Hermano no PDT e Álvaro tenta reaproximação com Carlos Eduardo

Alexandre Cavalcanti,

O prefeito Álvaro Dias, de Natal, tenta convencer o deputado Hermano Morais a permanecer no MDB e adiar o seu projeto de ser candidato a prefeito da capital. Hermano já arrumou as malas e está acertando os últimos detalhes de sua transferência para o PDT, partido do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves.

Hermano sabe que no MDB não tem chances de ser candidato. O prefeito Álvaro Dias tem direito à reeleição e não abre nem para um trem. Um outro ingrediente estimula o deputado Hermano Morais a ser candidato contra Álvaro: foi preterido para vice de Carlos Eduardo, justamente, em benefício do atual prefeito de Natal.

Assessores do prefeito, entretanto, buscam uma reaproximação entre Álvaro e Carlos Eduardo, inelegível para o próximo pleito. O relacionamento entre ambos sofreu alguns abalos. O ex-prefeito, derrotado para governador, reclama de desprestígio político e falta de espaço.


Nélter ganha de Paulinho na Justiça

Alexandre Cavalcanti,

A Justiça deu ganho de causa ao deputado estadual Nélter Queiroz(MDB) na ação movida pelo prefeito Paulo Emídio (PR), o Paulinho da habitação, de São Gonçalo do Amarante. No início do processo eleitoral de 2018, Nélter denunciou, em entrevista, que Paulinho estava nomeando lideranças políticas de várias municípios em benefício da candidatura de sua mulher, Terezinha Maia(PR) a deputada estadual.

A decisão judicial aconteceu no incio do ano de 2019 e, segundo a Justiça, as declarações do deputado Nélter Queiroz não configuraram difamação. Nélter apresentou portarias assinadas pelo prefeito de São Gonçalo nomeando parentes ou indicados de lideranças políticas de vários municípios do Estado.


Prefeito Paulo Emídio conquista novos apoios

Alexandre Cavalcanti,

O vereador Eudócio Motta, do Solidariedade, é a mais nova conquista do prefeito Paulo Emídio(PR), o Paulinho da Habitação, de São Gonçalo do Amarante. Numa Câmara de 17, o Prefeito conta agora com o apoio de 15 vereadores. Cada membro da bancada governista ganha um lugar de secretário adjunto com salário superior a 10 mil reais. Os demais espaços dependem da capacidade de negociação de cada um.

Nos últimos dias, o prefeito Paulo Emídio investiu forte em lideranças oposicionistas e aumentou o poderio eleitoral do seu grupo político. Na Câmara, já estão na bancada governista os vereadores Edson Valban, Adelson Martins, Valda Siqueira, Rayure Protásio, Jailson Tavares, Geraldo Veríssimo, Pablo, Márcia Soares, Eudócio Motta, Nino Arcanjo, Clóvis Barbosa, Raimundo Mendes, Pastor Edmilson, Gérson Bezerra e Flávio Henrique. Na Oposição sobraram apenas Tarcísio Fernandes e Thiago Soares.

O suplente Adriano Queiroz, do PSB, disse que tem trânsito livre em em todos os lados, mas ainda não atendeu aos encantos do prefeito Paulo Emídio. Outros suplentes de peso, Régia é Ivanildo Fernandes já estão no bloco governista.


Bancada federal é a pior de todos os tempos

Alexandre Cavalcanti,

Vergonhoso, muito vergonhoso mesmo. O Departamento Intersindical ( DIAP) mostrou que o Rio Grande do Norte não tem nenhum parlamentar em Brasília capaz de liderar uma bancada, ou defender uma tese, ou, ainda, de influenciar em votação.

No Senado, Jean Paul Prates, que ganhou o apelido de "o francês", o capitão da lei seca, Styvenson Valentim, e a médica Zenaide Maia Calado até agora não provaram nada e nem disseram por que estão na mais alta casa legislativa do País.

