Sai nas próximas horas a decisão do TSE

Alexandre Cavalcanti,

Uma decisão monocrática pode definir a composição da bancada federal do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados. O ministro Jorge Mussi, relator do recurso impetrado pelo candidato Kéricles Alves Ribeiro (PDT), o Kerinho, pode decidir sozinho a pendenga judicial.

A questão é simples. Kéricles apresentou as certidões necessárias em tempo hábil ou não? Em caso afirmativo, o votos recebidos pelo candidato do PDT terão que ser computados. Neste caso, o deputado eleito é Beto Rosado, do PP, e não Fernando Mineiro, do PT. Caso contrário, Mineiro confirma a cadeira deputado federal.

Informações preliminares indicam que o TRE, Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, abriu o processo e verificou que as certidões foram entregues dentro do prazo. Certidão positiva já teria sido encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.

Caso o TSE reconheça como válidos os votos de Kéricles Alves, o deputado Beto Rosado terá sido reeleito. O senador José Agripino(DEM) que ficou na segunda suplência passará a ser o primeiro suplente de deputado federal.


TSE decide esta semana entre Mineiro e Beto Rosado

Alexandre Cavalcanti,

Expira nesta terça-feira, 13/11, o prazo dado pelo ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral, para que a Secretaria de Tecnologia e Informática da corte esclareça se o então candidato Kéricles Alves Ribeiro juntou os documentos necessários ao pedido de registro de sua candidatura. O ministro relator quer saber, ainda, em caso de resposta positiva, a razão pela qual esses documentos não eram visualizados nos autos do processo.

A decisão do tribunal pode alterar a composição da bancada do Rio Grande do Norte na Câmara Federal, trocando Fernando Mineiro(PT) por Beto Rosado(PP). A coligação de Beto quer que o TSE reforme o que decidiu o TRE e reconheça como válidos os votos dados ao candidato Kéricles Alves Ribeiro.

Neste caso, a coligação de Beto Rosado, - PDT/MDB/PP/PODE/DEM -, ultrapassaria o número de votos da coligação do PT/PHS/PCdoB,  e teria direito a mais uma cadeira.




RN: risco de insolvência e colapso nos serviços públicos

Alexandre Cavalcanti,

O Rio Grande do Norte está no topo da lista dos estados com maior risco de insolvência e colapso nos serviços públicos. Segundo documento do Tesouro Nacional, o RN comprometeu 86% de sua receita líquida com a folha de pagamento. E o pior é que só reconhece o comprometimento de 52%, com a chancela do Tribunal de Contas do Estado.

Segundo o documento do Tesouro, o Rio Grande do Norte gasta mais com pessoal do que os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. 

Isso quer dizer que a governadora eleita, Fátima Bezerra (PT), não tem prá onde correr. Ou faz o ajuste fiscal, implementando medidas duras e impopulares, ou assume o risco da insolvência e do colapso nos serviços públicos essenciais: segurança, educação e saúde.


Carlos Eduardo pode ser candidato em Parnamirim

Alexandre Cavalcanti,

Caso pretenda encurtar o período sem mandato, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), derrotado nas eleições para governador,  pode seguir o exemplo do seu pai, jornalista Angelo Alves, e ser candidato a prefeito de Parnamirim. Nas eleições municipais de 2020, Carlos é inelegível em Natal.

Não há, ainda, confirmação do desejo de Carlos Eduardo em ser prefeito do terceiro maior orçamento do Estado. Mas, o resultado eleitoral do último pleito pode servir de estímulo: Carlos ganhou de Fátima Bezerra (PT), nos primeiro e segundo turnos, embora o prefeito Taveira só o tenha apoiado no turno derradeiro.

Foi a partir de Parnamirim que o jornalista Agnelo Alves ganhou espaço na política estadual. Mesmo derrotado na primeira tentativa, Agnelo virou suplente do senador Fernando Bezerra e, mais tarde, senador da República.


