O produto típico do período junino, o milho, está sendo comercializado em Natal por preços variados. O aumento nos supermercados e hipermercados representam 34% em relação ao ano passado; na Ceasa, o aumento representa 3,13% e nas feiras livres, o Procon Municipal constatou preços iguais aos do ano passado.
A surpresa é na variação de preços que pode chegar a 100% em cada espiga dependendo da qualidade do produto, da quantidade que se quer comprar, e do local onde se vai comprar. Nas feiras livres, o consumidor corre o risco de comprar o milho por um preço mais salgado se não comparar a quantidade certa.
O Procon Municipal analisou cinco feiras livres, do Alecrim, Cidade da Esperança, Rocas, Igapó e Carrasco e constatou que a diferença de preços entre o preço menor da unidade varia de R$ 0,25 até R$ 0,50.

O preço médio da unidade é de R$ 0,40 nas feiras livres. Se a venda for de três unidades, o valor médio passa a ser R$ 1,11; se forem cinco milhos, R$ 1,83 (mas pod ser vendido até R$ 2,50) e a mão sai em média por R$ 16,94, mas alguns consumidores compram as 50 espigas de milho por até R$ 25,00.
O cento do milho, tem preço menor de R$ 24,00 e R$ 50,00, mas o preço médio sai por R$ 33,91, representando 108% de diferença entre os valores.
Nos supermercados, a unidade do milho com palha varia de R$ 0,50 até R$ 0,71, com 62% de diferença. Já a compra de cinco milhos sem palha varia de R$ 2,78 a R$ 3,20, com 43% de variação.

A lista completa de variação e as tabelas de preço podem ser solicitadas na sede do Procon Municipal, no Praia Shopping.