Na Câmara Federal, a mesma coisa. Na nossa bancada não existe nenhum nome que possa aparecer como referência. Muita gente tem saudade de Djalma Aranha Marinho e, mais recentemente, de Ney Lopes e de Henrique Eduardo Alves.

Apesar do baixo desempenho e de não influenciar em nada, os gastos de cada parlamentar continuam exagerados. É o caso de perguntar: quanto custa tudo isso? Oito deputados e três senadores?



O RN na contramão eleitoral

Alexandre Cavalcanti,

O Estado do Rio Grande do Norte gosta de contrariar os poderosos e andar na contramão. Em 2010, no auge do governo petista, na sucessão do então presidente Lula, - mais de 80% de aprovação, o presidente em fim de governo com maior índice de popularidade, elegeu Rosalba Ciarlini, do DEM.

Agora, em 2018, no pior momento do Partido dos Trabalhadores, Lula condenado em segunda instância e preso, o Rio Grande do Norte desconhece o fenômeno Bolsonaro e o antipetismo instalado no País e elege Fátima Bezerra, do PT.

O nosso Estado parece deslocado do resto do País, em matéria eleitoral. Ainda em 2010, no melhor momento do PT, Lula entrou firme na campanha para derrotar o senador José Agripino (DEM) e perdeu a guerra. 

E para mostrar a independência do Estado, os norteriograndenses elegeram Agripino contra Lula e Garibaldi a favor, em uma mesma eleição. Quando decidiu acabar com a festa, derrotou os dois, nas eleições de 2018.


Prefeito passa o rodo nas oposições

Alexandre Cavalcanti,

O Prefeito Paulo Emídio (PR), de São Gonçalo do Amarante, região Metropolitana de Natal, promoveu um verdadeiro arrastão nas oposições e atraiu lideranças com e sem mandato. Pelo menos dois vereadores e três suplentes, lideranças de peso, já trocaram a oposição pelas benesses do sistema governista.

Os dois vereadores que garantiram seus mandatos pelo MDB, Pastor Edmilson e Nino Arcanjo, já estão ao lado de Paulo Emídio. A suplente Régia, do PPS, e os suplentes Adriano Queiroz, do PSB e Ivanildo Fernandes Campos, do MDB, também, já anunciaram apoio ao prefeito Paulo Emídio.

Na Câmara Municipal os vereadores deram as boas vindas aos novos integrantes do grupo governista, mas os salários oferecidos aos novos cristãos têm causado inveja à bancada governista.

- É muito dinheiro para pouco voto", declaram os vereadores sobre o tamanho do prestígio dos novos integrantes do governo. O ministério público, também, ainda não se posicionou quanto a gastança.


População apóia redução de salários da classe política

Alexandre Cavalcanti,

A redução dos salários dos vereadores, em um Município de Minas Gerais, - 80% nos vencimentos dos vereadores e 50% nos salários do prefeito, vice-prefeito e secretários do Município -, repercutiu na Assembléia Legislativa. Os deputados preferem não opinar, mas os frequentadores do Palácio José Augusto - sede do Poder Legislativo - acreditam que a moda pode pegar em todo o Brasil.

- para ter direito ao bônus, temos, também, que ser sócios da crise", disse um frequentar assíduo da Assembléia Legislativa. "Afinal a crise atinge todos nós, incluindo aí a camada da população mais privilegiada, - entre eles vereadores, vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e governadores", concluiu.

- Não é possível que uma pequena parte ganhe 10, 20, 30 mil reais e a grande maioria receba apenas um salário mínimo, algo em torno de mil reais. Sem falar em quase 30 milhões de desempregados", disse outro.


Vereadores reduzem salários. Calma, é em Minas Gerais

Alexandre Cavalcanti,

- O momento é de crise e o sacrifício tem que ser de todos". Com esse argumento, a Câmara Municipal de Arcos, região Oeste de Minas Gerais, a 210 quilômetros de Belo Horizonte, reduziu em 80% o salário dos vereadores e em 50% os vencimentos do prefeito, vice-prefeito e secretários do Município. O prefeito já sancionou a proposta aprovada pelo legislativo.