Os desafios da governadora Fátima 2

Alexandre Cavalcanti,

A senadora Fátima Bezerra (PT), governadora eleita do Rio Grande do Norte, começa a sentir a diferença entre Oposição e Governo. No primeiro ato de seu futuro governo, - o anúncio dos nomes da equipe de transição -, já desagradou aliados de primeiro e segundo turnos. "Essa equipe de transição é a cara do PT", disparou um aliado de primeira hora.

Figuras importantes e que estavam com Fátima, desde antes da largada, como o ex-prefeito Jaime Calado, marido da senadora eleita Zenaide Maia Calado (PHS), e o ex-deputado e ex-secretário Leonardo Arruda Câmara, pai da vereadora Júlia Arruda, também, não foram lembrados.

E é só o começo. Fátima cresceu na política fazendo oposição a todos os governos. Esteve sempre na linha de frente dos movimentos grevistas, defendendo aumentos, abonos, diárias e vantagens para servidores públicos. No governo, fará o mesmo?

Talvez, por isso, o vice-governador Fábio Dantas (PSB) tenha anunciado uma curta lua de mel da governadora eleita com o seu eleitorado.



Os desafios da governadora Fátima Bezerra

Alexandre Cavalcanti,

A governadora eleita Fátima Bezerra (PT) está diante da seguinte situação: para promover o ajuste fiscal, - equilíbrio das contas públicas -, terá, obrigatoriamente, que fazer o que sempre combateu. Primeiro, enxugar a folha de servidores, cortando privilégios e congelando gratificações, quinquênios e outras vantagens; em segundo lugar, terá que reduzir o tamanho do Estado: o famoso programa de privatizações.

Ou faz ou não governa. Entre o risco de repetir as atuações dos antecessores, - Rosalba Ciarlini (PP) e Robinson Faria (PSD) -, que fizeram um governo de final melancólico, e entrar para a história como quem contrariou todas as expectativas e tirou o Estado da crise,  não há sequer o que pensar.

Seria fácil não fosse o discurso do PT e da própria candidata. Como enxugar a folha estadual, congelando vantagens e direitos adquiridos? Como irão se posicionar os sindicatos dos professores e dos servidores públicos, que ajudaram a construir sua eleição?

E quanto as privatizações? Quais empresas estariam prontas para serem privatizadas? A Caern - Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte - está na relação dos bens que podem ser vendidos? Não esquecer que a venda da Caern era o sonho do governador Robinson Faria.

Tudo isso está na cabeça da governadora eleita Fátima Bezerra. Não sabe, entretanto, se encontrará um ambiente político favorável. 



Moro vai bater de frente com a bandidagem

Alexandre Cavalcanti,

Confesso minha expectativa em acompanhar o desempenho do ministro Sérgio Moro, da Justiça e da Segurança Pública, no governo Jair Bolsonaro. À primeira vista, nenhuma dúvida: o Brasil inteiro, a exceção dos petistas, aplaudiu a escolha. O simples fato do grupo lulopetista ser contrário, já é bom para a nação verde, amarelo, azul anil.

Um país desvastado por quadrilhas organizadas, dentro e fora da política, - na Esplanada, nos morros e em condomínios de luxo -, e comandado de dentro dos presídios, precisa de alguém com pulso firme, especialmente, na Justiça e Segurança Pública.

É o Estado batendo de frente com a bandidagem. Agora, é esperar e conferir.


Styvenson Valentim pode trocar a Rede pelo PSL, de Jair Bolsonaro

Alexandre Cavalcanti,
Daniel Dantas/Nominuto
Eleito em um pleito majoritário, Styvenson Valentim pode trocar de partido a qualquer momento, sem risco de perder o mandato.

O senador eleito Styvenson Valentim pode ingressar no PSL, partido do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, já nos próximos dias. O seu partido, a Rede Sustentabilidade, da presidenciável Marina Silva, não atingiu as cláusulas de barreiras e já está agendando a fusão com outras legendas na mesma situação.

