíada chegando a final dos 100m peito. “Foi o auge da minha carreira e um grande prestígio poder participar dos jogos. Enquanto alguns colegas ficaram satisfeitos com a medalha, a minha satisfação foi em ter participado de uma final na minha primeira olimpíada”, declarou.

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