A moda ganha simpatizantes e já começa a ser discutida em várias outras Câmaras. Aqui no Rio Grande do Norte não há registro de nenhum movimento nesse sentido.

O argumento é muito simples: com a redução de 80% nos salários dos vereadores, vai sobrar cadeiras nas Câmara municipais do Estado.


A Oposição já era, faz tempo

Alexandre Cavalcanti,

O processo de desmoralização das oposições, aqui no Estado, começou já no século passado, mais precisamente em 1978, quando o então governador Tarcísio Maia(Arena), em nome dos interesses maiores do Río Grande do Norte, juntou todo mundo em um mesmo palanque para reeleger o senador Jessé Pinto Freire, à época o todo poderoso presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

A eleição de 1978 marcou a volta do ex-governador Aluízio Alves às praças públicas depois da cassação. Todos os seus seguidores viraram governistas. Quando Aluízio sentiu a armação e pulou do barco para  ser candidato a governador, em 1982, não levou ninguém. Seus aliados ficaram todos pendurados nas tetas do poder.

Era, - talvez ninguém tenha percebido -, o começo do fim do MDB, hoje reduzido ao mandato do deputado federal Walter Alves, filho do ex-deputado estadual, ex-prefeito de Natal, ex-governador e ex-senador Garibaldi Alves Filho.

De lá para cá, todo governo nunca deixou de fazer maioria na Assembléia Legislativa. E, embora nem precise, tem sempre a simpatia da bancada federal. Fátima Bezerra (PT), por exemplo, elegeu apenas dois deputados estaduais, mas contabiliza uma bancada de 18 deputados. Claro, para isso, conta com o apoio do presidente Ezequiel Ferreira de Souza, do PSDB.


Wober critica omissão da Oposição

Alexandre Cavalcanti,

O ex-deputado e ex-secretario de  Educação, Wober Júnior, presidente do PPS, disse que Oposição no Rio Grande do Norte passou a ser um fenômeno eleitoral. "Apenas ao se avinzinhar as eleições ela aparece". Wober fez esse comentário após postagem de matéria, na coluna Pinga Fogo", segundo a qual, Fátima governa sem Oposição.

Ainda, segundo Wober Júnior, perto das eleições, a Oposição começa timidamente "e depois  assume plenamente o seu papel como deveria ter feito desde sempre".

Esse fenômeno não ocorre apenas em nível estadual. Segundo Wober,  em Natal a mesma prática ou tática é exercida. " Isso não ajuda o Estado ou Município e atrasa o processo político porque o torna débil, servil e oportunista".

O deputado Wober Júnior diz, ainda, que o debate necessário para encontrar as boas soluções é substituído pela omissão. "Todos nós perdemos com esse estado de coisas. Lamentável", concluiu.


Prorrogação de mandatos é golpe

Alexandre Cavalcanti,

É de um cinismo sem precedentes essa proposta de prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos, vice-prefeito e vereadores. O argumento principal seria a economia dos recursos públicos gastos com as eleições e a coincidência de todos os mandatos - de vereador a presidente da República. Isso tudo sem consulta popular é inconstitucional.

Houve um tempo em que esses mesmos mandatos já coincidiram. Votamos, em uma mesma eleição, para vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e governador. Foi em 1982, não houve eleição para Presidente da República.

Com argumentos outros, os políticos deram um jeito de descoincidir esses mesmos mandatos. Lembro bem de um dos argumentos: "quanto mais eleição, melhor para a democracia".



Fátima segue sem Oposição

Alexandre Cavalcanti,

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), derrotado por Fátima Bezerra (PT), não assumiu, ainda, o papel que lhe cabe: líder da Oposição. O prefeito Álvaro Dias (MDB), de Natal, não quer nem ouvir falar no assunto. Até já dançou abraçado à governadora. O PSDB, um dos principais partidos do Estado, também, não quer o papel de oposicionista. Enfim, não existe oposição no Rio Grande do Norte.