O capitão da Lei Seca deixaria a rede de qualquer maneira. Já durante a campanha, era difícil o diálogo entre o então candidato e o partido que lhe deu legenda. Influentes setores da Rede chegaram a pensar em anular o registro da candidatura de Styvenson.

Representantes do PSL, em nível nacional, já fizeram um primeiro contato com o capitão Styvenson. A condição de ter sido eleito em um pleito majoritário, permite que Styvenson Valentim troque de partido a qualquer momento, sem risco de perder o mandato.


São Gonçalo aguarda ação de João e Zenaide

Alexandre Cavalcanti,

O prefeito Paulo Emídio (PR), de São Gonçalo do Amarante(RN), não sensibilizou a bancada federal, em Brasília, em busca de recursos para construir e aparelhar um hospital municipal. "No período eleitoral, ele cisca pra dentro. Só pensa nos candidato do seu grupo político-familiar. Depois, quer socializar os problemas do seu município", disse um deputado federal.

Para esse mesmo deputado, Paulo Emídio não precisa de ninguém, a exceção de Zenaide Maia Calado (PHS), eleita senadora, e o irmão, João Maia(PR), eleito deputado federal. Os dois juntos podem alocar 100 milhões de reais, no orçamento da União, para resolver todos os problemas de saúde de São Gonçalo. "Basta vontade política", ratificou o parlamentar.

Segundo, ainda, o mesmo deputado, juntos, João Maia e Zenaide dispõem de 30 milhões, em emendas individuais, e mais 80 milhões em emendas coletivas(emendas de bancada), por ano. "Esse é um bom teste para saber se Zenaide e João Maia querem mesmo resolver os problemas de saúde de São Gonçalo".

-Esse papo de vir a Brasília querendo jogar a responsabilidade prá cima de quem tem compromissos com outros municípios, não cola mais", arrematou o deputado federal.


Álvaro Dias faz ajuste em sua equipe de auxiliares

Alexandre Cavalcanti,

Começaram os ajustes na equipe de auxiliares do prefeito Álvaro Dias (MDB), de Natal. Algumas alterações já estavam previstas. Outras, entretanto, parecem ter motivações político-eleitorais. É o caso, por exemplo, de Marília Dias (MDB), ex-prefeita de Macaíba, exonerada da secretaria adjunta de Turismo.

Marília votou em Carlos Eduardo Alves (PDT), nos dois turnos da eleição. Votou, também, em Garibaldi Alves Filho (MDB) para senador, e em Walter Alves (MDB) para deputado federal. Pecou quando não votou em Adjuto Dias (MDB), filho do prefeito Álvaro Dias, para deputado estadual. Preferiu a mulher de outro prefeito, o Paulo Emídio (PR), de São Gonçalo, Terezinha Maia(PR).

Sem sorte, perderia tanto com um quanto com outro. Adjuto e Terezinha, candidatos em coligações distintas, foram derrotados. E o pior: o filho de Marília também deve ser demitido da Prefeitura de São Gonçalo. O prefeito Paulo Emídio não gostou da votação de sua mulher, em Macaíba:  um pouco menos de mil votos.



Fátima pressionada a abrir vaga para Terezinha na Assembleia

Alexandre Cavalcanti,

O grupo político que domina o município de São Gonçalo do Amarante, região do Grande Natal, - senadora eleita Zenaide, seu marido, Jaime Calado, e seu irmão, deputado federal eleito João Maia -, procuram, desesperadamente, um lugar de deputado para a primeira dama do município, Terezinha Maia (PR), que ficou na segunda suplência.

Antes, terão que superar e explicar dois obstáculos. Primeiro, para a governadora eleita, Fátima Bezerra (PT), abrir vaga para Terezinha, terá, obrigatoriamente, que achar um lugar para o primeiro suplente, Jacó Jácome (PSD), filho do pastor Antônio Jácome (PODE), seu adversário nos dois turnos da eleição.

