Mendes não abre da presidência do PMB

Alexandre Cavalcanti,

O vereador Raimundo Mendes, presidente Estadual do Partido da Mulher Brasileira (PMB), recebeu a garantia de sua permanência na chefia da agremiação mesmo com a possível chegada dá deputada federal Zenaide Maia, suspensa pela direção nacional do PR.

Mendes esteve recentemente, no Rio de Janeiro, com a presidente Nacional Suêd Haidar Nogueira, e ouviu a seguinte confirmação: "Enquanto eu for a presidente Nacional, você será presidente no Rio Grande do Norte".

Suêd garantiu, entretanto, a liderança do PMB na Câmara, para a deputada Zenaide Maia, também, pretendida pelo Solidariedade, do deputado Kelps Lima.


Reforma da Previdência

Alexandre Cavalcanti,

Não há nenhuma dúvida quanto a necessidade da Reforma da Previdência.

Existe um rombo crescente, segundo afirmam os especialistas. A continuar assim, em breve faltará caixa para pagar aposentados e pensionistas.

Algo precisa ser feito, mas a adoção de medidas, com efeito imediato é inconstitucional. Afinal, quem pagou esse tempo todo não vai admitir alterações nas regras do jogo.

O que é mais sensato?  Primeiro, uma auditoria nas contas da Previdência, em particular na folha de pagamento. E depois, medidas que regulamentem aposentadorias futuras.


Empresários superam os políticos

Alexandre Cavalcanti,

O desgaste da classe política, mais precisamente de políticos tradicionais, empurra para o topo da lista de candidatáveis nomes de empresários bem sucedidos.

Aqui no Rio Grande do Norte, recentemente, surgiram os nomes de Marcelo Alecrim, ligado ao ramo de combustíveis, e Flávio Rocha, que controla os grupos Guararapes e Riachuelo, como possíveis candidatos a governador.

Em São Paulo, o empresário João Dória foi eleito prefeito e agora está cotado para ser governador do Estado e até presidente da República.


RN poderá ter quatro senadores

Alexandre Cavalcanti,
Denise Andrade
m um dos cenários, Dória seria candidato a governador, na sucessão de Alckmin, e Flávio seria um de seus senadores.

As eleições de 2018 poderão ampliar a bancada potiguar no Senado, de três para quatro senadores.

O empresário e ex-deputado do Rio Grande do Norte, Flávio Rocha, é o preferido do prefeito de São Paulo,João Dória, como candidato a senador.

Em um dos cenários, Dória seria candidato a governador, na sucessão de Alckmin, e Flávio seria um de seus senadores.

Isso, claro, se a Lava Jato não contaminar Geraldo Alckmin, que será o candidato do PSDB a presidente da República.

Mesmo eleito por São Paulo, Flávio Rocha aumentaria o peso das reivindicações do Rio Grande do Norte.


Dois pesos, duas medidas

Alexandre Cavalcanti,
FD/Política
Justiça está totalmente perdida, feito cego em tiroteio, ou está usando dois pesos e duas medidas.

-A justiça está promovendo uma grande confusão nesse processo da Lava Jato". A opinião é de um amigo que faz questão de dizer que é bem informado.

E lança um petardo. " Quem sabe explicar o motivo da prisão do marqueteiro, de Dilma, João Santana?" Resposta: recebeu dinheiro no exterior, via caixa 2.

O amigo disparou: "Duda Mendonça, marqueteiro de lula, confessou ter recebido 10 milhões de dólares, via caixa 2, no exterior, e foi absolvido pela mesma justiça."

Resultado: ou a Justiça está totalmente perdida, feito cego em tiroteio, ou está usando dois pesos e duas medidas.


Delação apressa distanciamento dos irmãos Maia

Alexandre Cavalcanti,

zenaide-mA delação de Gledson Maia, acusando o ex-deputado João Maia, presidente Estadual do Partido da República, como o principal beneficiário de um esquema de corrupção no Dnit, deve apressar o afastamento dos irmãos Maia - Zenaide Maia e João Maia.

A deputada, mulher do ex-prefeito Jaime Calado, está suspensa do partido por insubordinação. Além de não concordar com as diretrizes partidárias, Zenaide gostou do mandato e não pretende devolver a cadeira, que era do irmão, sem uma boa disputa.

O ex-prefeito Jaime Calado e a deputada Zenaide procuram um partido que esteja disposto a abraçar o projeto político do casal.



A quem interessa a queda de Temmer?