Apesar das folhas atrasadas e de, ainda, não ter negociado com fornecedores, a governadora Fátima Bezerra, que não é boba, vai tocando o barco em águas calmas, algo que ela própria não esperava. A anunciada paralisação da Polícia pode acabar com essa calmaria.





Tempos modernos: PSDB pode compor chapa com o PT

Alexandre Cavalcanti,

Bem próximo ao PT e a governadora Fátima Bezerra, o PSDB do presidente da Assembléia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza, deve fechar uma chapa para a prefeito de Natal, nas eleições do próximo ano. Os tucanos apostam no vereador Paulinho Freire, atual presidente da Câmara e principal estrela do partido na Capital.

O Partido dos Trabalhadores, entretanto, está dia te de grave dilema: encontrar dentro da estrutura partidária um nome capaz de promover uma grande aliança. A deputada federal Natália Bonavides e o ex-deputado estadual Fernando Mineiro estão no topo da lista.

Alguns setores petistas acreditam que a solução pode ser bem diferente: "Nem tico e nem teco". A governadora, segundo esses mesmos setores, estaria pensando em um nome em atividade na comunidade universitária. 

Ao prestigiar a comunidade acadêmica, Fátima estaria batendo de frente com o presidente Bolsonaro e se colocando frontalmente contra os cortes no orçamento da educação.


Fátima consolida seu projeto de governo

Alexandre Cavalcanti,

A governadora Fátima Bezerra (PT) dribla a crise e, embora em desalinho com o governo federal, está a um passo de firmar o seu governo entre os mais equilibrados do Rio Grande do Norte. Caso consiga quitar, até agosto ou setembro, a dívida com o funcionalismo público estadual, Fátima tem tudo para ser a grande eleitora nos pleitos municipais do próximo ano, inclusive, em Natal e Mossoró.

Com mais de 50% de aprovação, entre ótimo e bom, segundo as últimas pesquisas, Fátima contabiliza, ainda, o desgaste de não ter pago as contas atrasadas do governo Robinson Faria (PSD). Pagando em dia o funcionalismo e acertando as contas com os fornecedores, a governadora terá forte influência nas urnas de 2020 e assegura o seu projeto de reeleição.

Na Assembléia, deputados de todos os partidos expressam essa mesma opinião. E vão mais além: "Fátima tem pulso e é quem manda no governo".


Chinês é nomeado em São Gonçalo

Alexandre Cavalcanti,
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Nomeação de Geng Shu Bo pelo prefeito Paulo Emídio Medeiros (PR), viralizou nas redes sociais.

A nomeação de um estrangeiro, Geng Shu Bo, para assessor especial de relações internacionais, pelo prefeito Paulo Emídio Medeiros(PR), viralizou nas redes sociais e parou o Município de São Gonçalo do Amarante. Todo mundo quer saber quem é a tal figura e as razões que levaram a sua nomeação  para tão importante missão: vender as potencialidades do município no exterior.

Logo surgiram informações, segundo as quais, Geng seria um professor de mandarim do programa Fala Mais, ainda, no governo Jaime Calado. Não demorou muito para a população descobrir que Geng Shu Bo é um frequentador assíduo do Diário da Justiça.

O que mais irrita os sãogonçalenses, entretanto, é a alta taxa de desemprego, quase 15 mil pessoas, segundo o IBGE. São Gonçalo é quarto município do Estado em arrecadação e tem o oitavo maior aeroporto do Mundo.



STJ manda soltar Ana Augusta

Alexandre Cavalcanti,

Acatando recurso do advogado Flaviano Gama, a ministra Laurita Vaz, do STJ, determinou a liberdade de Ana Augusta Simas Aranha Teixeira de Carvalho, ex-Chefe de Gabinete da Presidência da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Ela estava presa desde a última quarta-feira por decisão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, tomada por maioria de votos (2x1). 