Depois, saber quem vai explicar a redução da maioria de Fátima para Carlos Eduardo, no segundo turno, justamente, quando o prefeito Paulo Emídio (PR) decidiu apoiar a candidatura da governadora eleita. Fátima aumentou a vantagem sobre Carlos Eduardo (PDT) em todo o Estado, a exceção de São Gonçalo do Amarante.

Outros postos, também, estariam sendo reivindicados para o município de São Gonçalo, quase a totalidade, para integrantes do grupo político-familiar. O ex-prefeito Jaime Calado (PMB), marido da senadora Zenaide, quer um lugar de primeiro escalão; a filha do casal, a candidata do PT a deputada estadual, Mada Calado, também, precisa ser acomodada. Isso tudo sem falar nas indicações de João Maia (PR), irmão de Zenaide e cunhado de Jaime.


Para uns, foi o fim; para outros, o início do fim

Alexandre Cavalcanti,

Antes de se lançar candidato à reeleição, o prefeito Álvaro Dias (MDB) terá que provar que a Prefeitura de Natal não caiu em seu colo por obra do acaso ou de um acordo político. Álvaro, ainda, não tem a cara da Capital. Seu perfil é de homem do interior, precisamente do Seridó.

Talvez por não ter dado conta disso, deixou de eleger o filho, Adjuto Dias, também, do MDB, deputado estadual. Álvaro esperava uma votação superior a 15 mil votos. As urnas mostraram apenas a metade desse contingente.

A nova política revelou que não basta estar sentado na cadeira de prefeito, ter secretarias e secretários à disposição, além, lógico, de um orçamento volumoso, para conquistar votos. Justamente porque pensavam o contrário, perderam o próprio Álvaro Dias, prefeito de Natal; Rosalba Ciarlini, prefeita de Mossoró; e Paulo Emídio, prefeito de São Gonçalo. Todos donos de invejáveis orçamentos.

Em Natal, Mossoró e São Gonçalo do Amarante pode não ter sido o fim. Mas, sem dúvida alguma, a derrota em 2018, foi o início do fim das grandes estruturas.


Eudiane é o nome do centro para enfrentar a esquerda em Natal

Alexandre Cavalcanti,

Para enfrentar a esquerda, - representada especialmente pelo PT/PCdoB/PHS/PSOL/Rede -, nas eleições de 2020, em Natal, surge o nome da deputada eleita Eudiane Macêdo (PTC) que está concluindo a metade do seu segundo mandato de vereadora na Capital.

Ficha limpa e com seis anos de mandato de vereadora, aprovados pelo natalense, Eudiane aparece como forte candidata a prefeita de Natal. Conta com o apoio de importantes setores da Câmara de Natal e da Assembléia Legislativa.


Sucessão municipal: Mineiro ou Natália?

Alexandre Cavalcanti,

Mineiro ou Natália Bonavides? Façam suas apostas. A governadora eleita Fátima Bezerra (PT) terá que escolher entre dois aliados, ambos deputados federais, o seu candidato a prefeito de Natal nas eleições de 2020.

A sorte está lançada. Tem gente garantindo, por tudo que é de mais sagrado, que Natália Bonavides tem a preferência da governadora Fátima Bezerra. Mineiro só teria chances se perdesse o mandato de deputado federal para Beto Rosado(PP). A decisao está nas mãos do TSE.

Esse é o melhor momento do Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Norte. Tem a governadora (Fátima Bezerra), um senador (Jean-Paul Prates), dois federais e dois estaduais.


Reparando o erro. Zenaide é paraibana

Alexandre Cavalcanti,

Mil perdões. Cometi um erro imperdoável. Na postagem anterior, eu disse que apenas Zenaide Maia Calado (PHS) era natural do Rio Grande do Norte, entre os quatro cargos mais importantes do Estado: Governador e os três senadores.

Errei: até Zenaide não é norte-riograndense. A senadora é natural de Brejo do Cruz, Paraíba, mesmo estado da governadora eleita Fátima Bezerra. Isso, entretanto, não a impede de ser uma grande senadora.