Alexandre Cavalcanti,

As pessoas que cobram celeridade do TSE no julgamento de inelegibilidade de Dilma e cassação do mandato do presidente Michel Temmer, deveriam ter feito essa mesma cobrança antes do início do segundo mandato da então presidente Dilma.

O processo do PSDB data justamente desta época, não se trata de nenhuma novidade.

E não venham dizer que não sabiam que o dinheiro das construtoras e dos bancos abastecia os caixas das campanhas presidenciais. Não, ninguém nunca cobrou pressa em julgamento nenhum.

Parece até que a queda de Temmer resolverá os graves problemas nacionais. E não falo só na corrupção.

Há um grupo - sempre houve - que defende a tese do quanto pior, melhor. Ora, tem gente doidinho para voltar ao Poder.



Delator cita familiares de ex-ministro

Alexandre Cavalcanti,

Familiares do ex-ministro Alfredo Nascimento, dos transportes, são citados na delação premiada de Gledson Maia, sobrinho do ex-deputado João Maia e da deputada federal Zenaide Maia.

Embora sem dizer nomes, Gledson afirma, em sua delação, que um sobrinho do então ministro Alfredo Nascimento recebia o pagamento mensal de 15 mil reais.

Como o ex-ministro Alfredo Nascimento é do PR, alguns de seus familiares exercem funções em comissão na Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, principal reduto político-eleitoral do Partido da República, no Estado do Rio Grande do Norte.


TSE suspende julgamento

Alexandre Cavalcanti,
Plox
Tribunal Superior Eleitoral acolheu solicitação da defesa de Dilma que pediu mais tempo.

Sem nenhuma surpresa, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabou suspendendo o julgamento do processo de cassação do presidente Michel Temmer (PMDB) e de inelegibilidade dá ex-presidente Dilma Rousseff(PT).

O TSE acolheu solicitação da defesa de Dilma que pediu mais tempo. E, ainda, reabriu a fase de instrução do processo ao permitir a oitiva de novas testemunhas: O ex-ministro Guido Mantega, o publicitário João Santana, sua mulher Mônica Moura, e André Moura, citados na delação dá Odebrecht.

Não existe data para o reinício dos trabalhos. O ministro Gilmar Mendes, presidente da Corte, viaja ao exterior e só estará de volta um pouco antes do final deste mês.


TSE reabre processo Dilma/Temmer

Alexandre Cavalcanti,

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu reabrir a fase de instrução do processo da chapa Dilma/Temmer e vai ouvir, num prazo de cinco dias, novas testemunhas.

São elas, o ex-ministro Guido Mantega, o marqueteiro João Santana, sua mulher Mônica Moura, e André Moura.


João Maia nega favorecimento

Alexandre Cavalcanti,

O ex-deputado João Maia, presidente Estadual do PR, distribuiu nota à imprensa, onde afirma que a verdade prevalecerá sobre a mentira.

A nota é em resposta as notícias sobre a delação​ premiada do sobrinho, Gledson Maia, acusando-o de ter recebido recursos ilícitos, oriundos de corrupção no Departamento Nacional de Infraestrutura e Trânsito (Dnit).

João acrescenta que a verdade surgirá ao final das investigações, sob a responsabilidade da Polícia Federal.


TSE inicia julgamento

Alexandre Cavalcanti,

Começa daqui a pouco o julgamento da chapa Dilma/Temmer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

É a primeira vez que o TSE julga o presidente da República.

A expectativa é que haja pedido de vistas e o julgamento seja suspenso.


Delator entrega João Maia

Alexandre Cavalcanti,

joaoegleidson-mMatéria da TNOnline, assinada pelo editor Júlio Pinheiro, informa que o ex-diretor do Dnit, Gledson Maia, sobrinho dos irmãos Maia, - deputada federal Zenaide Maia e ex-deputado João Maia -,  apontou o tio, presidente Estadual do PR, como o principal beneficiário no esquema de corrupção dentro do Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito.

O Dnit é alvo da operação Via Ápia, deflagrada em 2010. O processo corre em segredo de justiça na 2ª e 14ª Varas Federais de Natal. A homologação da delação premiada ocorreu em 14 de março último.

Em sua delação, Gledson conta a orígem dos recursos e como eram distribuídos aos beneficiários.

Segundo o delator, os recursos ilícitos teriam financiado campanhas do Partido da República. Do total fraudado, 70% eram destinados a João Maia, 15% para Fernando Rocha, e 15% para Gledson.

Além deles, havia, também, um pagamento mensal de 15 mil reais a um familiar do ministro Alfredo Nascimento.