Ana Augusta, esposa do prefeito Fernando Teixeira, de Espírito Santo, foi exonerada do cargo que exercia na Assembléia Legislativa há oito meses.



Pacto pelo Brasil

Alexandre Cavalcanti,

Muitos já tentaram, mas nunca deu certo. Hoje, no café da manhã, no Palácio da Alvorada, os presidentes dos três poderes, - Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia e Dias Tófoli, e mais o presidente do Senado, Davi Alcolumbre -, vão tentar firmar um pacto nacional.

Os presidentes dos três poderes vão discutir a situação do país e tentar um acordo que permita a aprovação das reformas da Previdência, Tributária, novo pacto federativo e, ainda, a aprovação do pacote anticrime, do ministro Sérgio Moro.

O pacto mostrou-se fundamental, principalmente, depois das manifestações contra e a favor do governo. Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia e Dias Tófoli assumem o papel de protagonistas. O que  deveriam ter feito já há algum tempo.


Semana decisiva para a reforma da Previdência

Alexandre Cavalcanti,

A semana é decisiva para a reforma da Previdência. As propostas de alteração serão recebidas até quinta-feira e o relatório final deverá ser votado na primeira quinzena de junho. Até agora ninguém arriscou, ainda, uma avaliação sobre a repercussão das manifestações deste domingo(26/05), especialmente no Congresso Nacional.

Os manifestantes defenderam a aprovação da Reforma da Previdência, do pacote anticrime - de Sérgio Moro -, e, ainda,.a transferência do COAF para o ministério da Justiça. Ao mesmo tempo, não pouparam críticas ao Centrão que estaria dificultando a tramitação das matérias.

É possível que a semana comece tumultuada. Como as manifestações foram de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, o Centrão acredita que as críticas têm o dedo do Palácio do Planalto.


Reforma da Previdência está emperrada desde FHC

Alexandre Cavalcanti,

Desde Fernando Henrique Cardoso(PSDB), passando por Lula e Dilma, ambos do Partido dos Trabalhadores, ninguém teve a coragem de promover uma ampla reforma da Previdência. Lula mexeu, mas só para obrigar os que já estavam aposentados a descontar para a Previdência Social.

Em todos esses momentos, o Centrão ou Blocão foi decisivo para inibir as ações desses governos. Gostem ou não, desse tempo para cá, o presidente Jair Bolsonaro é o único chefe do executivo disposto a enfrentar o Centrão e até parcela expressiva da sociedade, para resolver de uma vez por todas essa questão da previdência.

Claro que o texto do executivo precisa ser melhorado no Congresso Nacional. Deputados e senadores terão o direito de emendar a proposta do executivo. Importante preservar a economia estimada pelo governo em 1 trilhão, nos próximos 10 anos.


Esquerda não consegue desestabilizar Bolsonaro

Alexandre Cavalcanti,

A esquerda brasileira e os seus articulistas não descobriram, ainda, como enfraquecer o presidente Jair Bolsonaro. O jogo bruto contra o filho senador, Eduardo Bolsonaro, - no caso Queiroz -, atinge o presidente mas não do jeito que os seus adversários gostariam.

A questão é simples. Quem votou em Bolsonaro, ou pelo menos, os bolsonaristas, votaram nele porque ele é assim, cheio de defeitos, incoerências e, muitas vezes, até inconsistências.

Somente uma coisa Bolsonaro está proibido de fazer: entrar no jogo do toma lá dá cá. A maioria do congresso, a exemplo do que aconteceu nos governos Lula, Dilma e Michel Temer, está de boca aberta esperando a volta da velha política.

Deputados e senadores do Centrão, comandados pelo Dem - de Rodrigo Maia -, além do PP e PR, querem voltar a ocupar, também, a Esplanada dos Ministérios. Até agora, não chegou conseguiram.

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