Agora todos os quatro principais cargos eletivos do Rio Grande do Norte estão preenchidos por pessoas de outros estados: a governadora eleita e a senador eleita, Fátima Bezerra e Zenaide Maia, respectivamente, são paraibanas; Jean-Paul Prates, substituto de Fátima no Senado, é Carioca; e Styvenson Valentim é natural do Acre.

Em tempo: o general Girão, eleito deputado federal pelo PSL do Rio Grande do Norte, é Cearense.


Ezequiel prega unidade para governar

Alexandre Cavalcanti,

O deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), presidente da Assembléia Legislativa, parabenizou a governadora eleita Fátima Bezerra (PT) e disse que o momento é de baixar as bandeiras e trabalhar pelo Rio Grande do Norte. O apoio de Ezequiel consolidou a vitória de Fátima sobre Carlos Eduardo (PDT), no segundo turno.

Para Ezequiel, Fátima vai precisar de capacidade para negociar com contrários, habilidade para unir quem pensa diferente e gestão governamental. "Unindo esses três pontos, haveremos de tirar o Rio Grande do Norte da crise que vem castigando o nosso povo".

- Política é a arte de administrar adversidades, juntando pontos convergentes e superando eventuais dificuldades. O diálogo deve sempre prevalecer", concluiu o presidente da Assembléia. 


Fátima, da Paraíba; Prates, carioca; Styvenson, do Acre

Alexandre Cavalcanti,

Dos quatro principais cargos eletivos do Rio Grande do Norte, - governador e três senadores -, apenas um nasceu no Estado: a senadora eleita, Zenaide Maia Calado, é natural de Jardim de Piranhas(RN). Os outros são de três estados diferentes: Governadora Fátima Bezerra é da Paraíba; Jean-Paul Prates, senador que assume em seu lugar, é do Rio de Janeiro; e o senador eleito, Styvenson Valentim, é do Acre.

Styvenson Valentim e Jean-Paul Prates estão debutando na política partidária. Styvenson é policial militar e Prates é especialista em fontes alternativas de energia. A senadora Zenaide está concluindo o seu primeiro mandato de deputada federal.


Vídeos de Benes e Girão esquentam reta final

Alexandre Cavalcanti,

Está claro que o candidato do PSL, líder folgado em todas a pesquisas, não quer a eleição da candidata do PT, senadora Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte. 

O vídeo gravado pelo deputado eleito Benes Leocádio (PTC), ontem em Brasília, - e que viralizou  nas redes  sociais - está sendo visto como uma tentativa do marketing de Fátima em deixar dúvidas quanto a posição de Bolsonaro no Estado.

Tanto é assim que um outro vídeo foi gravado e postado nas redes sociais. Desta vez, falam o presidente Estadual do PSL e o general Girão, deputado federal eleito pelo Rio Grande do Norte. Ambos contestam a gravação de Benes, o desautorizam e esclarecem possíveis dúvidas deixadas pelo vídeo anterior.


TSE adia decisão sobre Mineiro e Beto

Alexandre Cavalcanti,

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabou não julgando o processo que pode alterar a composição da bancada federal do Rio Grande do Norte. A expectativa era de que, na sessão de ontem, o TSE resolvesse a disputa entre Fernando Mineiro (PT) e Beto Rosado (PP).

A coligação do deputado Fernando Mineiro somou 310 mil votos. A coligação de Beto Rosado pede que o TSE reconheça como válidos os votos recebidos por Kerinho (MDB), 8.900 sufrágios. Com isso, a coligação de Beto ultrapassaria a soma dos votos de PT/PCdoB/PHS, e chegaria a 311 mil.

O TSE não disse ainda quando irá proceder o julgamento.


Carlos Eduardo equilibra a disputa

Alexandre Cavalcanti,

As últimas pesquisas confirmam o crescimento de Carlos Eduardo (PDT) e sugerem equilíbrio faltando cinco dias para a data fatal: dia 28 próximo, domingo que vem.

Pelo anúncio de adesões, - prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e deputados -, as lideranças estão se posicionando e esquecendo de comunicar ao eleitorado.


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