Ainda, segundo Gledson, no período eleitoral, todo o dinheiro arrecadado ilicitamente era destinado ao presidente Estadual do PR.


Irmãos Maia fecham entendimento

Alexandre Cavalcanti,

Os irmãos Maia parecem ter chegado a um entendimento: a deputada Zenaide Maia, suspensa pelo PR, vai deixar o partido e ser candidata ao Senado.

Nesse cenário, abre vaga para o irmão João Maia, presidente Estadual do PR, voltar à Câmara Federal.

Bem próxima ao PT, - Zenaide votou contra o impeachment-, a deputada não escolheu, ainda, seu novo partido.

Com a candidatura de Zenaide ao Senado e de João à Câmara Federal, fica faltando o lugar do ex-prefeito Jaime Calado.

Jaime, segundo pessoas próximas, pode fechar uma chapa como candidato a vice-governador.


TSE julga chapa Dilma/Temmer

Alexandre Cavalcanti,

Há muita especulação sobre o resultado do julgamento de amanhã, no Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.

O TESE vai decidir sobre a possibilidade de divisibilidade da chapa Dilma/Temmer.

A maioria dos ministros já se posicionaram contra a divisão de chapas majoritárias. Mas é a primeira vez, na história do TSE, que entra em julgamento um presidente da República.

Há quem aposte em pedidos de vistas e o consequente atraso no resultado do julgamento.


Robinson procura um articulador

Alexandre Cavalcanti,

O governo Robinson Faria(PSD) está sentindo a falta de um interlocutor confiável, alguém para fazer o primeiro contato com as forças políticas que possam vir a participar do seu projeto de reeleição.

Na Assembléia Legislativa, o governador não tem um nome capaz de fazer esse trabalho. Entre os secretários, também, não. 

Daí, o próprio governador ter assumido o comando das articulações políticas. Esse processo não é fácil e, muitas vezes, desgastante.


Abuso de autoridade

Alexandre Cavalcanti,

O relatório do senador Roberto Requião sobre abuso de autoridade só deve ser votado na primeira quinzena de abril. O instrumento criminaliza qualquer autoridade que se utilize da função em detrimento de terceiros. 

Justo, muito justo.

Alguém sabe explicar porque setores do judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal são contrários a aprovação da lei?



O entendimento é possível

Alexandre Cavalcanti,

A única reação negativa a um possível entendimento com o governador Robinson Faria (PSD) parte, sem dúvida alguma, do presidente Estadual do PMDB, Henrique Eduardo Alves.

O senador Garibaldi Alves e o seu filho, deputado federal Walter Alves, ambos do PMDB, circulam com desenvoltura no governo do PSD.

O senador José Agripino, presidente Nacional do DEM e o seu filho, deputado federal Felipe Maia, do mesmo partido, nunca fizeram oposição sistemática ao governo Robinson Faria.

Para alguns analistas políticos não será difícil convencer Henrique a abraçar uma tese de união estadual. Até porque, no passado, ele fez acordos considerados mais complicados. Um deles com a ex-governadora Wilma de Faria, contrariando o seu pai e líder político, Aluízio Alves.



Salvação Estadual

Alexandre Cavalcanti,

O tumultuado ambiente político, pressionado, principalmente pela Lava Jato e outras operações menos cotadas, começa a tirar o apetite pelas grandes disputas eleitorais.

Não é de hoje, mas principalmente hoje, valem mais as estratégias do que as contendas.

Pensando nisso, já tem gente trabalhando na montagem de um ambiente político para evitar a guerra eleitoral.

Comece a pensar numa chapa encabeçada pelo governador Robinson Faria(PSD), tendo como candidatos ao Senado, Garibaldi Filho(PMDB) e José Agripino(DEM). E, ainda, um vice da Capital do Oeste, Mossoró.

Os estrategistas entendem que seria um governo de salvação estadual. Todas as forças políticas olhando apenas em uma direção.


Emendas financiam campanhas

Alexandre Cavalcanti,

As emendas parlamentares ganham força como moeda eleitoral. Antes do orçamento impositivo, elas já faziam parte da estrutura do deputado federal e do senador, candidato à reeleição. Mas faltava a certeza de que seria executada. Seu peso era menor.

Agora, as emendas se valorizaram e funcionam como instrumento de "fazer" votos. Cada deputado, ou senador, tem, pelo menos, 40 milhões de reais, em quatro anos, para destinar aos municípios que compõem a sua base eleitoral.

Essa é uma das barreiras que impedem o surgimento de novas candidaturas.

E ainda tem gente que fala em implantar o financiamento público de campanha. Grande novidade.

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